terça-feira, 17 de janeiro de 2012

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Primeira Página



Apelo aos Deputados



Na próxima quinta-feira, dia 19 de Janeiro, a partir das 15h (depois de outros temas) será discutida no Parlamento a Petição “Pelo fim das corridas de touros em Portugal”, autoria da CAPT – Campanha Anti-Tourada de Portugal. Estará presente - em representação dos animais utilizados pela tauromaquia -, um grupo composto por ONGs de protecção dos animais e por activistas independentes.

Se quiser estar presente em frente à Assembleia da República, por favor considere trazer uma braçadeira preta (a pedido do CAPT) como sinal de luto pelos animais vítimas da tauromaquia.

Por favor não esqueça que estamos com a razão do nosso lado e não devemos perdê-la sob circunstância alguma, assim, pedimos a quem queria estar presente que venha em paz e não responda a provocações. O nosso comportamento deve sempre manter-se impecável; os animais merecem-nos isso.

Pedimos a todas as pessoas que lêem este apelo para que escrevam à Presidente da Assembleia da República e aos Grupos Parlamentares, pedindo-lhes que naquela discussão considerem os interesses dos animais e não os da tauromaquia. Por favor escreva a sua própria mensagem ou envie a mensagem abaixo sugerida para os seguintes contactos:Presidente da Assembleia da República (para enviar uma mensagem à Presidente terá que colar a sua mensagem no espaço a ela destinado): http://www.parlamento.pt/sites/PAR/PARXIIL/Contacto/Paginas/default.aspx

Grupo Parlamentar do PS Gp_ps@ps.parlamento.pt
Grupo Parlamentar do PSD Gp_psd@psd.parlamento.pt
Grupo Parlamentar do PP Gp_pp@pp.parlamento.pt
Grupo Parlamentar do BE Bloco.esquerda@be.parlamento.pt
Grupo Parlamentar do PCP Gp_pcp@pcp.parlamento.pt
Grupo Parlamentar”Os Verdes” Pev.correio@pev.parlamento.pt

Mensagem sugerida:

Exma. Senhora Presidente da Assembleia da República,

Exmas./os Senhoras/ Senhores Deputados à Assembleia da República,

Excelências,

Tomei conhecimento de que a petição pública “Pelo fim das corridas de touros em Portugal” - apresentada pelo CAPT - Campanha Anti-Tourada de Portugal, em Julho de 2011 - , irá ser discutida em plenário da Assembleia da República no próximo dia 19 de Janeiro. Embora saiba que alguns parlamentares são simpatizantes da tauromaquia, tenho razões para acreditar que a maioria de V. Exas. é constituída por pessoas compassivas e esclarecidas, que sabem que não é possível em 2012 ainda se acreditar que animais devem ser massacrados e posteriormente mortos para entretenimento de uma facção da população portuguesa. A ciência, fundamentada na investigação anatómica, fisiológica e neurológica dos animais usados na tauromaquia, confirma o que o senso comum revela: touros e cavalos sofrem antes, durante e depois dos espectáculos tauromáquicos. Além destas questões de âmbito cientifico e moral, apresenta-se-me ainda como ultrajante que num momento de grave crise económica, estando a maior parte das Câmaras Municipais do país com dificuldades em conseguirem cumprir os seus compromissos mais básicos e manterem todos os seus funcionários, continuem a subsidiar a actividade tauromáquica.A tauromaquia ainda subsiste em 9 países do Mundo, mas na última década têm-se assistido a verdadeiros exercícios de civilização da sociedade, nomeadamente com a declaração de dezenas e dezenas de cidades e vilas como “Anti-touradas”, e até mesmo uma região assim foi declarada: a Catalunha. Os sinais de que estas decisões se alargarão a mais cidades, vilas, regiões, e até países, são claros, e não tenho qualquer dúvida de que o meu país será um dia um país livre de touradas.

V. Exas. foram eleitas/os meus representantes, e é como tal que vos peço que façam soar a minha posição em plenário. Não quero nem posso admitir que um país que foi pioneiro na abolição da pena de morte, e que tem estado na linha da frente do progresso civilizacional de tantas outras formas, um país para o qual contribuo mesmo em tempos difíceis, seja conhecido no seu trato aos animais como sendo uma nação bárbara, retrógrada e cruel.

Na certeza de que V. Exas. tomarão em consideração esta minha mensagem, despeço-me,
Muito respeitosamente,

De V. Exas.
Nome:
Localidade:

sábado, 14 de janeiro de 2012

Apelo dos Açores - Carta de Protesto

II Fórum da Cultura Taurina

Apelo dos Açores

Entre os dias 25 e 28 de Janeiro de 2012 realiza-se o II Fórum da Cultura Taurina, na ilha Terceira (Açores). A iniciativa da Tertúlia Tauromáquica Terceirense que é apoiada pelo Governo Regional dos Açores e pelas Câmaras Municipais da ilha, Angra do Heroísmo e Praia da Vitória, irá juntar “especialistas” de 9 países.

Não é por acaso que os defensores das touradas escolhem pela segunda vez a ilha Terceira. Com efeito, a mesma deve-se ao facto de terem garantido suporte financeiro público e por considerarem que os Açores poderão ser o trampolim para recuperarem de alguns reveses, como a derrota sofrida na Catalunha.

