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terça-feira, 4 de agosto de 2009

Sintra voltou atrás?

Por favor, leiam, mandem aos vossos amigos e enviem esta carta para:geral@cm-sintra.pt; gmvm@cm-sintra.pt

Exm.º Senhor Presidente da Câmara Municipal de Sintra
Exm.º Senhor Vereador do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Sintra
Exm.ª Senhora Médica Veterinária Municipal da Câmara Municipal de Sintra

Excelências,

Em Abril do ano corrente, a Assembleia Municipal de Sintra aprovou o chamado “Regulamento Municipal de Animais do Concelho de Sintra”, que, entre outras medidas que incorpora, prevê que (e tal como está ainda anunciado no site deste município, em http://www.cm-sintra.pt/NoticiaDisplay.aspx?ID=5442):

“[…] a Câmara de Sintra assume que o apoio institucional ou a cedência de recursos, por parte da autarquia, para a realização de espectáculos com animais fica condicionado pela não existência de actos que inflijam sofrimento físico ou psíquico, lesionem ou provoquem a morte do animal. A realização de espectáculos com fins comerciais, desportivos, beneméritos ou outros em que estejam envolvidos animais, respeita o disposto na Lei e nos Regulamentos Municipais, i.e., fica sujeita ao parecer prévio e vinculativo do Médico Veterinário Municipal”.

Considerando que Sintra não tem praça de touros fixa e que a instalação de qualquer praça de touros desmontável no concelho carece, obrigatoriamente, de autorização camarária, nomeadamente nos termos do anunciado neste Regulamento Municipal de Animais de Sintra, sob a vigência do qual nenhum espectáculo tauromáquico poderia, ante um parecer da Médica Veterinária Municipal, ser considerado aceitável, a implicação mais óbvia do dito Regulamento Municipal era e é de que nenhum espectáculo tauromáquico voltaria a ser autorizado em Sintra.

Ora, encontra-se anunciada uma tourada para o dia 26 de Agosto, na localidade de Nafarros, em Sintra, tal como está a ser divulgado por sites tauromáquicos, de entre os quais se destaca o seguinte: http://www.tourobravo.com/Noticias/Noticia.aspx?Key=579.

Desde Abril passado, altura em que o dito Regulamento foi aprovado, que acredito que Sintra é, para todos os efeitos, uma vila livre de espectáculos tauromáquicos. Desde Abril passado que, como consequência da tomada de decisão de V. Ex.as a que na presente mensagem faço referência, eu e muitos outros portugueses acreditamos que Sintra não voltaria atrás, sendo palco de actividades aviltantes de tortura de animais como são as touradas. E isso é algo em que quero continuar a acreditar.

Neste sentido, venho pedir a V. Ex.as, explícita e especificamente, que, nos termos do anunciado quando foi aprovado o “Regulamento Municipal de Animais de Sintra”, a Câmara Municipal de Sintra não autorize a tourada anunciada para a localidade sintrense de Nafarros, programada para 26 de Agosto, ou qualquer outra actividade tauromáquica no concelho de Sintra, nessa data e local ou em qualquer outra data ou local.

Agradecendo antecipadamente a atenção de V. Ex.ª e ficando na expectativa de uma resposta a esta mensagem, que espero que seja positiva,

Com os meus melhores cumprimentos,

[Indique o SEU NOME AQUI]
[Indique a SUA CIDADE AQUI]
[Indique o SEU ENDEREÇO DE E-MAIL AQUI]

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

sábado, 1 de agosto de 2009

Bombeiros da Vieira de Leiria em defesa dos Animais

De acordo com notícia publicada no jornal da Marinha Grande de 23 de Julho, a «Comissão Pró-Ambulância dos Bombeiros Voluntários de Vieira de Leiria resolveu deixar de apoiar a tourada agendada inicialmente para dia 26 de Julho e que foi adiada para 2 de Agosto». Esta tourada também já tinha sido agendada para dia 19 de Julho e adiada.

«Segundo o JMG conseguiu apurar, na base desta tomada de decisão terá estado o facto…» «…aliado ao facto de haver um movimento anti-touradas que chamava a atenção para o sofrimento a que os animais são submetidos nas touradas.»

Por enquanto a tourada «mantém-se agendada para dia 2 de Agosto com organização a cargo de empresas do sector» e este movimento anti-touradas tudo continuará a fazer para que ela não seja autorizada e não se venha a realizar.

Os Bombeiros Voluntários da Vieira de Leiria tiveram uma atitude muito correcta ao serem humanitários e tomarem, com grande sentido de ética, esta decisão de se dissociarem da corrida de touros em causa. Merecem toda a consideração e apoio da população. Parabéns!

