sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Portugal já foi um país sem Touradas


No Reinado de D. Maria II, em que o Ministro do Reino foi Passos Manuel, estiveram proibidas as touradas em todo o país. No ano de 1836, Passos Manuel promulgou um Decreto proibindo as touradas em todo o país (Diário do Governo nº 229, de 1836):

“Considerando que as corridas de touros são um divertimento bárbaro e impróprio de Nações civilizadas, bem assim que semelhantes espectáculos servem unicamente para habituar os homens ao crime e a ferocidade, e desejando eu remover todas as causas que possam impedir ou retardar o aperfeiçoamento moral da Nação Portuguesa, hei por bem decretar que de hora em diante fiquem proibidas em todo o Reino as corridas de touros.”


Fonte: Zé Touro

Em 1836 o país já se tinha apercebido que as Touradas são uma barbaridade e improprias de uma nação civilizada. Em 2009 parece que já ninguém tem noção disto...


quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Caça à Baleia nos Açores?

A 21 de Agosto de 1987, depois de três anos de interregno os baleeiros das Lajes do Pico caçaram um cachalote de 20 toneladas e 15 m de comprimento, a cerca de 15 milhas da costa.

Assim terminou, sem ter trazido quaisquer problemas para a economia regional, uma indústria que nos últimos anos sobrevivia à custa dos impostos de todos nós. Com efeito, sobretudo depois da directiva europeia 348/81 que proibia a importação de todos os produtos derivados de cetáceos no espaço da Comunidade Económica Europeia, a exportação de óleo só era possível mediante auxílio financeiro que o Governo Regional dos Açores prestava.

Vivia-se, na altura, no auge do amaralismo e tal como agora eram poucas as pessoas que tinham a coragem de abertamente manifestar a sua opinião. Nos primeiros anos da década de oitenta do século passado, além de uma ou outra voz que a título individual se fizeram ouvir, duas pequenas entidades manifestaram-se contra a continuidade da caça à baleia nos Açores: o Núcleo Português de Estudos e Protecção da Vida Selvagem- Delegação dos Açores, sedeado em Vila Franca do Campo e que tinha como principais dinamizadores Duarte Soares Furtado e Gerald le Grand, e o Grupo “Luta Ecológica” com sede em Angra do Heroísmo e que era dinamizado por José Alberto Lopes, Paulo Borges, Rogério Medeiros e Teófilo Braga.

Passados 22 anos, por intermédio de um ex-governante amaralista, defensor acérrimo da sorte de varas e dos touros de morte, ressurge a peregrina ideia de retomar a caça à baleia nos Açores. Até ao momento, a sua proposta já conta com os adeptos do costume, isto é, daqueles que defendem ser necessário debater serenamente a questão, dos que acham que é possível conciliar a observação de cetáceos com a sua matança, sem qualquer justificação de carácter económico, social, religioso ou ecológico e mais dia, menos dia surgirão aqueles que do alto da sua cátedra virão dizer que a observação de cetáceos tal como se faz actualmente não satisfaz os mesmos e que estes divertem-se à brava se, para além de serem importunados, houver derramamento de sangue.

Terminaríamos, acrescentando que este assunto, tal como outros que são indício de um retrocesso civilizacional, como a tortura quer estejam em causa seres humanos ou outros animais, não merece qualquer debate.
A tortura e a morte para satisfazer a mente doentia de uns poucos não se debatem. Combatem-se.

JS

Fonte: Terra Livre

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

EUA promove vegetarianismo como prevenção da Gripe A (?)

Vídeos concorrentes











http://sharing.govdelivery.com/bulletins/GD/USHHS-8662A

Futuro VegaPop



Futuro Vega*Pop são Peruanos, nasceram a partir da ideia de promover os respeito pelos animais através da arte.

MySpace: http://www.myspace.com/futurovegapop

Parque da Terra Nova



Há dois anos que uma empresária acolhe, no Parque da Terra Nova, cães doentes, abandonados e maltratados e dá-lhes comida, medicamentos e liberdade. "Na prática, a minha casa é uma espécie de lar para cães doentes e abandonados", referiu Paula Ferreira, a criadora do Parque da Terra Nova, em Riba de Ave, Famalicão.

