segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Primeira Damas Fur-Free


É oficial: o guarda roupa de Michelle Obama não tem peles. De acordo com o blog sobre moda The Cut e o The Washington Times, Carla Bruni, primeira dama Francesa, escreveu à PETA, anunciando a sua posição de não usar peles.
A assessora de imprensa de Michelle Obama confirmou de seguida que a primeira dama Americana também não usa peles.

Apesar de ser bom saber que as primeiras damas não usam peles, na carta de Carla Bruni, dirigida à PETA, dizia que não era vegetariana e usava couro de animais criados para alimentação.
Bem, também não devíamos criar animais para alimentação.

Visto que as duas primeiras damas são “buddies”, convencendo Michelle Obama a se tornar Vegan e a não usar couro, talvez possa convencer a amiga Bruni? Se calhar precisamos de Dennis Kucinich (congressista americano Vegan) para lhe dar a volta?

fonte: http://animalrights.about.com/


quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Heath Ledger: Direitos dos Animais

Uma das paixões de Heath Ledger era os Animais.
O Video Clip realizado pelo actor sobre a (anti)caça às Baleias, foi lançado esta semana na internet.




Modest Mouse - King Rat


Fonte: The Guardian

Ao que ninguém liga


CIRCO
Que tipo de ser humano transforma um animal majestoso em um boneco? O homem, o dono de circo e, consequentemente, o homem, o espectador. Temos o dever moral de boicotar os circos que exibem animais nos seus shows. Um espectáculo circense cujas estrelas são seres humanos, fortes, hábeis, com equilíbrio fora do comum, como o Circo de Soleil, por exemplo, este sim é um grande espectáculo.











PELES

Existem relatos de viagens à China onde é possível encontrar diversos armazéns, repletos de peles de cães e gatos,

peles de gatos malhados e de pastores alemães, somos sufocados pela grandeza do sofrimento presente até no ar que respiramos; sabemos que todos estes animais tiveram uma morte agonizante, estrangulados, afogados ou sangrando até a morte.

Muitos tiveram a sua pele retirada enquanto ainda vivos. Numa viagem recente à China defensores dos direitos dos animais depararam com uma descoberta aterradora: enormes quantidades de pele de cachorro a serem tingidas de preto ou castanho, tornando-as virtualmente indistinguíveis de outros tipos de peles, como a de raposa ou vison, funcionários embalam centenas de peles tingidas e prontas para comercialização em caixas destinadas à exportação.


TESTES EM ANIMAIS

Todos os anos, milhares de novos cosméticos, produtos de limpeza e de higiene pessoal são lançados no mercado. Potencialmente, muitos deles foram testados em animais em vários estágios do seu desenvolvimento. Antes de aparecerem nas estantes do supermercado, esses produtos passam por um longo e complexo processo de experiência que deixam milhões de animais mutilados, queimados, envenenados e expostos à acção de gases em testes ultrapassados e desnecessários.
Os fabricantes alegam que os testes garantem a segurança dos produtos utilizados em circunstâncias normais ou em caso de algum acidente, como a ingestão dos mesmos. O verdadeiro interesse, no entanto, é limitar a responsabilidade da companhia perante um possível caso de acção judicial movida por um consumidor.
Produtos comprovadamente tóxicos que foram testados em animais são regularmente introduzidos no mercado. Não importa a quantidade de testes aplicados em animais; isso não altera o fato de que muitos desses produtos são danosos se ingeridos ou se utilizados inadequadamente. Além disso, muitos desses produtos não fornecem informações sobre os tratamentos efectivos em casos de danos de saúde. Eles se limitam a indicar a toxidade e é só.
Em 1998, a Inglaterra decretou a proibição de testes em animais no processo de fabricação de cosméticos. É um importante passo no caminho da libertação daqueles que nada fizeram para merecer tamanha crueldade.


Teste de Draize
É utilizado para medir a acção nociva dos ingredientes químicos encontrados em produtos de limpeza e em cosméticos. São observadas as reacções causadas à pele e aos olhos de animais.
O teste Draize para a irritação da pele consiste em imobilizar o animal enquanto substâncias são aplicadas em peles raspadas e feridas (fita adesiva é pressionada firmemente na pele do animal e arrancada violentamente; repete-se esse processo até que surjam camadas de carne viva).
Os coelhos são os animais mais utilizados nos testes Draize porque são baratos e fáceis de manusear. Seus olhos grandes facilitam a observação dos resultados.

No entanto, os olhos de coelho são um modelo pobre para os olhos humanos:

• A espessura, estrutura de tecido e bioquímica das córneas do coelho e do humano são diferentes;
• Coelhos têm dutos lacrimais mínimos (quase não produzem lágrimas);
• Resultados de testes são sujeitos às interpretações ambíguas; o que aparenta ser um dano grave para um técnico pode parecer brando para um outro.

Lethal Dose 50 Percent
Abreviatura do termo em inglês Lethal Dose 50 Percent (dose letal de 50%). É o teste para detectar qual quantidade da substância que matará a metade do grupo de animais, num tempo pré-determinado, se ingerida ou inalada forçadamente ou, então, exposta de alguma maneira. Criado em 1920, o teste serve para medir a toxicidade de certos ingredientes.
Cada teste LD-50 é conduzido por alguns dias e utiliza 200 ou mais animais. Durante o período de teste, os animais normalmente sofrem de dores angustiantes, convulsões, diarreia, supuração e sangramento nos olhos e na boca. No fim do teste, os animais que sobrevivem são sacrificados.
Esse teste prova ser ineficaz porque os resultados variam muito dependendo da espécie de animal utilizado.

Existem várias alternativas para o experimento animal:
• Simulações por computador
• Utilização de culturas de células (in vitro) para estudos de toxicidade e irritação
• Utilização de olhos humanos dos bancos de olhos ou das membranas de ovos de galinha
• Utilização de tecido humano: o laboratório Pharmagene, na Inglaterra, vem desenvolvendo a técnica de stock de tecidos humanos retirados durante a biopsia ou algum tipo de tratamento de pacientes hospitalizados
• Voluntários humanos

fonte: http://direitosdosanimais.no.sapo.pt/







Animais para Alimentação


CRIAÇÃO INTENSIVA:
as galinhas passam a vida inteira sem se poder locomover, pisando em fios de arame, sem descanso para os pés, com a luz acesa 24 horas por dia. Gado e porco ficam confinados sem possibilidades de andar e ver a luz do sol.