Por estarmos convictos de que o referido Fórum é o primeiro passo para uma grande campanha que culminará, no final do ano ou início de 2013, com a apresentação de uma nova proposta de Decreto Legislativo Regional destinada a legalizar a sorte de varas, primeiro passo para os tão almejados touros de morte, vimos solicitar a todas as organizações e cidadãos, nacionais ou estrangeiros, uma manifestação pública de repúdio pela realização do evento, associado ao envio de e-mails de protesto ao Presidente do Governo Regional dos Açores e aos líderes parlamentares dos partidos com assento na Assembleia Legislativa Regional dos Açores.

Açores, 12 de Janeiro de 2012

ENDEREÇOS :

Presidente do Governo Regional dos Açores: presidencia@azores.gov.pt

Deputados:

CC: alsilva@alra.pt, aparreira@alra.pt, bchaves@alra.pt, boliveira@alra.pt, bmessias@alra.pt,cmendonca@alra.pt, cfurtado@alra.pt, cpavao@alra.pt, dmoreira@alra.pt,fcesar@alra.pt, fcoelho@alra.pt, fvaz@alra.pt, hjorge@alra.pt, irodrigues@alra.pt, jteves@alra.pt,jorego@alra.pt, jmgavila@alra.pt, jeduardo@alra.pt, jlima@alra.pt, jrego@alra.pt, jsan-bento@alra.pt, lmachado@alra.pt, lrodrigues@alra.pt, namaral@alra.pt,nnunes@alra.pt, pbettencourt@alra.pt, plalanda@alra.pt, rcabral@alra.pt,rramalho@alra.pt, rveiros@alra.pt, asantos@alra.pt, amarinho@alra.pt, apcosta@alra.pt, aventura@alra.pt, calmeida@alra.pt, clopes@alra.pt, cmeneses@alra.pt, dfreitas@alra.pt,falvares@alra.pt, jbcosta@alra.pt, cpereira@alra.pt, jmacedo@alra.pt, jfernandes@alra.pt,lgarcia@alra.pt, mmarques@alra.pt, pribeiro@alra.pt, pgomes@alra.pt, rramos@alra.pt,alima@alra.pt, prosa@alra.pt, lsilveira@alra.pt, prmedina@alra.pt, amoreira@alra.pt,mmoniz@alra.pt, zsoares@alra.pt, apires@alra.pt, pestevao@alra.pt

Câmaras Municipais: angra@cm-ah.pt, geral@cmpv.pt

Comunicação Social:

BCC: acores@lusa.pt, acorianooriental@acorianooriental.pt, jornal@correiodosacores.net,npastor@publicor.pt, jornal@diariodosacores.pt, faialonline@gmail.com, ptimes@aol.com,manuelmoniz@diariodosacores.pt, jpaz@correiodosacores.net

Associações:

BCC: acoresmelhores@gmail.com, amigosdosanimaisdailhagraciosa@gmail.com,amigo.animal.sj@gmail.com, associacaoafama@gmail.com, apacores@gmail.com,gbea@amigosdosacores.pt



II Fórum da Cultura Taurina

MANIFESTAÇÃO DE DESAGRADO E REPÚDIO


Entre os dias 25 e 28 de Janeiro de 2012 realiza-se o II Fórum da Cultura Taurina, na ilha Terceira (Açores). A iniciativa da Tertúlia Tauromáquica Terceirense é apoiada pelo Governo Regional dos Açores e pelas Câmaras Municipais da ilha, Angra do Heroísmo e Praia da Vitória.

Atendendo que as touradas são eventos cruéis e indignos de nações civilizadas, tendo já sido abolidas da maioria esmagadora dos países do mundo;

Atendendo a que as touradas não criam riqueza para os povos, apenas beneficiando um pequeno número de empresários tauromáquicos;

Atendendo a que a realização de eventos da natureza do mencionado Fórum apenas vem manchar o bom nome dos Açores, junto da comunidade internacional;

Atendendo a que, tal como já aconteceu no passado, o referido invento é uma primeira etapa no caminho de mais uma tentativa de aumentar a barbaridade do tratamento dados aos touros e aos cavalos através da legalização da sorte de varas, primeiro passo para a introdução de touros de morte nos Açores;

Atendendo à crise em que está mergulhada a Região Autónoma dos Açores, tal como todo o país, com o aumento de desempregados, com cortes em sectores fundamentais como a saúde e a educação, com reduções nos vencimentos, com o agravamento dos impostos, etc. ;

Vimos manifestar a nossa estranheza e repúdio pelo apoio, através do uso de dinheiros dos impostos de todos os cidadãos, que é concedido a um evento que em nada dignifica a condição humana e animal e que em nada contribui para o reconhecimento internacional dos Açores como região turística merecedora de ser visitada.

Nome:

Localidade ou país:



quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Movimento 'Abolição das corridas de touros'

O Governo criou recentemente uma iniciativa no Portal do Governo onde é dada a oportunidade aos cidadãos de criar um Movimento. O responsável pelo Movimento mais votado será recebido pelo Primeiro Ministro.
Muitos assuntos haveria a tratar com o Dr. Passos Coelho, mas decidimos abraçar uma causa que me diz muito e que está relacionada com a dignificação da condição humana e animal: A abolição das corridas de touros.