Empresária têxtil durante um quarto de século, Paula Ferreira começou a adoptar cães há cerca de dois anos. Primeiro tomou conta de cães que amigos encontravam abandonados. Depois alguns veterinários começaram a pedir-lhe receber cães com doenças graves ou abandonados pelos donos nos consultórios. "Actualmente tenho 60 cães e tenho a noção de que não posso aceitar mais nenhum. Implica um auto-controle muito grande", frisou a responsável pela quinta.

Das seis dezenas, contam-se pelos dedos de uma mão os que não têm problemas de saúde. "Tenho vítimas de acidentes de viação, de acidentes de caça, de maus-tratos, tenho cães mancos, cegos, com AVCs e até um cão que foi abusado sexualmente", relatou.

Nomes para todos
Todos os cães têm nome e, tanto Paula Ferreira, como a prima Alexandra Oliveira, também responsável pelo projecto, sabem a história de vida de cada animal. No blogue Parque da Terra Nova (http://parquedaterranova.com/
), são contadas as histórias de vida de cada um dos cães e são pedidos "padrinhos e madrinhas" para os animais. Em 2010 deverá ser publicado o livro "Alma de Cão", com o relato das vidas atribuladas de cada animal.

Para alimentar 60 cães, só em ração, carne e arroz, são gastos 350 euros por semana que saem do orçamento familiar da dona da quinta e das ajudas financeiras e em géneros que vão chegando a Riba de Ave.

Todas as noites, Paula Ferreira com a ajuda da família e de um empregado, prepara três panelas de comida. "Os cães estão divididos por grupos e cada grupo tem a sua hora de comer, de andar à solta pela quinta e de recolher", disse. A ordem é mantida para criar rotinas e, sobretudo, por uma questão de organização do trabalho de alimentar, brincar e passear com 60 cães.

Episódios de violência
De todas as histórias, algumas sobressaem pela violência. Em 2004, chegou ao parque um doberman com as patas arqueadas e definhadas. "Era um cão reprodutor que um criador manteve numa jaula pequena durante muitos anos e o animal não se podia esticar. Ficou com as patas tortas para toda a vida", revelou Paula Ferreira.

No mesmo ano, o parque acolheu Julieta, uma cadela que estava no canil do Porto para ser abatida. "Disseram-nos que tinha mordido a um agente da PSP, que era muito perigosa e até tivemos que assinar um termo de responsabilidade para a trazer", recorda, enquanto afaga a cadela, "uma das mais dóceis da quinta".

A Preta Grande (na quinta, há mais duas cadelas com o nome Preta), cruzada de pit-bull, é um exemplo de dedicação. "O dono era um toxicodependente que morreu com sida. Enquanto esteve no hospital, os amigos levavam-lhe fotografias da cadela e parecia ser o único estímulo a que o doente reagia", recorda a dona do asilo de cães.

Do Parque da Terra Nova nenhum animal é vendido. "Já demos alguns cães para adopção mas seleccionamos muito bem as famílias onde vivem porque não fazemos negócio com a vida dos cães", garante Paula Ferreira.

in Público

mais em http://parquedaterranova.com/


Diploma foi publicado no Diário da República - Prisão até dez anos para donos de cães perigosos


Os donos dos cães perigosos e os promotores de lutas entre animais podem, a partir de agora, ser punidos com pena de prisão até dez anos.

O diploma, publicado a 21 de Agosto no Diário da República, foi aprovado pelo Parlamento no início de Julho, com os votos favoráveis do PS, PCP, BE, PEV e a abstenção do PSD e do CDS-PP. O deputado do PSD Mendes Bota votou a favor.

Este novo diploma estabelece que passará a ser punível "a tentativa" de organização de lutas entre animais e as ofensas à integridade física causadas por animais, seja por dolo [intenção] ou negligência do dono. A pena será agravada se, da agressão, resultarem "ofensas graves" à integridade física da vítima. A lei prevê ainda que "as penas previstas nas normas ao abrigo da lei não podem exceder dez anos de prisão".