As porcas matrizes são confinadas em pequenas baias, para que não se mexam e permitam que os porquinhos mamem sem parar pois, desta forma, se desenvolvem mais rápido. Tão logo sejam desmamados, a fêmea terá seu cio induzido, emprenhará e voltará à rotina cruel...


PATÊ DE FÍGADO DE GANSO:
São usados, por ano, cerca de 10 milhões de gansos e patos para a produção do patê de foie gras. As aves são mantidas, por toda a sua curta vida, em confinamento permanente dentro de gaiolas mínimas, o que as impede de fazer qualquer movimento. Alimentadas de 3 a 5 vezes ao dia – quando são seguradas pelo pescoço --, têm seus bicos abertos, onde é introduzido um cano metálico de 20 a 30 cm de comprimento, que chega até o estômago do animal.
Uma alavanca então é accionada e bombeia, de uma vez, através desse cano, uma mistura de milho, gordura e sal. Cada ave é forçada a ingerir até 3,5 kg dessa ração por dia, o que equivale a um ser humano ser forçado a comer 12,5 kg de macarrão por dia. Após a alimentação, um anel elástico é apertado no pescoço da ave para impedir que regurgite. Após 4 semanas de alimentação forçada, o animal é morto e seu fígado, retirado para produzir o patê.


VITELA:
A trajectória de sofrimento do bezerro começa já no 1º dia de vida, quando é apartado da mãe e trancado em um compartimento que não oferece espaço para que se movimente. Muitos não permitem até que o animal se deite. E isso por cerca de seis meses. A intenção é impedir o desenvolvimento da musculatura e garantir a carne tenra. A alimentação é feita apenas com leite. "Privar o bezerro do consumo de fibras e minerais presentes nas pastagens gera uma deficiência de ferro que pode levar à anemia", explica o veterinário José Luciano Andriguetto, professor do Departamento de Zootecnia da Universidade Estadual do Paraná. Para evitar que os animais adoeçam, os produtores geralmente fornecem grande quantidade de antibióticos. Com 4 a 6 meses de vida, os bezerros são retirados do compartimento. Experimentam a liberdade em alguns passos trôpegos e vão direitos para o abate.

O caso dos porcos, transportados em veículos superlotados chegam aos locais de abate ou de criação e são enjaulados, privados de movimentos.

fonte: http://direitosdosanimais.no.sapo.pt/


terça-feira, 4 de agosto de 2009

Pequenos Gestos - Nozes de Saponária


Nozes de Saponária

Podem ser utilizadas para substituir o detergente da máquina de lavar roupa, da máquina de lavar louça, o detergente manual para a louça, o limpa-vidros, o lava-tudo, o detergente auto, o champô para animais, o repelente para os insectos das plantas.

Ainda dispensa o amaciador e o abrilhantador, pois a roupa fica macia e a louça brilhante. Mesmo nas roupas mais delicadas as nozes são eficazes, preservando as cores. As nozes de saponária são ainda ecológicas, uma vez que não poluem a água nem o ambiente e que evitam desperdício de inúmeras embalagens. Este detergente alternativo é ainda 100% biodegradável, pois quando as nozes estiverem secas e escuras (sinal de que toda a saponina já foi retirada) pode usá-las como adubo para as plantas ou juntá-las ao composto.

Pequenos Gestos - Champo Ecológico


Champo Ecológico I Love my Planet.


Champo de brilho certificado Ecolabel, certificado ecológico Europeu:


Uma fórmula facilmente biodegradavel; uma embalagem reciclavel, um modo de produção que repeita ambiente e com controlo do principio ao fim; um produto tão eficaz como outro, NÃO TEM COMPOSTOS DE ANIMAIS E NEM TESTAM EM ANIMAIS.O preço é acessivel e ainda plantam uma árvore por cada champo comprado!

É da marca Yves Rocher. Encomendado por catálogo.(Contactar raquelmichielsen@gmail.com para mais informação)

Sintra voltou atrás?

Por favor, leiam, mandem aos vossos amigos e enviem esta carta para:geral@cm-sintra.pt; gmvm@cm-sintra.pt

Exm.º Senhor Presidente da Câmara Municipal de Sintra
Exm.º Senhor Vereador do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Sintra
Exm.ª Senhora Médica Veterinária Municipal da Câmara Municipal de Sintra

Excelências,

Em Abril do ano corrente, a Assembleia Municipal de Sintra aprovou o chamado “Regulamento Municipal de Animais do Concelho de Sintra”, que, entre outras medidas que incorpora, prevê que (e tal como está ainda anunciado no site deste município, em http://www.cm-sintra.pt/NoticiaDisplay.aspx?ID=5442):

“[…] a Câmara de Sintra assume que o apoio institucional ou a cedência de recursos, por parte da autarquia, para a realização de espectáculos com animais fica condicionado pela não existência de actos que inflijam sofrimento físico ou psíquico, lesionem ou provoquem a morte do animal. A realização de espectáculos com fins comerciais, desportivos, beneméritos ou outros em que estejam envolvidos animais, respeita o disposto na Lei e nos Regulamentos Municipais, i.e., fica sujeita ao parecer prévio e vinculativo do Médico Veterinário Municipal”.

Considerando que Sintra não tem praça de touros fixa e que a instalação de qualquer praça de touros desmontável no concelho carece, obrigatoriamente, de autorização camarária, nomeadamente nos termos do anunciado neste Regulamento Municipal de Animais de Sintra, sob a vigência do qual nenhum espectáculo tauromáquico poderia, ante um parecer da Médica Veterinária Municipal, ser considerado aceitável, a implicação mais óbvia do dito Regulamento Municipal era e é de que nenhum espectáculo tauromáquico voltaria a ser autorizado em Sintra.

Ora, encontra-se anunciada uma tourada para o dia 26 de Agosto, na localidade de Nafarros, em Sintra, tal como está a ser divulgado por sites tauromáquicos, de entre os quais se destaca o seguinte: http://www.tourobravo.com/Noticias/Noticia.aspx?Key=579.

Desde Abril passado, altura em que o dito Regulamento foi aprovado, que acredito que Sintra é, para todos os efeitos, uma vila livre de espectáculos tauromáquicos. Desde Abril passado que, como consequência da tomada de decisão de V. Ex.as a que na presente mensagem faço referência, eu e muitos outros portugueses acreditamos que Sintra não voltaria atrás, sendo palco de actividades aviltantes de tortura de animais como são as touradas. E isso é algo em que quero continuar a acreditar.

Neste sentido, venho pedir a V. Ex.as, explícita e especificamente, que, nos termos do anunciado quando foi aprovado o “Regulamento Municipal de Animais de Sintra”, a Câmara Municipal de Sintra não autorize a tourada anunciada para a localidade sintrense de Nafarros, programada para 26 de Agosto, ou qualquer outra actividade tauromáquica no concelho de Sintra, nessa data e local ou em qualquer outra data ou local.