O nosso movimento pretende contribuir para o progresso civilizacional da nossa sociedade, para a sua pacificação e para a valorização de outras práticas festivas, lúdicas e pacíficas que acontecem no nosso país e que merecem ser valorizadas. Estamos certos de que as nossas ideias são, felizmente, partilhadas pela grande maioria dos cidadãos portugueses.

Participa!

O processo é muito simples:

1. Registe-se no Portal do Governo (canto superior direito)
2. Click em "APOIAR" no "Movimento pela Abolição das Corridas de Touros".







sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Labrador(a) perdida ou abandonada na Ribeira Grande

Hoje de manhã encontrei esta cadelinha na Central de Camionagem da Ribeira Grande.
Meiga, muito magra, com alguma dificultade em andar e visivelmente faminta, tentava chamar a atenção de quem lá passava.
Depois das tentativas da senhora do café da Central em alimenta-la, da funcionária do Posto de Turismo e do recepcionista da Central em arranjar uma boa solução para a cadelinha, acabei por leva-la à Clinica Veterinária do Pópulo, para que tivesse acesso aos cuidados necessários.
A Cadelinha é já velhinha, tinha febre e alguns problemas de saúde. Foi desparasitada e foi-lhe dado antibióticos para que rapidamente cure algumas infecções. Com mais de 10Kgs abaixo da média, vai ficar pelo menos uma semana a ser alimentada e medicada para recuperar rápido e voltar a ser forte e saudável dentro dos limites da sua idade.

Precisamos agora encontrar os/as donos/as ou alguém que tenha um espaço onde possa acolhe-la para que tenha um resto de vida tranquila e em segurança.

Apesar da, louvável, atenção da clinica em relação às despesas que serão feitas com a estadia e recuperação desta menina, agradece-se também a boa vontade de todos e todas que possam contribuir com o que puderem para cobrir as despesas de saúde.

Por favor, caso possa ajudar de alguma maneira, encontrando os/as donos/as, com donativos ou FAT, envie mail para arquipelagodosanimais@gmail.com

Agradece-se, muito, a divulgação desta mensagem!

Obrigada,



sábado, 24 de dezembro de 2011

domingo, 20 de novembro de 2011

Novo Blogue para Defesa das Aves




Foi criado um novo blogue sobre aves dos Açores que pode ser consultado aqui:
http://avifaunadosacores.blogspot.com/

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Em defesa da avifauna açoriana


Para: Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores; Sua Excelência Presidente do Governo Regional dos Açores; Sua Excelência Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores; Suas Excelências Presidentes dos Grupos Parlamentares à ALRAA;

Face ao recente propósito do Governo Regional dos Açores de incluir espécies de aves nativas açorianas na Lista das espécies cinegéticas, através do novo decreto regional - Regime Jurídico da Conservação da Natureza e da Protecção da Biodiversidade, actualmente em discussão na Assembleia Regional, os assinantes desta petição querem chamar a atenção para:

1. A falta de estudos científicos sobre a biologia destas espécies e dos seus habitats. Existe um grande desconhecimento sobre a caracterização genética dalgumas destas espécies, levantando grandes problemas na conservação da sua biodiversidade. Para além disso, os habitats que todas estas espécies ocupam são muito restritos e sensíveis, pelo que qualquer alteração neles poderá ter também grandes implicações na sua conservação. Faltam igualmente estudos sobre a importância que a região desempenha nas migrações de determinadas aves.

2. A falta de atribuição dum estatuto de conservação às aves incluídas nesta lista. Nenhuma das espécies incluídas nesta lista de espécies cinegéticas tem atribuída uma categoria de conservação na região biogeográfica dos Açores, não existindo ainda os estudos científicos necessários para tal efeito. No entanto, atendendo aos critérios internacionais utilizados, parece provável que algumas destas espécies venham a ser qualificadas como espécies ameaçadas (e catalogadas portanto como criticamente em perigo, em perigo ou vulneráveis).

3. A falta de estudos sobre o impacto da caça nestas espécies e os seus habitats. O impacto da caça nas espécies incluídas na lista poderá ser especialmente grave devido às suas muito reduzidas populações e ao facto delas ocuparem habitats, nomeadamente os de alimentação, muito escassos e localizados. A actividade da caça deverá ainda afectar a todas as espécies que ocupam esse habitat, incluídas ou não nesta lista das espécies cinegéticas. E no caso das zonas húmidas, a caça poderá levar à contaminação das águas com chumbo e à aparição da doença do saturnismo.

4. A impossibilidade prática de aplicar esta lista devido à enorme dificuldade de identificar correctamente as espécies. Algumas espécies incluídas nesta lista são quase impossíveis de diferenciar de outras espécies não incluídas nela e que também estão presentes regularmente nos Açores. Isto acontece nomeadamente com várias espécies de patos europeus em relação aos seus equivalentes americanos, e mais ainda em relação às narcejas europeias e americanas.

5. O problema da introdução de espécies exóticas. O facto da lista de espécies cinegéticas incluir também duas espécies de aves exóticas coloca em clara perspectiva a introdução destas no meio natural. Introduções deste tipo, já realizadas no passado, parecem ignorar os riscos associados às espécies exóticas num meio tão particularmente frágil como o meio insular açoriano. As espécies e variedades exóticas podem causar, como no caso das codornizes, graves problemas de hibridismo e de diminuição do património genético das espécies nativas, para além de introduzir também agentes patogénicos.