Compete agora ao Governo definir os ilícitos criminais que correspondem à participação ou promoção de lutas entre animais e à ofensa à integridade física causada por animais, por dolo (intenção) do dono.

No preâmbulo deste diploma, aprovado em Conselho de Ministros a 28 de Agosto do ano passado, o Governo considera que "a punição como contra-ordenação das ofensas corporais causadas por animais de companhia não é eficaz para a sua prevenção". "Por as lutas entre animais visarem o aumento do seu potencial genético agressor, são ainda criminalizadas tanto a sua organização como a participação nas mesmas", sublinha-se.

in Público

Lei nº82/2009 de 21 de Agosto


quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Ainda a Tourada na Caloura



De acordo com o Correio dos Açores de hoje, o presidente da Câmara da Lagoa já se disponibilizou para pagar alguns prejuízos.

Esperamos que não seja com dinheiro público.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Pescadores contestam tourada na Caloura


A tourada promovida pela Câmara Municipal da Lagoa, no passado dia 17, no porto da Caloura (São Miguel, Açores) foi responsável pelo albaroamento e afundamento de um barco de pesca, tendo três pescadores sofrido ferimentos ligeiros.

Maria Lopes, proprietária do barco manifestou-se contra as touradas naquela localidade e de acordo com a reportagem da RTP-A os pescadores exigem o pagamento dos prejuizos porque não gostam nem querem touradas à corda no porto da Caloura.


A reportagem pode ser vista aqui: http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?tvprog=1505&idpod=28633&formato=wmv&pag=recentes&escolha=

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Barbaridade no Pico da Pedra

Há momentos, por volta das 16 h deparei com o triste espectáculo que poderão observar nas fotos abaixo.

Para além de terem matado três pombos, creio que por puro prazer de matar, ainda quiseram expor os seus troféus de caça num portão da Rua Capitão Manuel Cordeiro, no Pico da Pedra.

Este facto associado a outros actos de malvadez contra os animais é a prova provada que nos Açores muito há para fazer em termos de educação em prol do bem-estar animal e em defesa dos direitos dos animais, por muito que isto custe a muitos pseudo iluminados.




Pico da Pedra, 17 de Agosto de 2009

Teófilo Braga

Via: Terra Livre

Cultura, ambiente e touradas


Tenho notado ultimamente que correm desejos de implementar a tourada à corda em S. Miguel, e até mesmo já se realizaram vários desses espectáculos, ao que parece com o acolhimento da massa acrítica local. Promover touradas à corda em S. Miguel, é o mesmo que colocar uma caprichosa praxe, aonde ela nunca teve existência. É o mesmo que impingir uma cultura ou evento popular, quando este nunca pertenceu ao passado desse local. Cheira a coisa importada, ou por negócio interesseiro ou por aproveitamento, com finalidades de duvidoso eleitoralismo. Porque é sempre mais fácil apelar à ignorância e aos instintos primários, do que motivar nas pessoas o gosto pelos melhores e mais frutuosos horizontes culturais. O curioso e até paradoxal é que são algumas autarquias a validarem estas iniciativas, na intenção óbvia de captar simpatias. Porém e sem que me mova qualquer intenção fundamentalista, respeito a prática desse espectáculo nos lugares ou ilhas onde tem forte raiz cultural e popular e não vejo qualquer utilidade cultural e até civilizacional na sua implantação, em ilhas ou lugares onde tal prática nunca existiu. Teremos que ter ainda em conta que a utilização de animais para espectáculos em que eles possam ser violentados é hoje uma questão civilizacional, a que muitos se opõem, invocando os direitos dos próprios animais. Em suma, creio também que esta questão é também ambiental, pois tem reflexos na qualidade das características dos lugares e no comportamento das pessoas. Não sou dos que entendem o ambiente apenas em relação a certos aspectos evidentes, mas sim que a qualidade ambiental de um lugar abrange tudo o que pode corromper e prejudicar as harmonias próprias e as características locais. Apelo por isso também às várias associações ecológicas de S. Miguel que se pronunciem sem reservas sobre este processo que se está tentando implantar em S. Miguel, de uma forma sub-reptícia, mas que terá apoios onde eles não deviam existir, ou seja em autarquias locais com responsabilidades sociais e educacionais. ||