Agradecendo antecipadamente a atenção de V. Ex.ª e ficando na expectativa de uma resposta a esta mensagem, que espero que seja positiva,

Com os meus melhores cumprimentos,

[Indique o SEU NOME AQUI]
[Indique a SUA CIDADE AQUI]
[Indique o SEU ENDEREÇO DE E-MAIL AQUI]

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Descubra as Diferenças

Pequenos Gestos - Pasta Couto



A Pasta Couto é um produto português fabricado desde 1932.Para além de ser mais barata dos que a outras marcas usadas com mais frequência, de não ter na sua composição sodium laureth sulfate, a Pasta Couto não é testada em Animais.Poupar dinheiro, comprar produtos portugueses, retirar do dia a dia um produtoque é prejudicial á saúde, e ainda promover marcas que não contribuem para a tortura e sofrimento de animais é fazer 4 boas acções de uma só vez.Estes pequenos gestos fazem diferença, antes de comprar qualquer dentífrico, pense nisto! (A Pasta Couto pode ser encontrada no Centro Vegetariano).

Canil Municipal da Ribeira Grande


Três membros deste colectivo visitaram hoje de manhã o Canil Municipal da Ribeira Grande.

Num primeiro contacto telefónico há cerca de duas semanas, preocupou-nos o facto da pessoa que nos atendeu pouco ou nada saber sobre os animais, como eram tratados, quando, por quem.
Nem mesmo soube responder se eram alimentados ao fim de semana.

Com a ideia de que os animais estaria literalmente abandonados à sua sorte, fomos hoje visitar-los.

Fomos atendidas pelo Sr. Emanuel, o que logo nos sossegou.
O Sr. Emanuel era antigo varredor de rua sempre seguido pelos cães vadios da cidade. O Sr. Emanuel pedia carnes no talho para alimentar os animais que lhe seguiam. E cuidava, como podia, dos que estavam doentes. A sua bondade sempre transpareceu nos seus pequenos gestos.

Constatamos que o canil estava limpo, dentro dos possíveis, e todos os animais tinha água e ração.
Garantiu-nos ainda que os animais são alimentados por ele todos os dias.
O melhor foi não poder deixar de reparar no carinho que tem por aqueles animais.

Saímos de lá com a sensação de que o resto depende da sociedade: Adoptar os cães e gatos que lá estão.

Asseguramo-vos que todos os animais que lá estão, muitos ainda cachorros são bonitos simpáticos e, aparentemente, saudáveis.

O Sr. Emanuel mostrou-se ainda aberto à possibilidade de irmos buscar cães para levar a passear.

Agradecemos à CMRG por ter "entregue" os Canil aos cuidados deste grande Senhor, afinal de contas a grandeza de um Homem vê-se na forma como trata os seus Animais.

Profissionais da treta!

O que aconteceu com estas jovens de facto não me surpreende porque já há muito tempo que deixei de acreditar na Clinica Veterinária de Santana. Ainda hoje me arrependo de ter deixado o Alex ( o meu gato) nas mãos daquela gente, pois foi muito mal tratado e alimentado! É inadmissível que casos destes aconteçam, quando pessoas que se dizem profissionais, recusam-se a tratar de animais abandonados, então quem tratará deles, quando muitos encontram-se em situações de risco, de completo abandono.
Espero que o cão esteja melhor, que elas tenham encontrado alguém com maior vocação e sensibilidade para tratar do cão.

Vera Borges

sábado, 1 de agosto de 2009

Bombeiros da Vieira de Leiria em defesa dos Animais

De acordo com notícia publicada no jornal da Marinha Grande de 23 de Julho, a «Comissão Pró-Ambulância dos Bombeiros Voluntários de Vieira de Leiria resolveu deixar de apoiar a tourada agendada inicialmente para dia 26 de Julho e que foi adiada para 2 de Agosto». Esta tourada também já tinha sido agendada para dia 19 de Julho e adiada.

«Segundo o JMG conseguiu apurar, na base desta tomada de decisão terá estado o facto…» «…aliado ao facto de haver um movimento anti-touradas que chamava a atenção para o sofrimento a que os animais são submetidos nas touradas.»

Por enquanto a tourada «mantém-se agendada para dia 2 de Agosto com organização a cargo de empresas do sector» e este movimento anti-touradas tudo continuará a fazer para que ela não seja autorizada e não se venha a realizar.

Os Bombeiros Voluntários da Vieira de Leiria tiveram uma atitude muito correcta ao serem humanitários e tomarem, com grande sentido de ética, esta decisão de se dissociarem da corrida de touros em causa. Merecem toda a consideração e apoio da população. Parabéns!

(in Marinhenses Independentes Anti-Touradas)

Clinica Veterinária de Santana recusa-se a tratar animais de rua


Ontem, sexta-feira dia 31, duas Jovens encontraram na rua um cão abandonado e com as patas traseiras partidas.
De imediato ligaram para o único número de urgências que tinham, a Clínica de Santana na Ribeira Grande, onde os seus animais costumavam ser tratados.
Ao explicaram a situação, a veterinária recusou-se a tratar o animal mesmo mediante o pagamento do que fosse necessário!
As Jovens voltaram a insistir que pagariam todo o tratamento mas mesmo assim a Veterinária recusou-se a receber o Cão só por ser abandonado.

Esta Clínica é (sempre foi) um bom exemplo da incompetência de quem exerce profissões para a qual não tem a mínima vocação.
Pessoas com estas atitudes deverão ser proibidas de exercer medicina veterinária ou qualquer outra actividade que implique convivência com seres vivos.

Passe a palavra, não ponham os vossos animais nas mãos de quem deixa um animal morrer assim na rua.

O que é o Vegansexualismo?


O Centro Vegetariano é de facto uma caixinha de surpresas.

Ao vasculhar o site encontrei este artigo fantástico:



Vegansexualismo. Ética…Sexual?
Depois dos heterossexuais, dos homossexuais, dos bissexuais e dos metrossexuais, conhece agora os … vegansexuais. Este novo conceito de orientação sexual foi recentemente formulado pelo Centro de Estudos Humanos e Animais, da Universidade de Canterbury, na Nova Zelândia, no âmbito de um estudo denominado “Perspectivas e Experiências de Vegetarianos e de outros Consumidores Éticos”, estudo esse incluído num projecto mais vasto sobre a interacção entre seres humanos e animais.

