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quinta-feira, 22 de junho de 2017

domingo, 31 de janeiro de 2016

Assine e divulgue

À Câmara Municipal de Angra do Heroísmo Acabar com o financiamento público das touradas em Angra do Heroísmo (Açores) MCATA Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores Portugal É de conhecimento público o valor exorbitante de verbas públicas gasto com a realização da feira taurina que integra o programa anual de festas concelhias de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira (Açores). Pesquisas recentes apontam que foram gastos um milhão e trezentos mil euros de dinheiros públicos só nos últimos cinco anos, e vão ser gastos mais cem mil euros no presente ano. Enquanto em plena crise continuamos a assistir à retirada de direitos e à pressão para mais cortes sociais, a indústria tauromáquica, uma indústria anacrónica baseada na tortura e no sofrimento animal, continua a ser privilegiada na atribuição dos nossos impostos, em detrimento da educação e da solidariedade social e ao contrário de outras iniciativas culturais que sobrevivem com migalhas e muito esforço voluntário. Profundamente chocados com esta realidade, apelamos veementemente à Câmara Municipal de Angra do Heroísmo que termine com o financiamento destas práticas que não acrescentam nada de positivo à ilha e envergonham cada vez mais a humanidade. Assine aqui: https://www.change.org/p/c%C3%A2mara-municipal-de-angra-do-hero%C3%ADsmo-acabar-com-o-financiamento-p%C3%BAblico-das-touradas-em-angra-do-hero%C3%ADsmo-a%C3%A7ores

domingo, 8 de novembro de 2015

Tradições?

Sobre a dificuldade em abandonar tradições: o caso das touradas As tradições, quer sejam boas quer sejam más, exercem uma indiscutível influência sobre as pessoas, de tal modo que, apesar de toda a evolução científica e cultural existente, tolhem os pensamentos e levam por vezes a que sejam mantidas práticas bárbaras e anacrónicas. Sobre este assunto, a seguinte frase de Karl Marx* é bastante elucidativa: “ A tradição das gerações mortas oprime como um pesadelo o cérebro dos vivos”. Mas se o peso das tradições é plúmbeo, por que razão na nossa terra há tradições que desaparecem e outras que persistem e expandem-se? Para tentar responder à questão, vamos dar dois exemplos: as batalhas de flores que eram comuns pelo menos em São Miguel no início do século passado e que caíram no esquecimento e as touradas que estiveram confinadas à ilha Terceira e que se expandiram para outras ilhas. Tal como outras tradições que foram desaparecendo, as batalhas das flores não tinham a montante nenhuma indústria organizada que necessitava que o seu “consumo” aumentasse para poder viver, daí terem caído no esquecimento sem que houvesse alguém que lutasse pela sua continuidade. No caso das touradas, vamo-nos restringir às touradas à corda, para além do vício que cria o dito espetáculo, que anda intimamente associado ao consumo de álcool, há a indústria tauromáquica que para sobreviver precisa que a tradição se mantenha e, por causa da concorrência entre ganadarias, necessita que a tradição se expanda. Para exemplificar o exposto, com o apoio indireto da hipócrita Comunidade Europeia e direta dos Governos Regionais e das autarquias, em quarenta anos o número de touradas à corda quase duplicou na ilha Terceira, passando de 121, em 1975, para 226, em 2015. Para além do referido, se não se tratasse de um negócio “sujo”, pois envolve maus tratos a animais e ferimentos e mortes a outros animais que se dizem superiores e racionais, que interesse teria o lóbi das touradas na sua expansão para outras ilhas? Por que razão os aficionados terceirenses das touradas não se esforçam por alargar as famosas danças e bailinhos da sua ilha ao resto do arquipélago? Por que razão não se esforçam por classificar as danças e bailinhos como Património Cultural e Imaterial e andam a pressionar para que sejam as touradas classificadas como tal? Por último, uma nota de humor. Embora sabendo que há outros critérios para a classificação de uma tourada como tradicional, o que obriga a que a mesma se realize há pelo menos 15 anos leva-me a pensar se deve ser tradicional tudo o que se repete. Assim, é mais do que provado que desde que foi construído o edifício dos Paços do Concelho de Vila Franca do Campo há a tradição de durante os arraiais das festas religiosas utilizar as traseiras do mesmo como mictório. Será que por já ocorrer há algumas centenas de anos, o urinar contra as paredes daquele edifico poderá ser considerado tradição e como tal, embora a contragosto dos moradores, uma ação a ser devidamente protegida e acarinhada? *Como se trata de um autor polémico e com muitos críticos sobretudo entre os que nunca o leram, aqui vai uma citação de um autor mais consensual, Albert Einstein: “A tradição é a personalidade dos imbecis”. José Serrote da Vila Fonte: https://www.facebook.com/347851085382734/photos/a.352518938249282.1073741828.347851085382734/552548114913029/?type=3&fref=nf