António Eduardo Soares de Sousa, arquitecto

Fonte: Açoriano Oriental, 17 de Agosto de 2009

sábado, 15 de agosto de 2009

Agradeça à Câmara Municipal da Marinha Grande

Por favor, envie a seguinte mensagem de agradecimento – ou escreva a sua própria mensagem, se preferir – aos decisores municipais da Marinha Grande, congratulando-os por não terem autorizado esta tourada e pedindo-lhes que transformem esta louvável decisão numa medida mais abrangente: a de não voltarem a permitir que o concelho da Marinha Grande possa alguma vez voltar a ser palco de touradas. Por favor, envie a sua mensagem para: alb.cascalho@cm-mgrande.pt; gap@cm-mgrande.pt; relacoes.publicas@cm-mgrande.pt; sergio.moiteiro@cm-mgrande.pt; joao.pedrosa@cm-mgrande.pt; artur.oliveira@cm-mgrande.pt; geral@cm-mgrande.pt; Com Conhecimento (Cc) a: campanhas@animal.org.pt.

Mensagem Sugerida


Exm.º Senhor Presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande

Ex.mos Senhores Vereadores da Câmara Municipal da Marinha Grande

Excelências,

Acabei de saber que a Câmara Municipal da Marinha Grande tomou a corajosa e louvável decisão de não autorizar a tourada que o empresário João Oliveira pretendia organizar na Praia da Vieira de Leiria – inicialmente anunciada para 19 de Julho mas entretanto adiada para 16 de Agosto.

Quero, pois, expressar o meu contentamento relativamente a esta medida, bem como as minhas mais sinceras felicitações e agradecimentos à Câmara Municipal da Marinha Grande, na pessoa de V. Ex.as, por não terem autorizado este espectáculo de tortura de animais – do qual, muito sintomaticamente, até a corporação de bombeiros local se dissociou, o que é especialmente notável considerando que esta instituição havia originalmente sido mencionada como beneficiária da dita tourada. É com enorme satisfação que registo que tanto os Bombeiros Voluntários da Vieira de Leiria como a Câmara Municipal da Marinha Grande foram sensíveis aos apelos de milhares e milhares de portugueses que se preocupam com os animais, tendo ambas as instituições, em ângulos diferentes mas igualmente importantes, decidido não cooperar com este evento de violência contra animais que mancharia o concelho que V. Ex.as administram.

A Marinha Grande é, felizmente, uma cidade que não tem qualquer tradição ou actividade tauromáquica e que, ao invés disso, tem antes uma admirável história de lutas cívicas e políticas por direitos fundamentais. É especialmente por isso que acredito que a Marinha Grande não deve, em circunstância alguma, ser palco de uma actividade terrível de tortura de animais, que ofende os mais elementares princípios éticos, assim como se opõe ao progresso moral, social e político que todas as cidades devem prosseguir e cultivar e que a Marinha Grande deve certamente cultivar especialmente, dado o seu histórico.

Reitero, por isso, o meu apelo para que a Câmara Municipal da Marinha Grande não autorize qualquer evento tauromáquico neste concelho, agora ou em qualquer outro momento futuro, sendo certo que, se o V. Município proceder desta forma, nomeadamente se o fizer declarando a Marinha Grande uma “Cidade Anti-Touradas” tal como a Câmara Municipal de Viana do Castelo procedeu na belíssima cidade minhota que administra, será ainda mais felicitada do que já está a ser por esta decisão quanto a esta tourada em particular.