6. A necessária aposta no turismo de observação de aves. O arquipélago dos Açores é uma região privilegiada para a observação de aves migratórias americanas e europeias (mais de 400 espécies observadas nos últimos anos) e tem enormes oportunidades para o desenvolvimento do turismo de observação de aves (birdwatching), já em franca expansão. Este tipo de turismo traz inúmeras vantagens económicas para a Região: é uma actividade repartida por todas as ilhas; acontece principalmente durante os meses de outono e inverno; é um turismo verde e sustentável, quase sem impacto no ambiente; e injecta dinheiro de fora da Região na economia das ilhas. Mas este turismo, como é evidente, é incompatível com a permissão da caça das espécies da avifauna açoriana.

Assim, os assinantes desta petição solicitam:


- A não inclusão das espécies de aves nativas (reprodutoras ou visitantes) na lista de espécies de carácter cinegético dos Açores.
- A não introdução de espécies exóticas, nomeadamente aves, com um propósito cinegético no meio natural dos Açores.
- O desenvolvimento dum turismo verde associado à observação de aves que traga vantagens económicas a todas as ilhas açorianas.

Assine aqui:

http://www.peticaopublica.com/PeticaoListaSignatarios.aspx?pi=AVESACOR

sexta-feira, 20 de maio de 2011

A SATA não respeita os animais


Bom dia,

Gostaria de vos dar a conhecer (se ainda não têm conhecimento) das novas taxas que a companhia aérea SATA pratica no transporte de animais. Relembro que é a única transportadora a fazer as ligações inter-ilhas, na Região Autónoma dos Açores.
Encontro-me actualmente a exercer a minha actividade profissional nos Açores, Ilha das Flores, mas como a minha residência oficial é em São Miguel tenho de me deslocar com alguma regularidade para lá, levando consequentemente o meu animal de estimação. Até há algumas semanas pagava uma taxa de 1,60€ por quilo no transporte do animal. Actualmente tenho de pagar, de acordo com a nova tabela 7 euros por quilo, mais 30€ pela taxa de transporte no porão. Contas feitas por alto, antes das entrada em vigor das novas taxas pagava 20€ e actualmente 121€ (cão e caixa = 13k). Ida e volta 242€, um valor superior à minha passagem de 170€.
Impressiona-me que, para não abandonar o meu animal de estimação e melhor amigo, terei de pagar valores exorbitantes, até porque não tenho alternativa para sair da ilha. No entanto, fico muito mais sensibilizada ao pensar que existem pessoas que não podem pagar tanto para levar um animal, sobretudo se for de grande porte. O que farão aos animais?
Tenhamos como exemplo um animal com 40 quilos: pagaria 310 €. Ida e volta, 620€.
Gostaria que me informassem se há alguma coisa que eu possa fazer, nomeadamente, divulgar esta falta de consciência onde prevalece a falta de moral e ética em função de interesses individualistas e capitalistas. Haverá alguma forma de luta através das associações de animais?
A raça humana persuade-se com a qualidade da sua presença no mundo relativamente à de outros seres. Desiludo-me mais com a nossa espécie do que com a do meu melhor amigo.
Deixo-vos ainda a hiperligação para as tabelas com os preços do transporte de animais pela SATA, que aparecem curiosamente com o mesmo valor do excesso de carga, ao contrário do que acontece com outros equipamentos.

http://www.sata.pt/pt-pt/informacoes-uteis/excesso-de-bagagem
Segundo a mesma tabela, o transporte do meu Schnauzer Miniatura para os Estados Unidos custaria apenas mais 30 euros, uma vez que só teria de pagar uma taxa única de 150 dólares.
Como podem constatar o valor apresentado para o transporte de animais ultrapassa na maior parte dos casos o valor do transporte de equipamento desportivo.

http://www.sata.pt/pt-pt/informacoes-uteis/equipamento-desportivo
Em que sociedade vivemos?

Grata pela atenção dispensada,
Maura Barreto

quinta-feira, 19 de maio de 2011

sábado, 8 de janeiro de 2011

aqui ao lado a civilização está mais perto


Enquanto que pelo nosso arquipélago haja quem considere as touradas uma arte, sem ter noção do que é a arte, considere cultura, sem ter noção do que pode ser cultura, quem considere património cultural, desconhecendo o conceito de património cultural e pior...quem goste e aceite que tais actos sejam praticados nos dias de hoje, os espanhóis já estão alguns séculos à nossa frente.
Mais longe da barbárie e selvajaria e mais perto da civilização.

Depois de quase uma centena de municípios declarados anti-tourada, uma região que proíbe o sofrimento como diversão agora também a TVE, televisão do estado, vai deixar de transmitir touradas, com a plena consciência de que estas não são mais do que um acto de violência gratuita e injustificada contra animais.

(ver noticia aqui)

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Razões para Ser Vegetariano/a



Porque sabes que não é justo...

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domingo, 12 de dezembro de 2010

E ainda acreditas no Pai Natal?




clicar aqui para mais informações






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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Earthlings (ou o Especiecismo)


Ontem, dia 7 de Dezembro, no âmbito do Ciclo de Documentários ParaDocma, organizado pelo Núcleo de Estudantes da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, NEPCE/UC, foi exibido o documentário - por muitos evitado, e contra mim falo, - EARTHLINGS.

Não vos vou falar detalhadamente do filme mas sim das consequências a curtíssimo prazo que teve e das mudanças a médio-longo prazo que poderá provocar a cada espectador daquela sala.