sábado, 13 de dezembro de 2014

Não

Cidadãos protestam pela realização de touradas no concelho da Ribeira Grande Mil cento e quarenta e duas (1142) pessoas assinaram a petição enviada esta semana ao presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande, protestando pela recente realização de diversas touradas no município. Os subscritores da petição pedem taxativamente ao Presidente da Câmara Municipal, Dr. Alexandre Gaudêncio, que cumpra a deliberação aprovada na Assembleia Municipal de impedir o licenciamento de touradas no concelho. No texto da petição, os peticionários manifestam a sua indignação pela importação para este concelho do norte da ilha de São Miguel de um espectáculo que nem faz parte da tradição concelhia, considerando ainda que as touradas são um espectáculo retrógrado, envolvendo maltrato e tortura de animais, que está a ser banido de todos os países do mundo onde ainda se realizam, não podendo ficar o concelho da Ribeira Grande à margem da modernidade, e muito menos introduzir agora estes costumes anacrónicos. Os assinantes também manifestam a sua preocupação pelo facto de este tipo de espectáculos violentos produzirem frequentemente numerosos feridos, ou até mortos, nas localidades onde se realizam. É de lembrar que na Terceira e nas outras ilhas as touradas à corda serem responsáveis, cada ano, em média, por uma pessoa morta e por mais de 300 feridos. Os cidadãos apelam, assim, ao presidente da Câmara Municipal para que o concelho se converta num referente no respeito pelo cuidado e bem-estar dos animais, no apego aos valores naturais e no desenvolvimento do turismo de natureza, actividades incompatíveis com a introdução da prática das touradas, caracterizadas por insensibilizar e deseducar as pessoas sobre a violência exercida sobre os animais. Para além do exposto, é lamentável que estas touradas se tenham realizado em bairros ou locais do concelho da Ribeira Grande onde existem e são patentes graves problemas sociais, parecendo que existe uma estratégia, por parte de alguns responsáveis, de criar uma “cultura para pobres” onde o álcool e o maltrato de animais são os protagonistas, condenando estas pessoas a uma maior degradação cultural, muito longe da obrigação democrática de qualquer entidade oficial de elevar o nível cultural dos cidadãos. O texto da petição pode ser visto em: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=anti-tourada Comunicado do Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA) 12/12/2014

domingo, 19 de janeiro de 2014

Proteste



APELO 

Não mais dinheiros públicos para as Touradas.
Não fique indiferente- Entre em ação

Nos próximos dias 24, 25 e 26 de Janeira vai realizar-se o “III Fórum da cultura taurina”, em Angra do Heroísmo, Ilha Terceira (Açores)

Escreva um e-mail aos governantes, deputados e autarcas dos Açores e aos patrocinadores.

Pode usar o texto abaixo ou personalizá-lo a seu gosto.






Exma. Senhora
Presidente da Assembleia Legislativa Regional dos Açores
 Exmo. Senhor
Presidente do Governo Regional dos Açores
 Exmos (as) Senhores (as)
Deputados (as) da Assembleia Legislativa Regional dos Açores
Exmos Senhores
Presidentes da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo e da Câmara Municipal da Praia da Vitória
Exmos  Senhores Patrocinadores


Mais dinheiro público para a tortura animal nos Açores


A avultada quantia de 90.000 euros é o dinheiro que vai custar aos açorianos a realização do chamado “III Fórum da cultura taurina” de 24 a 26 de Janeiro na ilha Terceira, sendo 60.000 euros diretamente aportados pelo governo açoriano e o restante pelas autarquias terceirenses e outros apoios. Num momento em que não há dinheiro para nada que seja a favor da vida, da saúde ou da educação dos açorianos, há sempre dinheiro público para financiar escuros congressos sobre uma prática, a tauromaquia, progressivamente rejeitada por todas as sociedades civilizadas e que nada de bom traz para a região.