Este estudo foi realizado a nível nacional (Nova Zelândia) e baseou-se num inquérito a 157 vegetarianos sobre os seus hábitos de vida e opções de consumo.
Como é sabido, designa-se por vegano alguém que, movido por argumentos de natureza ética, de saúde, de respeito pelo meio ambiente e/ou religiosos, opta por não ingerir quaisquer alimentos de origem animal (incluindo lacticínios, ovos e mel).

No entanto, o veganismo não se restringe à alimentação. É todo um modo de vida, com princípios estritos, que implica tomadas de posição bem definidas em muitos aspectos do quotidiano, como por exemplo: renunciar ao vestuário, calçado e acessórios em couro, lã ou seda (recorrendo a outros materiais como sintéticos, algodão, linho, cânhamo ou outras fibras), exercer o consumo responsável através do boicote a empresas que poluem o ambiente, que testam em animais, etc.


O que é então um vegansexual?

Sendo a actividade sexual parte da nossa natureza, é de esperar que, também esse campo da nossa vida seja objecto de reflexão e de opções por parte dos veganos. Um vegansexual é assim alguém que escolhe não se envolver íntima e sexualmente com parceiros que ingerem carne, sob o argumento de que os corpos destes últimos são autênticos “cemitérios de animais”, literalmente construídos e sustentados por restos de cadáveres, animais abatidos em condições que implicaram grande sofrimento para os mesmos.

Um vegansexual não aceita envolver-se com alguém que contribuiu para os maus tratos e matança de seres vivos, nem com alguém cujos fluidos corporais transportam resíduos de uma alimentação carnívora (suor, saliva, esperma…). Já para não falar do odor corporal, habitualmente mais intenso e pungente naqueles que ingerem carne do que nos vegetarianos.
Não deixa de ser verdade também que todos nos sentimos, regra geral, atraídos por pessoas com interesses e hábitos semelhantes aos nossos, pois isso tende a facilitar a convivência no dia-a-dia.

Para um vegano, pode ser difícil aceitar partilhar refeições com um parceiro que se alimenta de carne, devido, por exemplo, à contaminação dos utensílios de cozinha e ao cheiro dos cozinhados com carne. Por muito forte que seja a atracção sexual, esta raramente sustenta por si só os desafios do convívio prolongado...
Segundo o estudo neo-zelandês, as opções de vida dos veganos levam-nos a tomadas de consciência sobre o seu próprio corpo, o dos outros, e a uma visão diferente da vida.

Essa tomada de consciência leva-os a considerar moralmente repugnante e eticamente inaceitável ter relações íntimas com carnívoros ou sequer beijar alguém por cujos lábios tenham passado pedaços de alimentos de origem animal.
Ainda segundo o estudo, são principalmente as mulheres que manifestam particular repulsa pelo envolvimento íntimo com parceiros que ingerem carne.

Algumas, apesar de não se descreverem inteiramente como vegansexuais (já que consideram alguns carnívoros sexualmente atraentes), têm o vegetarianismo como critério preferencial na escolha dos seus parceiros.
Se um tal selectivismo reduz fortemente a possibilidade de encontros amorosos para os veganos (veja-se o caso de Portugal, onde a comunidade vegana é ainda reduzida), o sexo é também em si uma forma de apelo e activismo eficaz, já que, devidamente orientada e sem imposições e radicalismos, pode contribuir para mudar a forma de pensar de muitos potenciais parceiros sexuais e de vida, incutindo-lhes hábitos de vida mais saudáveis (para si próprios e para o planeta) e eticamente aceitáveis.

(in Centro Vegetariano)

Tourada nas Capelas

(foto tirada daqui)

São Miguel recebe mais uma vez um dos espectáculos mais tristes do mundo. Depois da Lagoa segue-se as Capelas.

Não querendo tornar o assunto politico, apesar de também o ser, começa a ser difícil não reparar em quem se empenha tanto em importar esta tradição.
Imagine-se, Ponta Delgada em mais de 20 freguesias apenas 2 são do Partido Socialista sendo as Capelas, claro está, uma delas.

Bem se sabe que a Sorte de Varas voltará à Assembleia Regional, em breve. E voltará todas as vezes que forem necessárias até ser legislada.
Da ultima vez houve um descontentamento generalizado da população perante a possibilidade de legislar a barbaridade, resultando no "sumiço" de "um deputado do Sim" do PS na hora da votação.
O esquema não poderá ser usado todas a vezes e se mais uma vez houver liberdade de voto os deputados deixam, tal como deixaram, de representar quem os elegeu para se representarem a si próprios e interesses pessoas e de conhecidos.

Dizem os políticos que "é em São Miguel que se ganha as eleições".
Enquanto São Miguel não gostar de touradas não haverá Sorte de Varas.
Os autarcas socialistas micaelenses arregaçaram as mangas e decidiram tratar do assunto.

E mais uma vez para interesses económicos de uma minoria e diversão de outra minora, os animais são sujeitos a uma vida miserável, vitimas do egoísmo e pequenez do Homem.



sexta-feira, 31 de julho de 2009

Final Feliz Inesperado


Muffy, uma cadelinha desaparecida há 9 anos, foi encontrada esta semana.

Muffy desapareceu de casa de uns amigos dos seus donos há 9 anos em Melbourne, tendo sido encontrada ontem, quinta-feira, pela Sociedade de Protecção dos Animais (Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals - RSPCA) em Burwood, a 1.700 kms de onde se perdeu.

Graças ao chip, foi possível contactar os seus donos.

O reencontro dá-se na próxima semana.

Produtos Testados/Não Testado em Animais (actualização)