No documentário está mais do que explicita a total dependência da humanidade em relação aos animais, tocando em temas como a alimentação, vestuário, ciência, desporto, entretenimento, criação de animais domésticos, tradições etc.
A Humanidade por ter sido dotada de raciocínio, acha-se superior. O raciocínio dá-lhe o direito de explorar a sua e outras espécies (?). No entanto, para a esmagadora maioria dos animais-humanos, o raciocínio não parece ser suficiente viver para uma vida de respeito, compaixão e comunhão com o planeta e todos os seus habitantes - seres vivos e seres sencientes (palavra esta tão distante do nosso vocabulário que nem o corrector ortográfico assume).

Não os/as culpo nem os/as critico. Fomos ensinados assim, faz parte da nossa cultura, faz parte da nossa sociedade viver às escuras no sentido em que nos limitados a automatizar os nossos actos e criar hábitos sem questiona-los.

Ontem, as imagens, não isoladas, duras, frias, chocantes e verdadeiras, retratarem bem aquilo que nós, animais-humanos, representamos para os animais-não humanos: Sofrimento, sempre sofrimento.
Para muitos, desde o dia em que nascem até ao dia em que são brutalmente mortos para de algum modo nos servirem.
A violência física e psicológica, a crueldade, a humilhação, a fome, o frio, a tristeza, o medo, as matanças a sangue frio, os crimes e mais crimes e sempre a exploração, fazem parte do dia-a-dia de milhões de animais e nosso porque somos nós que provocamos directa ou indirectamente.

No final da sessão para além do silêncio, o choque, olhares cabisbaixos, algumas lágrimas, sofrimento e remorsos estavam bem patentes na caras de quem lá estava. A tomada de consciência da condição do animal e até da nossa, animais-humanos, tocou a todos/as.
Depois da sessão, quem já sabia um bocadinho ficou a saber mais, quem sabia muito pouco ficou a saber muito, quem até então se tinha recusado a saber agora não tem como apagar o que sabe.
Tornamo-nos todos/as um bocadinho menos ignorantes e deixar de ser ignorante é deixar de ser feliz, é ganhar tormentos, dúvidas, agonias, desesperos mas é também ganhar (e juntar) forças para mudar. E a mudança começa em cada um de nós, com um filme, com menos uma refeição de animais por semana, com a escolha de um produto não testado em animais - boicote a biotérios, com chamadas de atenção para maus tratos, com o cuidado de alimentar um animal faminto na rua em vez de passar por ele com indiferença, com o não financiamento de industrias que vivam da exploração dos animais, humanos e não humanos, etc.
Mas acima de tudo com compaixão e respeito pelo mundo em que vivemos.

Hoje, já sabemos como chega a manteiga que pomos na torrada à nossa mesa, já sabemos que métodos são usados para por a nossa pasta de dentes no mercado, já sabemos de onde e como vem a pele e couro que vestimos, já sabemos como são "preparados" os touros para uma tourada, como são "encenados" os animais de circo, que destino têm os animais de rua, de onde vêm as penas do endredão onde nos deitamos, a lã da camisola que vestimos, os ovos de aviário...
Nós hoje sabemos que somos/fomos cúmplices de todas as atrocidades cometidas contra outra espécie desde o dia em que nascemos, até agora involuntariamente.
Mas nós hoje já não temos desculpa.
Então e agora, vamos continuar a ser cúmplices?


Cassilda Pascoal


Ver filme: aqui



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terça-feira, 26 de outubro de 2010

Touradas, não são património da humanidade


A Câmara Municipal de Angra do Heroísmo candidatou a Festa Brava da Terceira como Património Imaterial da Humanidade.

Se não está de acordo, proteste enviando o texto abaixo, ou melhor um original, para os seguintes endereços:

bpi@unesco.org
cnu@unesco.pt

manuela.galhardo@unesco.pt

drac.info@azores.gov.pt

bcc: acoresmelhores@gmail.com



Exma. Senhora Irina Bokova, Directora Geral da UNESCO
Exmo. Senhor Sr. Fernando Andresen Guimarães, Presidente da Comissão Nacional da UNESCO
Exma. Sra. Manuela Galhardo, Secretária Executiva da Comissão Nacional da UNESCO
Exmo. Sr. Jorge Augusto Paulus Bruno, Director Regional da Cultura

Entre 21 e 23 de Outubro de 2010, na ilha Terceira (Açores), decorreu um denominado Congresso Mundial de Ganadeiros de Toiros de Lide. No evento, foram feitos vários apelos para a legalização, nos Açores, de touradas picadas, bem como foi anunciada, pela Presidente da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, a candidatura à UNESCO da Festa Brava da Terceira como Património Imaterial da Humanidade.

Considerando que as touradas para além de não criarem riqueza e de desconceituarem os Açores aos olhos da maioria dos povos do mundo;

Considerando que as touradas em nada contribuem para educar os cidadãos e cidadãs para o respeito aos animais, para além de causarem sofrimento aos mesmos e porem em risco a vida das pessoas;

Eu abaixo-assinado, apelo à UNESCO para que recuse a inscrição da Festa Brava da Terceira como Património Imaterial da Humanidade, o que a acontecer seria um apoio a todos os que naquela ilha pretendem incrementar os maus tratos, através da legalização da sorte de varas e dos touros de morte, e constituiria um autêntico retrocesso civilizacional.