Mais questionável ainda é o financiamento público deste evento quando na sua anterior edição, há dois anos, esse mesmo dinheiro público foi utilizado pelos organizadores para realizar, à vista de todos, um espetáculo com sorte de varas, prática de tortura proibida em Portugal e expressamente rejeitada pela Assembleia Regional. A realização deste ato ilegal, que ficou impune apesar dos vários protestos realizados dentro da própria Assembleia Regional, não mereceu nenhum tipo de desculpa por parte dos organizadores nem nenhuma explicação por parte do governo regional. Dois anos depois, o governo volta a financiar e premiar com dinheiro público os mesmos organizadores, se calhar para a realização dos mesmos fins.

Não deixa também de ser chocante que este evento seja apoiado pela Secretaria Regional do Turismo, quando a prática da tortura animal é totalmente incompatível com a promoção turística da região como um destino de turismo verde e de natureza. Não podemos esquecer que, por exemplo, no verão passado um grupo de cerca de 85 turistas alemães cancelou a sua vinda aos Açores depois de ver imagens de touradas realizadas na ilha Terceira. Assim, a Secretaria parece estar a utilizar dinheiros públicos para destruir a sua própria política de promoção turística.

Da parte dos organizadores do evento, da Tertúlia Tauromáquica, ouvimos declarações delirantes como dizer que a defesa da tauromaquia inclui valores ecológicos, culturais, sociais, educativos, solidários e económicos. Deveriam antes falar do ecológico que é a ocupação de zonas da Rede Natura 2000 para a criação do gado utilizado nas touradas. Deveriam falar do educativo que é obrigar as crianças a ver animais a ser torturados em espetáculos de sangue e violência contra touros e cavalos. Deveriam falar de solidariedade às famílias das pessoas que são feridas ou mortas cada ano nas touradas. Deveriam falar dos mais de 580.000 euros de fundos públicos que são gastos anualmente na tauromaquia nos Açores. Como exemplo temos o orçamento da câmara de Angra do Heroísmo para 2014, que vai gastar 125.000 euros só numa feira taurina, quando em todo o ano gastará apenas 52.000 euros em ação social.

Por todas estas razões, a realização deste evento vergonhoso para os Açores deveria ser cancelado e o dinheiro público ser bem gasto na realização de políticas que beneficiem realmente as famílias açorianas.


Cumprimentos

sexta-feira, 3 de maio de 2013

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Cultura e Tradição em Portugal apoiada com milhões em subsídios...


A mentalidade e o conhecimento evoluem, pelos vistos e neste caso, sofrem de algum problema mental, ou será  monetário???

Só padecendo de algum grau de esquisofrenia, se consegue descrever "isto" como cultura ou mesmo, como de arte se tratasse, como "está patente" em muitos textos por aí.

"Gosto não se discute"", mas isto não é apenas uma questão de gosto (pois não$?).