EMPRESAS COM PRODUTOS TESTADOS em Animais

Lancaster, Axe, Dove, Helene Curtis, Biotherm, Cacharel, Garnier, Giorgio Armani, Helena Rubinstein, Maybelline, Ralph Lauren, Redken, Vichy, Max Factor, Oral B, Pantene, Pfizer, Reckitt-Benckiser, Shering-Plough, Coppertone, Dr. Sholl’s, Unilever, Airwick, Ajax, Anais Anais ( Cacharel), Aqua Fresh, Aqua Vital, Ariel, Axe, Badedas ( Sara Lee), Bic Corporation, Biotherm, Biospray, Block Drug Co. Inc. ( Polident, Sensodyne, Lava, Tegrin, Carpet Fresh), Bravo, Brut 33, Cacharel, Calvin Klein, Champagne ( Yves Saint Laurent ), Cif, Clearasil, Colgate, Palmolive, Dentagard, Preven, Xampa, Fabuloso, Velur, Soflan, Super Por, Javisol, SoftSoap, Denim, Domestos, Dove, Eden ( Cacharel ), Eternity, Elizabeth Arden, Escape, Faberge, Fairy, Fendi, Fresh, Feno de Portugal, Forza fornos, Garnier, Gemey, Givenchy, Harmony, Harpic, Haze, Head & Shoulders, Henkel ( Theramed, Denivit, Fa, Diadermine, Bac, Persil, Wipp, Vernel, Sonasol, Completo, Neutrex, Magic ), Impulse, Johnson & Johnson ( Neutrogena ), Johnson & Johnson Co, Jovan, Kerastase, Kleenex, Scott paper, Le Jardin ( Max Factor ), Skip, Sun, Sunlight, Vim, Axe, Presto, Omo,Linic, Lux, Mentadent, Modess, Neoblanc, Nestlé, Neutrália, Nina Ricci, Obsession, Old Spice, Opium, Organics, Palmolive, Paloma Picasso, Pantene, Pepsodent, Persil, Pfizer, Plenitude, Ponds, Pronto, Radion, Raid, Safeguard, Sanex, Sanofi ( Yves Saint Laurent ), Sensitive, Shiseido Co. Ltd, Soflan, Studio Line, Tide, Timotei, Vasenol, Unilever ( Calvin Klein, Elizabeth Arden, Lever Bros., Helen Curtis, Diversey), Veet, Velvet, Viakal, Vichy, Vidal Sassoon, Westwood Pharmaceutical, Wilkinson Sword....


Empresas com Produtos Não Testados em Animais

Beirsdorf, Bi-o-kleen, Bodyshop*, Crocs, Clarins, Clinique, Dior, Ecover, Estée Lauder, Eucerin, Goldwell, Hello Kitty, Pasta Couto, Natura Essentials, Nivea, Oriflame, Orlane, Revlon, Secret Gardens, Victoria’s Secrets, Aramis, Chanel, Aramis, L’anza, Natura essentials, Puig, Tommy Hilfiger, Wella,
Abba Products Inc., Alba Botanica, Abkit Inc, Allens Naturally, Almay ( Revlon ), Alogen Natural Cosmetics ( Levlad ), Aloette Cosmetics, Aloe Up, Aloe Vera of America Inc, Alvin Last, Amazon Premium Products, America´s Finest Products Corp., Amiteé Cosmetics Inc., Amway, Aramis ( Estée Lauder ), Avon, Beiersdorf Inc., Benetton Cosmetics, BioFilm Inc., Biogime, Biokosma, Body Glove Products, The Body Shop Inc., Boticário, Chanel Inc., Christian Dior, Cinema Secrets Inc., Clinique Laboratories, Colorations, Color Me Beautiful, Color My Image, Country Save Corp., Davidoff Fragances, Deodorant Stones os America, Dermatologic Cosmetics Labs, DeSoto Inc., Donna Karan Beauty Company, Dr. Bronner´s "All-One" Products, Earthly Matters, Earth Solutions Inc., Ecco Bella Botanicals, Ecco-Dent, Eco Design Company, Ecover Products, Elizabeth Van Buren Aromatherapy, Estée Lauder ( Clinique, Origins, Knowing ), Eucerin ( Beiersdorf ), Eurozen, Flower Essences of Fox Mountain, Forever Living Products, Forever New International, For Pet´s Sake Enterprises, Free Spirit Enterprises, Fruit of the Earth, Garnier, Giovanni Cosmetics, Gucci Parfums ( Wella ), L'Oreal ( Cosmair, Maybelline, Lancôme), LaNatura, Natural Bodycare Inc., Nectar Beauty, Ralph Lauren Fragances, Revlon ( Almay, Jean Naté ), Terra Nova,

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Debate sobre "fábrica" de animais para experiências

Opositores e defensores do biotério de Azambuja, considerado um dos maiores centros da Europa de criação de animais para experiências científicas, juntam-se hoje num debate no Porto sobre "O futuro da ciência e experimentação animal".

Do lado da Plataforma de Objecção ao Biotério, Constança Oliveira, psicóloga, afirmou à Agência Lusa que a construção de um biotério "é um autêntico retrocesso", quando as orientações da Comissão Europeia vão no sentido de "reduzir e posteriormente eliminar a experimentação animal em prol de alternativas".

Por outro lado, defendeu que, além dos problemas éticos, as experiências científicas com animais "nem sempre são eficazes porque há diferenças metabólicas e genéticas de espécie para espécie".

João Relvas, investigador do Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC) na área do desenvolvimento do sistema nervoso, defendeu, por seu lado, que a existência em Portugal de um biotério "é uma mais-valia para a ciência portuguesa", uma vez que permite "desenvolver tecnologia e estudar alternativas que não passem pela investigação com animais".

Sem adoptar uma posição radical, defendeu o uso de alternativas à investigação científica com animais, mas lembrou que o recurso a estes é até agora "a única forma de estudar algumas doenças", como alzheimer, esclerose múltipla e algumas doenças oncológicas.

Para o investigador, o uso de animais deve ser sempre decidido por comissões de ética e sustentado por "regras bem definidas caso a caso".

Os riscos invocados pela Plataforma de Portugal contribuir com a exportação de animais para fins científicos para países onde não haja regras éticas e onde possam ser mal tratados "são pequenos porque os protocolos de acordo entre biotérios estabelecem as condições para sabermos o que vai acontecer aos animais e se são bem tratados", disse João Relvas.

O debate, previsto para as 21:30 no Clube Literário do Porto, é promovido pela Associação de Defesa do Ambiente Campo Aberto e vai ser moderado pela investigadora do IBMC, Anna Olsson.

O projecto do biotério, estimado em 36 milhões de euros, envolve as Fundações Gulbenkian e Champalimaud e a Universidade Nova de Lisboa e vai ter capacidade para entre 20 a 25 mil gaiolas para animais, vindo a criar entre 80 a 100 novos postos de trabalho.

Aí serão fornecidas estirpes de animais de laboratório a universidades, institutos de investigação e empresas farmacêuticas de todo o país e particularmente na área da Grande Lisboa.

O biotério é um projecto privado que vai ser apoiado por fundos comunitários no âmbito do programa de acção aprovado pelo Governo para as regiões do Oeste e da Lezíria e que prevê compensações pela deslocalização da construção do aeroporto na zona da Ota.

(in DN)

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Carta para a Câmara Municipal de Ponta Delgada

Este pedido foi feito para, depois de ter a informação requerida, escrever uma carta de reclamação aos responsáveis pelas fiscalizações especificadas abaixo, para que no futuro sejam menos cães abatidos pela loucura dos donos, uma vez que muita gente maltrata os cães para atacarem outras pessoas, e no fim, para além de ser mal tratado, o cão ainda é abatido.