Agradecendo novamente a atenção de V. Ex.as e ficando na expectativa de uma resposta a esta mensagem, que espero que possa ser positiva,

Com os meus melhores cumprimentos,

[Indique o SEU NOME AQUI]
[Indique a SUA CIDADE AQUI]
[Indique o SEU ENDEREÇO DE E-MAIL AQUI]

Marinha Grande de Parabéns


Depois dos Bombeiros terem percebido (ver aqui), a Câmara Municipal também percebeu:

"Por considerar que a Marinha Grande "não é, em termos do seu património histórico e cultural, um concelho ligado às tradições tauromáquicas" e ainda porque "no caso em apreço não existe qualquer fim de interesse social associado à realização do evento, que se traduz numa iniciativa de mero cariz comercial e com natureza exclusivamente lucrativa", a Câmara local indeferiu o pedido de João Paulo de Oliveira Barbosa para a realização de uma corrida de toiros agendada para o próximo domingo, dia 16, junto à foz do Rio Lis, na Praia de Vieira de Leiria.
O organizador da corrida é o mesmo empresário que já este ano viu proibída pela Câmara de Braga uma corrida na cidade dos arcebispos e que mais recentemente se viu envolvido em grande polémica depois de ter sido acusado pelo pai da criança vítima de paralisia cerebral para quem se destinava a receita de uma tourada que organizou em Vizela."


Fonte: Animal

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Ecologistas contra tourada à corda na zona turística da Caloura (Correio dos Açores)

14 Agosto 2009 [Regional]

A Lagoa nos últimos tempos tem vindo a promover touradas à corda em vários pontos do concelho e já anunciou que irá realizar mais uma na Caloura, enquadrada no Dia do Mar.
A promoção desta tourada fez com que Colectivo Açoriano de Ecologistas viesse a público com uma ‘Carta Aberta’ ao Presidente da Câmara da Lagoa a manifestar a sua discordância quando à realização de um evento que não tem tradição em S. Miguel.
O teor da ‘Carta Aberta’ não merece qualquer comentário do Presidente da Câmara Municipal de Lagoa, embora anteriormente anteriormente tenha referido que mesmo não sendo uma tradição nossa há muita gente que gosta de assistir e participar.
Teófilo Braga, numa missiva assinada por muitos ambientalistas, refere que embora não tenha sido apanhado de surpresa, acha que a Câmara “não satisfeita com os erros já cometidos, vai voltar a promover mais uma tourada à corda”.
Entende ainda que “se já era estranho organizar uma tourada, na ilha de São Miguel, com o objectivo de pretensamente promover o mundo rural mais estranho é integrar uma tourada numa festa de homenagem a uma comunidade piscatória como a da Caloura”.
Mais adianta, numa directa a João Ponte, que é engenheiro de formação académica, “que como pessoa com um grau de instrução de nível superior, julgávamos que teria a criatividade e o bom senso de, em vez de utilizar um pseudo-espectáculo, socorrer-se de outros meios que pudessem aliar o divertimento à formação cultural e cívica da população local”.
Os ecologistas são de opinião que com a promoção de touradas a Câmara Municipal da Lagoa “não está a contribuir para a elevação cultural e espiritual da população concelhia, nem está a promover o turismo. Pelo contrário, está a usar a arma do populismo, pensando conquistar votos, e a colaborar com uma elite da Terceira que pretende levar a tourada a ganhar novos públicos com vista a abrir caminho para a legalização da Sorte de Varas e dos Touros de Morte nos Açores”.
A alguns dias da tourada, os ecologistas pedem para que o espectáculo não se realize e que a autarquia gaste o dinheiro noutra actividade e/ou instituição.

Autor: Nélia Câmara


in Correio dos Açores


Rectificação: A iniciativa partiu de um grupo de cidadãos membros deste colectivo e do Açores Melhores Sem Maltrados Animais e não do Colectivo Açoriano de Ecologistas como publicado.



quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Carta Aberta ao Presidente da Câmara Municipal da Lagoa (São Miguel- Açores)

Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Lagoa,


Embora não nos tenha surpreendido, tomamos conhecimento que a autarquia presidida por V. Ex.ª, não satisfeita com os erros já cometidos, vai voltar a promover mais uma tourada à corda no concelho da Lagoa.