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

A tauromaquia em progresso nos Açores

2012, ANO DE SUCESSO PARA A TAUROMAQUIA NOS AÇORES: PELO MENOS DOIS MORTES, UM NÚMERO DESCONHECIDO DE FERIDOS, MILHARES DE EUROS ESBANJADOS E A REVELAÇÃO DA INSENSATEZ E IGNORÂNCIA DE ALGUNS POLÍTICOS Acabada a época tauromáquica, é tempo de fazer um balanço preliminar, necessariamente muito incompleto, pois o que é transmitido pela comunicação social aficionada ou pelos “especialistas” em tortura animal, mais ou menos suave, é apenas a parte mais “cor-de-rosa” da impropriamente denominada festa dos touros. Esta época vai ficar marcada pelo desaparecimento de um jornal da Igreja Católica, A União, cujo diretor, o padre Marco Gomes, tomou partido pelo divertimento à custa do sofrimento dos touros e cavalos, tendo dado a voz aos adeptos das touradas, mesmo das mais cruéis e bárbaras, como as picadas e ignorado as associações que defendem os animais e que consideram anacrónicas as touradas ditas artísticas ou populares. Este ano, também, vai ficar marcado pela continuação da integração nos programas das festas religiosas de algumas freguesias da aberração que é a da tortura animal, vulgo touradas, vacadas ou afins. Tal acontece numa altura em que as paróquias passam por dificuldades e a diocese anda de rastos, de tal modo que vai despedir trabalhadores do órgão de comunicação social referido e de que é proprietária. Foi precisamente numa tourada integrada numa festa religiosa que na ilha do Pico, morreu (foi assassinado pela ignorância ou pela indústria tauromáquica) estupidamente uma pessoa. A propósito, para além daquela morte as touradas à corda também foram responsáveis pela morte de um homem, em São Bento, na Ilha Terceira, desconhecendo-se se houve mais alguma morte, pois mortes e feridos em touradas são mais do que segredo de estado. Tal como não há isenção jornalística (nalguns casos, interesse) para divulgar o número de mortes e de feridos em touradas, o hospital de Santo Espírito da Terceira, também dá uma ajuda preciosa à falta de transparência, não divulgando qualquer informação, mesmo quando solicitado para o efeito. Aproveitando a época de campanha eleitoral, a maioria dos políticos dos Açores, sem qualquer estatura moral para o exercício de qualquer cargo público ignorou o bárbaro “espetáculo” que podia ser cultural na era da escravatura humana mas que hoje é anacrónico ou, pior, pronunciou-se, revelando a sua ignorância ou a sua baixeza moral e ética. Limitando-me aos três partidos mais votados, diria que não vale a pena gastar o teclado do computador para escrever muitas linhas sobre o líder do CDS-PP pois o mesmo, como um dos votantes a favor da legalização da sorte de varas, é um adepto confesso da tortura em grau mais elevado. A líder do PSD foi uma surpresa desagradável para todos os simpatizantes do seu partido que acreditavam na sua compaixão para com os animais. Com efeito, numa declaração à RTP - Açores, a Drª Berta Cabral afirmou que aprendeu a gostar de touradas à corda, que não reconhece qualquer violência nessas touradas e foi mais longe ao dizer que a tourada à corda é uma brincadeira em que quem leva a melhor é o touro. Destas declarações posso concluir que a senhora ou não está bem informada ou virou fundamentalista. Com isto quero dizer que ela deve rejubilar sempre que uma pessoa vai para o cemitério ou quando alguém vai para ao hospital. Por outro lado, a ex-líder do PSD não sabe, ou finge não saber que, tal como os seres humanos, os touros têm a capacidade de sentirem sofrimento físico e psicológico e que na tourada à corda alguns touros também morrem, ficam feridos, ficam exaustos, sofrem susto e ansiedade. Se Berta Cabral surpreendeu alguns, Carlos César foi uma revelação, pois para além do elogio à tourada à corda, não se cansou de dar loas ao quinto touro (o álcool associado à tourada). Assim, foi por demais infeliz e afrontosa para todos os açorianos que acham injustificado o sofrimento animal para divertimento de uns poucos, por mais pequeno que seja, a seguinte afirmação: “Um açoriano que se preze gosta de tourada à corda”. Um vómito! Em termos de dinheiros públicos para a tauromaquia, em 2012, continuamos a não saber quanto dos nossos impostos continuou a ser usado para a alimentar a indústria da deseducação e do sofrimento animal. Mas, uma coisa é certa, a hipócrita da União Europeia continuou a financiar as touradas, com o argumento de que não se pronuncia sobre as práticas “culturais” de um país quando é capaz de impor regras para o tamanho dos pepinos e os governos e as autarquias continuam a financiar, direta ou indiretamente, através do apoio às festas locais, as touradas. Mesmo assim, não andaremos longe da verdade se dissermos que o dinheiro dos nossos impostos que foi transferido para aos bolsos de alguns terá no mínimo sido superior a quatrocentos mil euros. Manuel Oliveira 6 de Novembro de 2012 Boletim Terra Livre, nº 51, Novembro de 2012

sábado, 8 de janeiro de 2011

aqui ao lado a civilização está mais perto


Enquanto que pelo nosso arquipélago haja quem considere as touradas uma arte, sem ter noção do que é a arte, considere cultura, sem ter noção do que pode ser cultura, quem considere património cultural, desconhecendo o conceito de património cultural e pior...quem goste e aceite que tais actos sejam praticados nos dias de hoje, os espanhóis já estão alguns séculos à nossa frente.
Mais longe da barbárie e selvajaria e mais perto da civilização.

Depois de quase uma centena de municípios declarados anti-tourada, uma região que proíbe o sofrimento como diversão agora também a TVE, televisão do estado, vai deixar de transmitir touradas, com a plena consciência de que estas não são mais do que um acto de violência gratuita e injustificada contra animais.