Outubro de 2010

Nome

Local

BI ou Cartão do Cidadão

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Em tempo de crise um milhão de Euros para promover a Tauromaquia.


Dinheiros Públicos patrocinam Touradas!

Em tempo de crise um milhão de Euros para promover a Tauromaquia.

O MATP - Movimento Anti-Touradas de Portugal, denuncia agora e em tempo oportuno aquilo que sempre criticamos: O uso dos nossos impostos para patrocinar um espectáculo degradante em que o homem maltrata cruelmente os animais.

A comunicação social, vem denunciando ao longo das ultimas semanas o dinheiro mal gasto por diversos organismos públicos, sem no entanto referir que só no ano de 2009 pelo menos cerca de 1.000 000 (um milhão) de Euros foram gastos, dos cofres do érario publico, em espectáculos tauromáquicos, por meio de contratos de ajuste directo.

Num Portugal em que a crise está para ficar, onde há fome e o desemprego aumenta diáriamente, continuam alguns a gastar dinheiros públicos sem quaisquer escrúpulos, para o gáudio de um público sedento de ver sangue, tortura e morte de animais.

A Câmara Municipal de Elvas gastou mais de 75.000 Euros, dos quais 65.600 Euros para a aquisição de uma Praça de Touros desmontável para Vila Fernando, também o Município de Portel gastou 74.600 Euros para a compra de uma Praça de Touros amovível, no Alandroal o município gastou 40.000 Euros no aluguer de touros e contratação de Cavaleiros tauromáquicos, dos 92.000 Euros gastos na Azambuja mais de 76.000 foram gastos na aquisição de bilhetes para duas corridas de touros.

Mas os piores exemplos são os de Angra do Heroísmo, que através da Culturangra EEM gastou mais de 275.000 Euros em touradas, a maioria deste dinheiro nas Sanjoaninas de 2009 e da Câmara Municipal de Santarém que só na aquisição de bilhetes para oferta para Touradas e Espectáculos Tauromáquicos dispendeu 168,000 Euros!

Estas ou outras autarquias também gastaram milhares de euros em cada um dos seguintes casos: Na aquisição de ar condicionado para um núcleo tauromáquico, na compra de livros de toureiros, em contratação de touradas, nos cartazes para anunciar as corridas de touros.

A lista poderia continuar num sem fim de casos de outros eventos que directa ou indirectamente serviram para promover o maltrato animal.

É caso para dizer Basta! Não chega que a maioria da população portuguesa condene as touradas? Até mesmo aqueles que são indiferentes não o podem ser quando um País em crise tem indivíduos que fazem mau uso do dinheiro que lhes é atribuido pelo Estado e todos somos penalizados.

Não queremos que o nosso dinheiro seja manchado de sangue inocente. Assim, vem o MATP - Movimento Anti-Touradas de Portugal, solicitar ao Governo que seja posto um fim a este tipo de situações, solicitando a imediata revisão do Código dos Contratos Públicos (CCP) por forma a impedir a subvenção da Tauromaquia, seja por ajuste direto, como nos casos referidos acima, ou por concurso público.

Porto, 17 de Outubro de 2010
MATP – Movimento Anti- Touradas de Portugal

MATP - Movimento Anti-Touradas de Portugal: Dinheiros Públicos patrocinam Touradas!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

5 de Outubro- homenagem a Alice Moderno


Uma vez que o dia 4 de Outubro é um dia útil, o Grupo pelo Bem Estar Animal dos Amigos dos Açores organizará no dia 5 de Outubro (feriado) pelas 10 horas uma visita ao Hospital Veterinário Alice Moderno, em Ponta Delgada, sito no campus do serviço de desenvolvimento agrário de São Gonçalo, para a qual se convidam todos os interessados a comparecer pelas 9h30 na entrada deste campus, junto ao Laboratório
Rregional de Engenharia Civil e entrada Norte da Universidade dos Açores.

Neste local pretende-se constatar os objectivos e missão deste Hospital Veterinário, bem como prestar uma pequena homenagem à mulher interventiva, poetisa e defensora dos animais que foi Alice Moderno.

sábado, 2 de outubro de 2010

Manifesto em Defesa dos Animais

4 de OUTUBRO de 2010

MANIFESTO EM DEFESA DOS ANIMAIS

Desde 1930, em vários países do mundo, o dia 4 de Outubro é dedicado aos animais. Neste dia, são homenageados os nossos amigos animais que, infelizmente, continuam, ainda hoje, a ser desrespeitados por muitos humanos e nalguns casos por entidades públicas que deveriam dar o exemplo à restante sociedade.

Hoje, 4 de Outubro de 2010, o grupo de pessoas individuais e colectivas manifesta a sua preocupação relativamente as seguintes problemas e situações de maus tratos aos animais ao seguinte:

1- Abate de animais domésticos. Todos os anos ultrapassa largamente um milhar o número de animais de companhia (cães e gatos) que são abandonados, acabando na sua maioria por serem abatidos nos canis municipais ou atropelados nas estradas. O esforço que é feito pelas associações de protecção dos animais, que se debatem com faltas de meios e de apoios públicos, acaba por ser inglório pois através dele só uma pequena parte dos animais abandonados consegue um novo lar.