(in Marinhenses Independentes Anti-Touradas)

Tourada nas Capelas

(foto tirada daqui)

São Miguel recebe mais uma vez um dos espectáculos mais tristes do mundo. Depois da Lagoa segue-se as Capelas.

Não querendo tornar o assunto politico, apesar de também o ser, começa a ser difícil não reparar em quem se empenha tanto em importar esta tradição.
Imagine-se, Ponta Delgada em mais de 20 freguesias apenas 2 são do Partido Socialista sendo as Capelas, claro está, uma delas.

Bem se sabe que a Sorte de Varas voltará à Assembleia Regional, em breve. E voltará todas as vezes que forem necessárias até ser legislada.
Da ultima vez houve um descontentamento generalizado da população perante a possibilidade de legislar a barbaridade, resultando no "sumiço" de "um deputado do Sim" do PS na hora da votação.
O esquema não poderá ser usado todas a vezes e se mais uma vez houver liberdade de voto os deputados deixam, tal como deixaram, de representar quem os elegeu para se representarem a si próprios e interesses pessoas e de conhecidos.

Dizem os políticos que "é em São Miguel que se ganha as eleições".
Enquanto São Miguel não gostar de touradas não haverá Sorte de Varas.
Os autarcas socialistas micaelenses arregaçaram as mangas e decidiram tratar do assunto.

E mais uma vez para interesses económicos de uma minoria e diversão de outra minora, os animais são sujeitos a uma vida miserável, vitimas do egoísmo e pequenez do Homem.



quinta-feira, 23 de julho de 2009

250 mil touros são torturados e mortos em touradas a cada ano


20 de julho de 2009

Por Adriane R. de O. Grey (da Redação-Austrália)


Todos os anos, 250 mil touros são vítimas de um sofrimento prolongado e torturante e de uma morte lenta, resultante da indústria das touradas nos nove países onde esta prática vergonhosa e perversa é permitida. 60 mil destas mortes ocorrem na Espanha.

A Care2, uma comunidade online que pretende educar e instrumentalizar pessoas para uma vida mais saudável, além de defender várias causas de direitos humanos, está promovendo um abaixo-assinado endereçado ao presidente espanhol, Jose Luis Rodriguez Zapatero, requerindo a abolição deste “esporte” cruel e sangrento de seu país.

Enquanto muitos de nós ainda possivelmente imaginemos que este embate caracterize-se por um só golpe fatal e rápido desferido pelo toureiro no coração do touro, talvez numa tentativa de aceitar e justificar o “espetáculo” vergonhosamente retratado como tradição cultural e entretenimento, a realidade da arena revela-se bem diferente: o animal é repetidamente esfaqueado enquanto que, vagarosamente enfraquecido, sangra até a morte.

O tratamento desumano não acontece apenas no momento em que a brutalidade e a covardia tornam-se “espetáculo” na arena, mas estende-se aos seus bastidores. Na preparação para o enfrentamento, os touros são debilitados intencionalmente, por meio de sacos de areia colocados em suas costas, pela raspagem das guampas que compromete seu equilíbrio no combate e pela administração de drogas que diminuem sua força natural.

Defendendo seus interesses, a indústria tauromáquica alega que gera dinheiro e empregos para a Espanha. O que é fato: um número muito pequeno de pessoas detém o lucro deste “negócio”, que não retorna amplamente para outros setores da sociedade. Menos de 400 pessoas estão empregadas permantemente pela indústria tauromáquica no país. As atividades tauromáquicas são, na realidade, fortemente subsidiadas pelo governo que destina a elas mais de 530 milhões de euros do dinheiro dos contribuintes. Segundo o movimento espanhol SOS Stop Our Shame, apenas 30% da população apóia as touradas. Dos outros 70%, 30% é declaradamente contra e 40% não apresenta o menor interesse nelas.

Em 2007, o PETA comemorou uma pequena mas significativa conquista na luta por sua abolição. A TV Pública Espanhola retirou a transmissão ao vivo de touradas de sua programação devido à preocupação de expor crianças a uma prática tão violenta. A decisão não foi largamente divulgada, atitude que demonstraria ser a atividade tauromáquica muito mais prejudicial do que se pretende reconhecer publicamente.

Na sociedade contemporânea, em que a quantidade e a qualidade de informação disponível deveriam permitir um entendimento e um reconhecimento da exploração e sofrimento animal muito além da justificativa clichê da tradição cultural, esperar-se-ia uma consequente elevação moral nossa, para a qual práticas como as touradas seriam absolutamente injustificáveis e inaceitáveis como esporte ou entretenimento. Se você compartilha este sentimento conosco, acesse o link e assine a petição:


http://www.thepetitionsite.com/takeaction/638133842.