(ver noticia aqui)

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Retirar o apoio do Bloco de Esquerda a Salvaterra de Magos


Depois da noticia de ontem sobre o "Rodeo" realizado em Salvaterra de Magos, única autarquia do Bloco (ver aqui), foi criada uma petição a pedir à Coordenação do Bloco de Esquerda que retire a confiança politica a Ana Cristina Ribeiro, candidata independente, aficcionada e defensora de touros de morte, com o apoio do Bloco.






Assine!
http://www.peticao.com.pt/ana-cristina-ribeiro





quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Turistas feridas numa Tourada à Corda nos Biscoitos

Bom dia,
estou escrevendo esta carta pra lamentar um acidente que aconteceu na tourada em Biscoitos no dia 29 agosto.
Fui aì com oitos amigos, todos italianos pra ver a tourada e ficamos numa tasca pra comer algo esperando o inicio da segunda tourada mas ninguem advisou-nos do perigo de ficar naquele lugar.
O resultado foi duas raparigas feridas. Francesca tem as marcas do touros nas pernas e na bariga e Tiziana esta com uma cicatriz no queixo e com um dente quebrado. Temos que agradecer Deus que nao aconteceu nada de pior !
Tenho que agradecer tambem o moço que deu o primeiro soccorro, os bombeiros que levara-las ao hospital de Angra, o pessoal tudo do hospedal, que foi muito profissional e cuidou muito das raparigas e com muito carinho assim como o agente que estava presente no hospital.
Nao podemos dizer o mesmo do agente que atendeva ao posto de policia em Angra, que tratou nos com muita ma educaçao (pra usar um eufemismo).
Nao estou escrevendo pra lastimar ou queixar-me do que aconteceu...passou e acho que foi um milagre, mas quero aconselhar os senhores para dar mais atençao nos turistas durante as touradas.
Tem que dar no punto de informaçao turistica alem do horario delas tambem informaçoes sobre elas, como funcionas, qual sao as lugares mais perigosas e em cima de tudo que pode ser mortais.
Nos sò sabiamos que acontecevam nas ruas e por isso ficamos perto da tasca, achando isso um lugar tranquilo e que logo alguem teria fechado a grade...quem podiam imaginar que era ai que eles "convidavam" o touro...
Alem disso acho que precisa uma ambulancia sempre presente...esperamos muito pra ela embora todos dissem que tinham jà chamada.
Encontramos muitos turistas na nossa viagem nas ilhas e acho que eles sao muitos uteis pela economia dos Açores..por isso cuidar deles è fundamental...nao è ?

atenciosamente
Cristina Vuerich

Fonte: Candillhes



domingo, 30 de agosto de 2009

Tarefa de Domingo: Ajudar os animais


Perca 30 minutos do seu dia para mostrar aos governantes de Portugal que o bem-estar animal diz-nos respeito!

Assine as seguintes Petições:

Ribeira Grande: Cidade anti-touradas e anti-espectáculos com animais (aqui)

Por uma campanha urgente e nacional de esterilização de Cães e Gatos (aqui)

São Miguel - Ilha Livre de Touradas (aqui)

Não à Tourada, Sim à Cultura (aqui)

Por Uma Ciência a Sério: cartas de protesto contra a construção de um Biotério em Portugal (aqui)


E ainda os animais na casa do vizinho...

Pedir a Zapatero para banir as Touradas (aqui)


sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Portugal já foi um país sem Touradas


No Reinado de D. Maria II, em que o Ministro do Reino foi Passos Manuel, estiveram proibidas as touradas em todo o país. No ano de 1836, Passos Manuel promulgou um Decreto proibindo as touradas em todo o país (Diário do Governo nº 229, de 1836):

“Considerando que as corridas de touros são um divertimento bárbaro e impróprio de Nações civilizadas, bem assim que semelhantes espectáculos servem unicamente para habituar os homens ao crime e a ferocidade, e desejando eu remover todas as causas que possam impedir ou retardar o aperfeiçoamento moral da Nação Portuguesa, hei por bem decretar que de hora em diante fiquem proibidas em todo o Reino as corridas de touros.”


Fonte: Zé Touro

Em 1836 o país já se tinha apercebido que as Touradas são uma barbaridade e improprias de uma nação civilizada. Em 2009 parece que já ninguém tem noção disto...


quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Ainda a Tourada na Caloura



De acordo com o Correio dos Açores de hoje, o presidente da Câmara da Lagoa já se disponibilizou para pagar alguns prejuízos.