Não estando de acordo com a política seguida actualmente para combater o abandono que tem por principal pilar os abates, pois até hoje não tem resolvido nada, consideramos necessário que a nível regional seja lançada uma campanha de esterilização com vista a adequar o número de animais de companhia ao número efectivo de donos capazes de cuidar deles de forma responsável;

2- Promoção pública da tortura animal. Ao longo dos séculos da história dos Açores, a tauromaquia tem sofrido uma evolução no sentido da diminuição dos maus tratos aos touros, não constituindo qualquer tradição na maioria das nossas ilhas. Em 2009, contrariando a evolução que se assiste a nível internacional, onde aquela actividade é cada vez mais repudiada, e ao arrepio dos ensinamentos da própria história insular, um grupo de deputados pretendeu legalizar a sorte de varas. Gorada a sua intenção, a minoria de industriais que aposta no incremento da tortura animal, tenta ganhar adeptos sobretudo em São Miguel, tendo conseguido promover algumas touradas à corda com a colaboração sobretudo de autarquias e de comissões de festas de cariz religioso.

Considerando que as touradas, qualquer que seja o seu tipo, em nada contribuem para educar os cidadãos e as cidadãs para o respeito aos animais, para além de causarem maus tratos aos mesmos e porem em risco a vida das pessoas, não podemos admitir a na sua realização sejam usados dinheiros públicos;

3- Mortalidade provocada na fauna selvagem. O cagarro é uma ave oceânica que vem a terra apenas durante a época de reprodução. Este período decorre entre Março e Outubro, altura em que as crias já suficientemente desenvolvidas partem com os seus progenitores em direcção ao mar, dispersando-se pelo Oceano Atlântico e regressando apenas no próximo ano. Realizando-se a sua partida de noite, muitas crias são atraídas pelas luzes das nossas vilas e cidades, acabando por cair em terra e ser frequentemente atropeladas se não forem ajudadas.

Considerando a importância que o salvamento do maior número de cagarros tem para a conservação da natureza e o respeito pelos animais, apelamos à participação de todos nas campanhas que ainda este mês serão postas em marcha pelas mais diversas entidades, nomeadamente pelas organizações não governamentais de ambiente.

4- Cativeiro de animais não domésticos. A criação de parques zoológicos nos séculos passados respondia ao propósito de mostrar ao público uma colecção de animais exóticos que de outra maneira nunca seriam vistos nem conhecidos. Na actualidade isto deixou de fazer qualquer sentido. Agora as leis exigem obrigatoriamente aos parques a realização de programas de conservação, educação ambiental e bem-estar animal. Como consequência disto, nos Açores têm vindo a ser fechados núcleos zoológicos que incumpriam estas exigências. No entanto, ainda continua a existir um núcleo zoológico na Vila da Povoação (São Miguel).

Apesar do referido parque encontrar-se já embargado pelas autoridades e apesar de ser de titularidade pública, o recinto continua ainda hoje aberto ao público. Pelo manifesto desrespeito às leis e aos animais, consideramos que o parque deve ser imediatamente fechado e os animais conduzidos a umas instalações apropriadas que garantam o seu bem-estar.

5- Modelos intensivos de produção animal. A exploração agrícola de animais constitui historicamente um importante sector económico nas nossas ilhas. Se bem que os relatos de maus tratos a estes animais têm vindo a diminuir nas últimas décadas, evidenciando uma notável evolução da sociedade, subsistem ainda bastantes situações penosas. Para além disso, a introdução de técnicas de produção intensiva tem vindo a piorar as condições de vida de muitos deles, limitando a sua vida ao reduzido espaço duma gaiola.

Tendo em conta a imagem de proximidade à natureza que tanto caracteriza os Açores no exterior, consideramos que se deve reforçar o modelo tradicional de criação de animais, modelo que garante sempre a mais alta qualidade. Devem também ser criadas e publicitadas novas formas de certificação nas explorações que valorizem devidamente ante o consumidor os seus níveis de qualidade ambiental, alimentar e de respeito pelo bem-estar animal.

6- Falta de respeito com a vida animal. Numa sociedade em que tudo se compra e se vende, os animais são tratados muitas vezes como simples mercadorias e rebaixados à categoria de simples objectos. Só uns poucos animais domésticos conseguem as vezes escapar a esta visão. Na realidade, como já foi demonstrado pela ciência há longos anos, os animais são os irmãos com os quais o homem comparte a natureza. O desrespeito para com os animais é também o desrespeito para com os homens, como partes integrantes da mesma natureza.

Consideramos que o tratamento legal dado aos animais deve fugir da visão redutora que os converte em simples objectos. A nossa sociedade deve evoluir para padrões éticos nos quais os animais sejam respeitados em conformidade com a Declaração Universal dos Direitos dos Animais.