Sua Excelência Presidente da Câmara Municipal

Venho por este meio requerer a V. Exª informação acerca:
  1. Qual a entidade responsavel pela fiscalização de cães perigosos, nas ruas de Ponta Delgada?
  2. Qual a entidade responsavel pela fiscalização de cães sem as medidas de segurança expostas no Decreto-Lei n.º 314/2003, de 17 de Dezembro, nas ruas de Ponta Delgada e nos trilhos pedestres onde várias pessoas são atacadas, ou, voltam para trás.

"É obrigatório o uso por todos os cães e gatos que circulem na via ou lugar públicos de coleira ou peitoral, no qual deve estar colocada, por qualquer forma, o nome e morada ou telefone do detentor." (cfr. art.º 7.º, n.º 1, do Decreto-Lei n.º 314/2003, de 17 de Dezembro).

"É proibida a presença na via ou lugar públicos de cães sem estarem acompanhados pelo detentor, e sem açaimo funcional, excepto quando conduzidos à trela, em provas e treinos ou, tratando-se de animais utilizados na caça, durante os actos venatórios." (cfr. art.º 7.º, n.º 2, do Decreto-Lei n.º 314/2003, de 17 de Dezembro).

3. Qual a entidade responsavel pela fiscalização de animais mal tratados no Concelho de Ponta Delgada?

Com os melhores cumprimentos

Yves Rocher

Yves Rocher

Percursor dos métodos ditos substitutos dos testes em animais.

Um comércio responsável
O comércio responsável é uma história verdadeira na Yves Rocher!Quer seja para as compras de produção, de matérias-primas ou de embalagens, ou mesmo fora de produção (ex. ofertas), cada um dos fornecedores da Yves Rocher responde a níveis de exigência elevados, para associarem à qualidade, o respeito pelo ambiente e pelos Homens.
Desde 1994, cada um dos nossos fornecedores assina um «contrato-quadro», no qual nenhuma das cláusulas é negociável. Ele inclui nomeadamente de maneira formalizada o respeito pela regulamentação social do seu país, bem como das convenções internacionais. Os fornecedores devem ainda zelar pelas boas condições de segurança e de higiene dos seus funcionários, bem como pela ausência de discriminação. Essas mesmas condições são válidas para os seus próprios fornecedores. A Yves Rocher tem o direito de fazer auditorias a qualquer momento da produção (desde 2005 que são realizadas, em média, 40 auditorias por ano).

ACTUALMENTE, YVES ROCHER É...
A marca n°1 em França de cuidados do rosto(1), de perfumaria feminina(2), de cuidados adelgaçantes e de cuidados do corpo(3) • a 1a rede de Institutos de Beleza em França(4) • n° 3 do desenvolvimento sustentável em França(5) • A 5a empresa preferida pelos futuros licenciados em França(6) • 700 produtos, em todas as famílias cosméticas: cuidados de rosto, perfumes, maquilhagem, cuidados de corpo e higiene • Uma presença activa em 5 continentes e 80 países • mais de 30 milhões de clientes que aderem aos valores da Marca • 300 milhões de produtos fabricados por ano nas nossas fábricas • 1 600 Centros de Beleza que dão conselhos e prestam serviços diariamente • 26 milhões de encomendas distribuídas anualmente em todo o mundo • O Livro Verde da minha Beleza traduzido em 22 línguas entre as quais o Braille • Cerca de 15 000 funcionários e mais de 220 000 empregos indirectos

(1) Fonte: Worldpanel Beauty – 2006, em volume de negócios (2) TNS Worldpanel European Toiletries and Cosmetics Database (ETCD) - Maio 2007 (3) Fonte: TNS Worldpanel – 2006, em volume de negócios e em volume (4) Xerfi 700 - 2007(5) Barómetro TBWA/Sem fins lucrativos do valor societal acrescentado das Marcas. 2007(6) Inquérito La Tribune, Janeiro de 2008
Caso queira mais informações acerca da marca, ou caso queira encomendar, ou mesmo tornar-se vendedor, contacte-me para o e-mail: raquelmichielsen@gmail.com.

A Carne é Fraca (documentário a não perder!)

De facto, a realidade por si só é brutal e vale o que vale... Não é preciso arranjarmos mais argumentos, quando essa realidade fala por si!

O que mais me choca é, precisamnete, o facto de a grande maioria de nós nem se quer imaginar como de verdade as coisas funcionam e o impacto gigantesco que os nossos padrões habituais de vida(que para a maioria são banais)têm no mundo inteiro, na crise ambiental mundial e na nossa saúde, sem nunca esquecermos o brutal e cruel sofrimento de biliões de animais.

Se tivessemos todos a consciência disto, tenho a certeza que o mundo seria um lugar muito melhor e todos fariamos um esforço conjunto para abandonarmos hábitos que, como disse, apesar de aparentemente banais, comprometem toda a vida neste planeta.

Estamos a condenar as gerações vindouras a uma existência que será catastrófica, apocalíptica e desprovida de equilibrio natural senão começarmos a alterar os nossos comportamentos, se não tomarmos consciência e exercermos essa mesma consciência! É como diz este documentário: a maneira mais eficaz e directa de mudarmos o mundo começa no tipo de consumos que fazemos, num consumo responsável e sustentável.

Vejam o documentário e reflitam profundamente. Este assunto é mais sério do que aparenta!

Muita paz para todos vós!


(1a parte)

(2a parte)

segunda-feira, 27 de julho de 2009

As lutas de Cães são para Cobardes






Find out more about "Sugar" Shane Mosley at peta2.com.

Veja mais aqui!

sábado, 25 de julho de 2009

Empresas que testam/não testam em animais

EMPRESAS COM PRODUTOS TESTADOS

Lancaster

Axe
Dove
Helene Curtis
Biotherm
Cacharel
Garnier
Giorgio Armani
Helena Rubinstein
Lâncome
Maybelline
Ralph Lauren
Redken
Vichy
Max Factor
Oral B
Pantene
Pfizer
Reckitt-Benckiser
Shering-Plough
Coppertone
Dr. Sholl’s
Unilever

EMPRESAS/PRODUTOS NÃO-TESTADOS

Beirsdorf
Bi-o-kleen
Bodyshop*
Clarins
Clinique
Dior
Ecover
Estée Lauder
Eucerin
Goldwell
Hello Kitty
Natura Essentials
Nivea
Oriflame
Orlane
Revlon
Secret Gardens
Victoria’s Secrets
Aramis
Chanel
Aramis
L’anza
Natura essentials
Puig
Tommy Hilfiger
Wella

*Atenção…a Bodyshop foi recentemente comprada pela L’Óreal e, embora garanta que não testa, a verdade é que ao comprarmos lá produtos estamos a contrbuir para engrossar os lucros de um dos gigantes dos testes em animais: a L’Óreal!!!