Esperamos que não seja com dinheiro público.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Pescadores contestam tourada na Caloura


A tourada promovida pela Câmara Municipal da Lagoa, no passado dia 17, no porto da Caloura (São Miguel, Açores) foi responsável pelo albaroamento e afundamento de um barco de pesca, tendo três pescadores sofrido ferimentos ligeiros.

Maria Lopes, proprietária do barco manifestou-se contra as touradas naquela localidade e de acordo com a reportagem da RTP-A os pescadores exigem o pagamento dos prejuizos porque não gostam nem querem touradas à corda no porto da Caloura.


A reportagem pode ser vista aqui: http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?tvprog=1505&idpod=28633&formato=wmv&pag=recentes&escolha=

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Cultura, ambiente e touradas


Tenho notado ultimamente que correm desejos de implementar a tourada à corda em S. Miguel, e até mesmo já se realizaram vários desses espectáculos, ao que parece com o acolhimento da massa acrítica local. Promover touradas à corda em S. Miguel, é o mesmo que colocar uma caprichosa praxe, aonde ela nunca teve existência. É o mesmo que impingir uma cultura ou evento popular, quando este nunca pertenceu ao passado desse local. Cheira a coisa importada, ou por negócio interesseiro ou por aproveitamento, com finalidades de duvidoso eleitoralismo. Porque é sempre mais fácil apelar à ignorância e aos instintos primários, do que motivar nas pessoas o gosto pelos melhores e mais frutuosos horizontes culturais. O curioso e até paradoxal é que são algumas autarquias a validarem estas iniciativas, na intenção óbvia de captar simpatias. Porém e sem que me mova qualquer intenção fundamentalista, respeito a prática desse espectáculo nos lugares ou ilhas onde tem forte raiz cultural e popular e não vejo qualquer utilidade cultural e até civilizacional na sua implantação, em ilhas ou lugares onde tal prática nunca existiu. Teremos que ter ainda em conta que a utilização de animais para espectáculos em que eles possam ser violentados é hoje uma questão civilizacional, a que muitos se opõem, invocando os direitos dos próprios animais. Em suma, creio também que esta questão é também ambiental, pois tem reflexos na qualidade das características dos lugares e no comportamento das pessoas. Não sou dos que entendem o ambiente apenas em relação a certos aspectos evidentes, mas sim que a qualidade ambiental de um lugar abrange tudo o que pode corromper e prejudicar as harmonias próprias e as características locais. Apelo por isso também às várias associações ecológicas de S. Miguel que se pronunciem sem reservas sobre este processo que se está tentando implantar em S. Miguel, de uma forma sub-reptícia, mas que terá apoios onde eles não deviam existir, ou seja em autarquias locais com responsabilidades sociais e educacionais. ||

António Eduardo Soares de Sousa, arquitecto

Fonte: Açoriano Oriental, 17 de Agosto de 2009

sábado, 15 de agosto de 2009

Agradeça à Câmara Municipal da Marinha Grande

Por favor, envie a seguinte mensagem de agradecimento – ou escreva a sua própria mensagem, se preferir – aos decisores municipais da Marinha Grande, congratulando-os por não terem autorizado esta tourada e pedindo-lhes que transformem esta louvável decisão numa medida mais abrangente: a de não voltarem a permitir que o concelho da Marinha Grande possa alguma vez voltar a ser palco de touradas. Por favor, envie a sua mensagem para: alb.cascalho@cm-mgrande.pt; gap@cm-mgrande.pt; relacoes.publicas@cm-mgrande.pt; sergio.moiteiro@cm-mgrande.pt; joao.pedrosa@cm-mgrande.pt; artur.oliveira@cm-mgrande.pt; geral@cm-mgrande.pt; Com Conhecimento (Cc) a: campanhas@animal.org.pt.

Mensagem Sugerida


Exm.º Senhor Presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande

Ex.mos Senhores Vereadores da Câmara Municipal da Marinha Grande

Excelências,

Acabei de saber que a Câmara Municipal da Marinha Grande tomou a corajosa e louvável decisão de não autorizar a tourada que o empresário João Oliveira pretendia organizar na Praia da Vieira de Leiria – inicialmente anunciada para 19 de Julho mas entretanto adiada para 16 de Agosto.