Açores, 4 de Outubro de 2010

Subscritores colectivos:

Grupo pelo Bem-Estar Animal, Amigos dos Açores – Associação Ecológica

CADEP-CN (Clube dos Amigos e Defensores do Património – Cultural e Natural de Santa Maria)

APA – Associação Açoriana de Protecção dos Animais

Amigos da Caldeira de Santo Cristo, Ilha de São Jorge

Gê-Questa – Associação de Defesa do Ambiente

CAES- Colectivo Açoriano de Ecologia Social

Subscritores individuais (por ordem alfabética):

Adelino Luís da Câmara Alves

Afonso Pereira Bernardino

Alberto Carlos Marques Duarte

Alberto Francisco Albertino Monteiro

Alexandra Patrícia Soares Manes

Amália Rosa

Ana Cadete

Ana Catarina Cantante dos Santos

Ana Catarina Soares Carreiro

Ana Cláudia Martins de Melo

Ana Sofia Ferreira

Ana Teresa Fernandes Simões Ribeiro

André Filipe Cabral Leite

Andre Correia

Andrea Fernandes Simões Ribeiro

Andreia Soares de Jesus Leite

António Eduardo Soares de Sousa

António Humberto Serpa

António M. F. Cabral

Arlinda Maria Garcia da Fonte

Armando B. Mendes

Baltasar Ornelas Pinheiro

Bárbara Jacob Oliveira

Bárbara P. Bernardino

Carla Cabral

Carla Viveiros

Carlos Bruno Castanha Gomes

Carlos Couto

Catarina Furtado

Cecília Santos Alves

Cecília de Sousa Melo- Terceira

Cidalina do Carmo Lopes Gomes

Clara Raquel Reis Patuleia

Cláudia Albasini

Cláudia Emanuela Vieira Tavares

Cláudia Moniz Tapia

Clara Cymbron

Conceição Melo

Constança Pereira Quaresma

Cristina D’Eça Leal Soares Vieira

Cristina Sofia da Costa Oliveira Machado – Professora – Pico da Pedra

David Santos

Deborah da Cunha Estima

Décio Almada Pereira

Diamantina Barbosa

Diogo Pereira Bernardino

Dolores Oliveira

Duarte Sousa

Edgar Coutinho

Eliene Narducci

Elsa Lobo Ferreira

Elvira Dias de Almeida

Elvira Lameiras

Emanuel de Jesus Ferreira Carreiro

Emília Maria Mendonça Soares

Esmeralda Raposo

Eva Almeida Lima

Evaristo Melo

Filipa D’Eça Leal Soares Vieira Ferreira de Pina

Francisco Luís do Rego Soares Raposo

Gabriela Mota Vieira

George Robert Hayes

Gilberto Melo Pacheco

Gonçalo de Portugal

Helena Alexandra Frazão Tavares

Helena Cabral

Helena Maria Carreiro

Helena Melo Medeiros, S. Miguel

Isabel Marques Ribeiro

Isabel Velho

Inês Barbosa

Joana Augusto Gil Morais Sarmento, Angra do Heroísmo

Joana de Jesus Lopes

Joana D’Eça Leal Soares Vieira da Costa Pereira

João Carlos da Silva Abrunhosa de Carvalho, Ponta Delgada

João Luís Coutinho

João Luis de Sousa Rebelo

João Manuel Hipólito Manes

João Silveira Sousa

Joaquim Alberto Pereira Bernardino

Joaquim Maria Reis Patuleia Pessoa de Moraes

Jorge Manuel Melo Amaral

José António Resendes

José de Andrade Melo – Professor -Santa Maria

José Manuel N. Azevedo

José Melo

José Moniz Pimentel

Jessica Ann Ferreira

Katerina L´dokova

Laura Paiva

Leonor Pereira Bernardino

Lúcia Maria Oliveira Ventura

Lúcia Travassos

Luís Alberto da Silva Bernardo

Luis Barbosa

Luís Filipe dos Santos Resendes

Luís Manuel Amorim Cordeiro

Luís Manuel Garcia

Luís Miguel Mendonça

Margarida Hilário

Maria Alexandra Janes Morais Cardoso Baptista

Maria Alice de Medeiros Barbosa

Maria do Carmo Barreto

Maria Conceição Salgadinho

Maria Gabriela Serra Medeiros Oliveira – Bióloga – Ponta Delgada

Maria Goretti Medeiros Sebastião

Maria Helena D’Eça Leal

Maria João Fernandes Lopes

Maria José Milheiro

Maria Luisa Rocha Moniz Borges de Sousa

Maria Manuela Carreiro Machado

Maria Natália Melo

Maria Zita Santos Raposo Correia

Maria Vieira Soares

Marina Sécio

Mário Jorge Furtado Arruda

Mario de Sousa Borges

Marta Elisa dos Santos Dutra

Miguel Franco Wallenstein Teixeira

Mónica Sofia Rodrigues da Cunha Azevedo

Nélia Maria Torres Melo

Nelson Correia

Olga Margarida Gomes Miranda Cordeiro

Patrícia Fraga Serra

Paula Cristina Vieira Tavares

Paula Curi Garnet Andrade Melo – Jurista – Santa Maria

Paulo A. V. Borges

Paulo Jorge Simas Correia

Paulo Mota Machado Bermonte

Pedro Leite Pacheco

Pedro Miguel Baptista Pacheco

Raquel Ramos

Rita Patuleia P. Bernardino

Rui Andrade Lopes

Sandra Câmara

Sara Margarida Correia Cabral

Selma Maria Rezendes Cordeiro

Sérgio Diogo Caetano

Silvia Borges

Sílvia Melo

Sizaltina Rego

Sónia Borges

Sonia Lisboa

Susana Pereira

Teófilo José Soares de Braga

Tiago Patuleia

Vanda Veloso

Vera Sousa

Vitor Correia

Vitor Hugo

Zulmira Almeida

(Última actualização – 2 de Outubro 12:00)