Não custa nada prestarmos atenção ao que compramos.


Produtos Não Testados em Animais

Para todos aqueles que querem contribuir com pequenos gestos para o fim das experiências com animais aqui podem encontrar imensos produtos, desde alimentação a vestuário.

Cada gesto faz diferença!


(clica no logo)

Plataforma de Objecção ao Biotério (debate em Benfica TV)

Só temos a agradecer a esta brilhante plataforma que é a Plataforma de Objecção ao Biotério. Mais uma vez, veio provar que não estamos sós nesta luta pelos Direitos dos Animais!

Mas, por vezes, e apesar deste apoio inqualificável, é quase inevitável impedir que sentimentos de solidão e impotência invadam o espírito de quem luta por estas causas nobres e fundamentais... Achamos chocante que uma fundação como a Calouste Gulbenkian, colabore neste tipo de projectos que em nada dignificam o ser humano e, muito menos, os Animais. Pelo contrário, "apenas" contribuem para que, cada vez mais, o nosso país continue a ser visto como um país retrógrado na Europa e no Mundo.

Se até o Governo aprova e apoia tal iniciativa, se é esse um dos conceitos que o Governo tem de desenvolvimento, progresso ou prestígio, temos mais é que lamentar que assim o seja e dizer "não, obrigado"!

O Biotério está estimado em 36 milhões de euros, e só 9 milhões serão privados. Os restantes 27 milhões resultam de fundos comunitários que o Governo "canalizou" para as regiões do Oeste e Lezíria como compensação pela deslocalização do novo aeroporto de Lisboa. (in Jornal de Notícias do dia 20 de Abril).

Só 8% dos Animais utilizados em experiências, acabam por ser validados para estudos de medicina e farmácia (os restantes 92% dizem então respeito às demais indústrias como a cosmética, por exemplo).

Dispensamos Governos desses que, em vez de auxiliarem, só dificultam o nosso desenvolvimento nos mais diversos níveis...

A União Europeia criou um Centro Europeu de Validação de Métodos Alternativos à experimentação animal.

Abaixo poderão encontrar as partes 1, 2 e 3 do debate na Benfica TV do dia 9 de Julho, sobre os animais e em que demonstram a realidade "suja" e degradante subjacente ao Biotério, com a participação da psicóloga Constança Carvalho da Plataforma de Objecção ao Biotério:

(parte 1)
(parte 2)
(parte 3)

Se pretendem obter mais informações sobre a plataforma, clique no link do site da plataforma (onde está contido o debate atrás referido, igualmente em 3 partes):


(dentro deste site existem cartas já preparadas para o envio online direccionadas à Câmara Municipal da Azambuja, à Fundação Champalimaud, à Universidade de Lisboa e à Calouste Gulbenkian, se for a vossa intenção tomar uma atitude perante estas atrocidades)

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Debate: “O Biotério: futuro da ciência e experimentação animal"

27 de Julho de 2009 (Segunda-feira), 21h30, no Clube Literário do Porto


Com a presença de especialistas do IBMC, do escritor Manuel António Pina e da plataforma de objecção ao biotério

Está prevista a construção, na Azambuja, de um dos maiores biotérios da Europa. Este biotério terá capacidade para criar 25 mil animais para serem usados em experiências científicas. O projecto é promovido pela Fundação Champalimaud em parceria com a Universidade de Lisboa e a Fundação Calouste Gulbenkian e conta com o apoio da Câmara Municipal da Azambuja e do Governo Português. Veja a notícia da RTP sobre o assunto.

No próximo dia 27 de Julho, segunda-feira, pelas 21h30, no Clube Literário do Porto (Rua Nova da Alfândega, 22), a associação Campo Aberto promove um debate sobre o projecto para a construção do primeiro biotério comercial português. O debate será moderado pela Prof. Anna Olsson (investigadora do IBMC) e contará com a presença do Prof. João Relvas (investigador do IBMC), do escritor Manuel António Pina e de um representante da Plataforma de Objecção ao Biotério.

Numa altura em que a Comissão Europeia está a apostar no desenvolvimento de alternativas à experimentação animal e prevê uma redução na utilização de animais para fins experimentais, qual a contribuição deste biotério para o avanço da ciência?

Venha discutir esta e outras questões com investigadores das mais diversas áreas. Deixe desde já a sua opinião no nosso site!

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Circo - O Espectáculo mais deprimente no Mundo


A Peta (People for the Ethnical Treatment of Animals) realizou uma investigação sobre o Circo Ringling Bros, descobrindo que dezenas de animais têm espancados pelos trabalhadores do Circo durante anos!

Vá a http://www.ringlingbeatsanimals.com/default.asp veja o video e descubra como pode ajudar a acabar com o sofrimento destes animais.

Cat House on the Kings



Recolha de Assinaturas para o Partido Pelos Animais


PPA - Partido Pelos Animais, assim se chamará o novo partido político Português que espera constituir-se ainda este ano.

Por todo o país e mesmo fora dele, decorrem acções de recolha de assinaturas para ajudar a constituir o PPA, são precisas 7.500!

Nós não quisemos ficar de fora e amanhã fazemos nossa primeira acção de recolha nos Açores!

Amanhã, pelas 22h nas Portas do Mar em Ponta Delgada à entrada do concerto de Bob Sinclair.

Para saber mais sobre o PPA vai a http://www.partidopelosanimais.com/

Participa!

250 mil touros são torturados e mortos em touradas a cada ano


20 de julho de 2009

Por Adriane R. de O. Grey (da Redação-Austrália)


Todos os anos, 250 mil touros são vítimas de um sofrimento prolongado e torturante e de uma morte lenta, resultante da indústria das touradas nos nove países onde esta prática vergonhosa e perversa é permitida. 60 mil destas mortes ocorrem na Espanha.

A Care2, uma comunidade online que pretende educar e instrumentalizar pessoas para uma vida mais saudável, além de defender várias causas de direitos humanos, está promovendo um abaixo-assinado endereçado ao presidente espanhol, Jose Luis Rodriguez Zapatero, requerindo a abolição deste “esporte” cruel e sangrento de seu país.