Quero, pois, expressar o meu contentamento relativamente a esta medida, bem como as minhas mais sinceras felicitações e agradecimentos à Câmara Municipal da Marinha Grande, na pessoa de V. Ex.as, por não terem autorizado este espectáculo de tortura de animais – do qual, muito sintomaticamente, até a corporação de bombeiros local se dissociou, o que é especialmente notável considerando que esta instituição havia originalmente sido mencionada como beneficiária da dita tourada. É com enorme satisfação que registo que tanto os Bombeiros Voluntários da Vieira de Leiria como a Câmara Municipal da Marinha Grande foram sensíveis aos apelos de milhares e milhares de portugueses que se preocupam com os animais, tendo ambas as instituições, em ângulos diferentes mas igualmente importantes, decidido não cooperar com este evento de violência contra animais que mancharia o concelho que V. Ex.as administram.

A Marinha Grande é, felizmente, uma cidade que não tem qualquer tradição ou actividade tauromáquica e que, ao invés disso, tem antes uma admirável história de lutas cívicas e políticas por direitos fundamentais. É especialmente por isso que acredito que a Marinha Grande não deve, em circunstância alguma, ser palco de uma actividade terrível de tortura de animais, que ofende os mais elementares princípios éticos, assim como se opõe ao progresso moral, social e político que todas as cidades devem prosseguir e cultivar e que a Marinha Grande deve certamente cultivar especialmente, dado o seu histórico.

Reitero, por isso, o meu apelo para que a Câmara Municipal da Marinha Grande não autorize qualquer evento tauromáquico neste concelho, agora ou em qualquer outro momento futuro, sendo certo que, se o V. Município proceder desta forma, nomeadamente se o fizer declarando a Marinha Grande uma “Cidade Anti-Touradas” tal como a Câmara Municipal de Viana do Castelo procedeu na belíssima cidade minhota que administra, será ainda mais felicitada do que já está a ser por esta decisão quanto a esta tourada em particular.

Agradecendo novamente a atenção de V. Ex.as e ficando na expectativa de uma resposta a esta mensagem, que espero que possa ser positiva,

Com os meus melhores cumprimentos,

[Indique o SEU NOME AQUI]
[Indique a SUA CIDADE AQUI]
[Indique o SEU ENDEREÇO DE E-MAIL AQUI]

Marinha Grande de Parabéns


Depois dos Bombeiros terem percebido (ver aqui), a Câmara Municipal também percebeu:

"Por considerar que a Marinha Grande "não é, em termos do seu património histórico e cultural, um concelho ligado às tradições tauromáquicas" e ainda porque "no caso em apreço não existe qualquer fim de interesse social associado à realização do evento, que se traduz numa iniciativa de mero cariz comercial e com natureza exclusivamente lucrativa", a Câmara local indeferiu o pedido de João Paulo de Oliveira Barbosa para a realização de uma corrida de toiros agendada para o próximo domingo, dia 16, junto à foz do Rio Lis, na Praia de Vieira de Leiria.
O organizador da corrida é o mesmo empresário que já este ano viu proibída pela Câmara de Braga uma corrida na cidade dos arcebispos e que mais recentemente se viu envolvido em grande polémica depois de ter sido acusado pelo pai da criança vítima de paralisia cerebral para quem se destinava a receita de uma tourada que organizou em Vizela."


Fonte: Animal

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Carta Aberta ao Presidente da Câmara Municipal da Lagoa (São Miguel- Açores)

Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Lagoa,


Embora não nos tenha surpreendido, tomamos conhecimento que a autarquia presidida por V. Ex.ª, não satisfeita com os erros já cometidos, vai voltar a promover mais uma tourada à corda no concelho da Lagoa.

Se já era estranho organizar uma tourada, na ilha de São Miguel, com o objectivo de pretensamente promover o mundo rural mais estranho é integrar uma tourada numa festa de homenagem a uma comunidade piscatória como a da Caloura.

Como pessoa com um grau de instrução de nível superior, julgávamos que teria a criatividade e o bom senso de, em vez de utilizar um pseudo espectáculo que torna as pessoas mais insensíveis ao sofrimento (ao bem estar) dos animais e das próprias pessoas, socorrer-se de outros meios que pudessem aliar o divertimento à formação cultural e cívica da população local

Com a promoção de touradas a Câmara Municipal da Lagoa não está a contribuir para a elevação cultural e espiritual da população concelhia, nem está a promover o turismo. Pelo contrário, está a usar a arma do populismo, pensando conquistar votos, e a colaborar com uma elite da Terceira que pretende levar a tourada a ganhar novos públicos com vista a abrir caminho para a legalização da Sorte de Varas e dos Touros de Morte nos Açores.