Enquanto muitos de nós ainda possivelmente imaginemos que este embate caracterize-se por um só golpe fatal e rápido desferido pelo toureiro no coração do touro, talvez numa tentativa de aceitar e justificar o “espetáculo” vergonhosamente retratado como tradição cultural e entretenimento, a realidade da arena revela-se bem diferente: o animal é repetidamente esfaqueado enquanto que, vagarosamente enfraquecido, sangra até a morte.

O tratamento desumano não acontece apenas no momento em que a brutalidade e a covardia tornam-se “espetáculo” na arena, mas estende-se aos seus bastidores. Na preparação para o enfrentamento, os touros são debilitados intencionalmente, por meio de sacos de areia colocados em suas costas, pela raspagem das guampas que compromete seu equilíbrio no combate e pela administração de drogas que diminuem sua força natural.

Defendendo seus interesses, a indústria tauromáquica alega que gera dinheiro e empregos para a Espanha. O que é fato: um número muito pequeno de pessoas detém o lucro deste “negócio”, que não retorna amplamente para outros setores da sociedade. Menos de 400 pessoas estão empregadas permantemente pela indústria tauromáquica no país. As atividades tauromáquicas são, na realidade, fortemente subsidiadas pelo governo que destina a elas mais de 530 milhões de euros do dinheiro dos contribuintes. Segundo o movimento espanhol SOS Stop Our Shame, apenas 30% da população apóia as touradas. Dos outros 70%, 30% é declaradamente contra e 40% não apresenta o menor interesse nelas.

Em 2007, o PETA comemorou uma pequena mas significativa conquista na luta por sua abolição. A TV Pública Espanhola retirou a transmissão ao vivo de touradas de sua programação devido à preocupação de expor crianças a uma prática tão violenta. A decisão não foi largamente divulgada, atitude que demonstraria ser a atividade tauromáquica muito mais prejudicial do que se pretende reconhecer publicamente.

Na sociedade contemporânea, em que a quantidade e a qualidade de informação disponível deveriam permitir um entendimento e um reconhecimento da exploração e sofrimento animal muito além da justificativa clichê da tradição cultural, esperar-se-ia uma consequente elevação moral nossa, para a qual práticas como as touradas seriam absolutamente injustificáveis e inaceitáveis como esporte ou entretenimento. Se você compartilha este sentimento conosco, acesse o link e assine a petição:


http://www.thepetitionsite.com/takeaction/638133842.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

DUDA - Declaração Universal dos Direitos dos Animais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO ANIMAL

Preâmbulo

Considerando que todo o Animal tem direitos.
Considerando que o desconhecimento e desrespeito dos ditos direitos conduziram e continuam a conduzir o homem a cometer crimes contra a natureza e contra os animais.
Considerando que o reconhecimento por parte da espécie humana dos direitos à existência das outras espécies de animais constitui o fundamento da coexistência das espécies no mundo.
Considerando que o homem comete genocídios e que exista a ameaça de os continuar a cometer.
Considerando que o respeito pelos animais, por parte do homem, está relacionado com o respeito dos homens entre eles próprios.
Considerando que faz parte da educação, ensinar, desde a infância, a observar, compreender, respeitar e amar os animais.

PROCLAMA-SE O SEGUINTE:

Artigo 1º
Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.

Artigo 2º
a) Todo o animal tem o direito de ser respeitado.
b) O homem, enquanto espécie animal, não pode atribuir-se o direito de exterminar os outros animais ou de os explorar, violando esse direito. Tem a obrigação de empregar os seus conhecimentos ao serviço dos animais.
c) Todos os animais têm direito à atenção, aos cuidados e à protecção do homem.

Artigo 3º
a) Nenhum animal será submetido a maus tratos nem a actos cruéis.
b) Se a morte de um animal é necessária, esta deve ser instantânea, indolor e não geradora de angústia.

Artigo 4º
a) Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático, e a reproduzir-se.
b) Toda a privação de liberdade, incluindo aquela que tenha fins educativos, é contrária a este direito.

Artigo 5º
a) Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente em contacto com o homem, tem o direito a viver e a crescer ao ritmo das condições de vida e liberdade que sejam próprias da sua espécie.
b) Toda a modificação do dito ritmo ou das ditas condições, que seja imposta pelo homem com fins comerciais, é contrária ao referido direito.

Artigo 6º
a) Todo o animal que o homem tenha escolhido por companheiro, tem direito a que a duração da sua vida seja conforme à sua longevidade natural.
b) O abandono de um animal é um acto cruel e degradante.

Artigo 7º
Todo o animal de trabalho tem direito a um limite razoável de tempo e intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.

Artigo 8º
a) A experimentação animal que implique um sofrimento físico e psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de experimentações médicas, cientificas, comerciais ou qualquer outra forma de experimentação.
b) As técnicas experimentais alternativas devem ser utilizadas e desenvolvidas.

Artigo 9º
Quando um animal é criado para a alimentação humana, deve ser nutrido, instalado e transportado, assim como sacrificado sem que desses actos resulte para ele motivo de ansiedade ou de dor.

Artigo 10º
a) Nenhum animal deve ser explorado para entretenimento do homem.
b) As exibições de animais e os espectáculos que se sirvam de animais, são incompatíveis com a dignidade do animal.

Artigo 11º
Todo o acto que implique a morte de um animal, sem necessidade, é um biocídio, ou seja, um crime contra a vida.

Artigo 12º
a) Todo o acto que implique a morte de um grande número de animais selvagens é um genocídio, ou seja, um crime contra a espécie.
b) A contaminação e destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio.

Artigo 13º
a) Um animal morto deve ser tratado com respeito.
b) As cenas de violência nas quais os animais são vítimas, devem ser proibidas no cinema e na televisão, salvo se essas cenas têm como fim mostrar os atentados contra os direitos do animal.

Artigo 14º
a) Os organismos de protecção e salvaguarda dos animais devem ser representados a nível governamental.
b) Os direitos dos animais devem ser defendidos pela Lei, assim como o são os direitos do homem.


Este texto definitivo da declaração Universal dos Direitos do Animal foi adoptado pela Liga Internacional dos Direitos do Animal e das Ligas Nacionais filiadas após a 3ª reunião sobre os direitos do animal, celebrados em Londres nos dias 21 a 23 de Setembro de 1977.
A declaração proclamada em 15 de Outubro de 1978 pela Liga Internacional, Ligas Nacionais e pelas pessoas físicas que se associam a elas, foi aprovada pela organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) e posteriormente, pela Organização das Nações Unidas (ONU).
O texto da declaração e o seu emblema são publicados com autorização da Liga Portuguesa dos Direitos do Animal.