Embora com pouca esperança em sermos atendidos, vimos apelar a V. Exa. para que volte atrás na sua intenção e use o dinheiro em causa para apoiar, ainda mais, uma ou várias instituições da freguesia de Água de Pau, como as equipas de formação do Santiago Futebol Clube, a Banda Filarmónica Fraternidade Rural, o Grupo Folclórico Jovem Pauense, o Centro Cultural da Caloura, etc., ou instituir bolsas de estudo destinadas a jovens pauenses.

Terminaríamos, com uma questão: “Será que o concelho da Lagoa e no caso presente a freguesia de Água de Pau é tão pobre culturalmente (ou não tem as suas próprias tradições) que necessita de importar tradições de outras paragens?”


Com os melhores cumprimentos,


Afonso Almeida

Alberto Francisco Albertino Monteiro

Alexandra Manes

Ana Catarina Rodrigues

Ana Loura

Ana Taveira

Ana Teresa Fernandes Bahia Simões

Ana Teresa Simões

Andrea Fernandes Simões Ribeiro

António Eduardo Soares de Sousa

Bárbara Bernardino

Bernardo Ribeiro

Carlos Gouveia

Cassilda Pascoal

Catarina Mariz

Celme Tavares

Clara Martins

Clara Patuleia

Cláudia Nunes da Costa Gomes

Cláudia Tavares

Constança Quaresma

Cristina Alexandra Raposo Monteiro

Cristina D'Eça Leal Soares Vieira

Débora Cabral

Diogo Gonçalves

Diogo Santos Caetano

Duarte Claudio da Costa Gomes

Dulcineia Guerra

Eva Almeida Lima

Fábio André Pereira

Francisca Catarino

Felipe Sousa Lima

Fernanda Cabral

Filipa Vieira de Pina

Filipe Pereira

Gabriela Mota Vieira

Gabriela Oliveira

Gabriela Ferraz Lúcio de Sales

George Hayes

Gisela Melo

Gonçalo Duarte

Gonçalo de Portugal

Isabel Estrela Rego

João Gonçalves

João Pacheco

João Pinto

Joana de Sousa Quental Mota Vieira

Joana D'Eça Leal Soares Vieira

Joana Gonçalves

Joaquim Bernardino

Joaquim Pessoa de Morais

José Albano Vieira Tavares

José Guilherme Couto

Júlia Bentz

Leonor Quaresma

Lúcia Oliveira Ventura

Lúcia Tavares de Sousa

Marco Cabral

Margarida Diniz

Margarida Pereira Benevides

Maria de Lurdes Fernandes dos Santos Teodoro

Maria Elvira Almeida

Maria José Lemos Duarte

Maria Lopes

Mário Carvalho

Maria Clementina Prieto

Maria da Lurdes Fontes

Maria do Carmo Franco Fernandes

Maria do Carmo Medeiros Franco Fernandes

Maria Catarina Rodrigues Cabral Oliveira

Mário Furtado

Maria Helena D'Eça Leal

Maria Manuela da Mota Âmbar de Melo

Maria Manuela Forjaz Sampaio

Maria Margarida Soares de Sousa

Marta Sofia Fernandes Teodoro

Marta Valente

Miguel Carvalho

Miguel Fontes Cabral

Miguel Wallenstein

Mónica Santos

Nelia Maria Nunes da Costa Gomes

Nelson Manuel Furtado Correia

Nuno Pascoal

Pedro Pacheco

Pedro Soares Vieira

Raquel Gomes

Raquel Michielsen Ramos

Rita Bernardino

Rita Sousa Melo

Rodrigo Rivera

Rúben Cabral

Rui Alberto da Silva Vaz Teixeira

Rui Moniz

Rui Santos

Sara do Canto

Sebastião Barreiras

Sílvia Barbosa Melo

Sofia Teixeira

Teófilo Soares de Braga

Teresa Cotta

Tiago Pereira

Vera Borges

Verónica Patricia Silva Melo

Vitor Hugo Soares Carvalho

Victor Manuel Brás Neves Teodoro

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Ribeira Grande: Cidade anti-tourada e anti-espectáculos com animais


Objectivo:

Entregar 1000 assinaturas ao próximo Presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande e Assembleia Municipal.

Por uma cidade mais digna e em prol do respeito pelo animal e ser humano.


Ajude a chegar às 1000!