Se já era estranho organizar uma tourada, na ilha de São Miguel, com o objectivo de pretensamente promover o mundo rural mais estranho é integrar uma tourada numa festa de homenagem a uma comunidade piscatória como a da Caloura.

Como pessoa com um grau de instrução de nível superior, julgávamos que teria a criatividade e o bom senso de, em vez de utilizar um pseudo espectáculo que torna as pessoas mais insensíveis ao sofrimento (ao bem estar) dos animais e das próprias pessoas, socorrer-se de outros meios que pudessem aliar o divertimento à formação cultural e cívica da população local

Com a promoção de touradas a Câmara Municipal da Lagoa não está a contribuir para a elevação cultural e espiritual da população concelhia, nem está a promover o turismo. Pelo contrário, está a usar a arma do populismo, pensando conquistar votos, e a colaborar com uma elite da Terceira que pretende levar a tourada a ganhar novos públicos com vista a abrir caminho para a legalização da Sorte de Varas e dos Touros de Morte nos Açores.

Embora com pouca esperança em sermos atendidos, vimos apelar a V. Exa. para que volte atrás na sua intenção e use o dinheiro em causa para apoiar, ainda mais, uma ou várias instituições da freguesia de Água de Pau, como as equipas de formação do Santiago Futebol Clube, a Banda Filarmónica Fraternidade Rural, o Grupo Folclórico Jovem Pauense, o Centro Cultural da Caloura, etc., ou instituir bolsas de estudo destinadas a jovens pauenses.

Terminaríamos, com uma questão: “Será que o concelho da Lagoa e no caso presente a freguesia de Água de Pau é tão pobre culturalmente (ou não tem as suas próprias tradições) que necessita de importar tradições de outras paragens?”


Com os melhores cumprimentos,


Afonso Almeida

Alberto Francisco Albertino Monteiro

Alexandra Manes

Ana Catarina Rodrigues

Ana Loura

Ana Taveira

Ana Teresa Fernandes Bahia Simões

Ana Teresa Simões

Andrea Fernandes Simões Ribeiro

António Eduardo Soares de Sousa

Bárbara Bernardino

Bernardo Ribeiro

Carlos Gouveia

Cassilda Pascoal

Catarina Mariz

Celme Tavares

Clara Martins

Clara Patuleia

Cláudia Nunes da Costa Gomes

Cláudia Tavares

Constança Quaresma

Cristina Alexandra Raposo Monteiro

Cristina D'Eça Leal Soares Vieira

Débora Cabral

Diogo Gonçalves

Diogo Santos Caetano

Duarte Claudio da Costa Gomes

Dulcineia Guerra

Eva Almeida Lima

Fábio André Pereira

Francisca Catarino

Felipe Sousa Lima

Fernanda Cabral

Filipa Vieira de Pina

Filipe Pereira

Gabriela Mota Vieira

Gabriela Oliveira

Gabriela Ferraz Lúcio de Sales

George Hayes

Gisela Melo

Gonçalo Duarte

Gonçalo de Portugal

Isabel Estrela Rego

João Gonçalves

João Pacheco

João Pinto

Joana de Sousa Quental Mota Vieira

Joana D'Eça Leal Soares Vieira

Joana Gonçalves

Joaquim Bernardino

Joaquim Pessoa de Morais

José Albano Vieira Tavares

José Guilherme Couto

Júlia Bentz

Leonor Quaresma

Lúcia Oliveira Ventura

Lúcia Tavares de Sousa

Marco Cabral

Margarida Diniz

Margarida Pereira Benevides

Maria de Lurdes Fernandes dos Santos Teodoro

Maria Elvira Almeida

Maria José Lemos Duarte

Maria Lopes

Mário Carvalho

Maria Clementina Prieto

Maria da Lurdes Fontes

Maria do Carmo Franco Fernandes

Maria do Carmo Medeiros Franco Fernandes

Maria Catarina Rodrigues Cabral Oliveira

Mário Furtado

Maria Helena D'Eça Leal

Maria Manuela da Mota Âmbar de Melo

Maria Manuela Forjaz Sampaio

Maria Margarida Soares de Sousa

Marta Sofia Fernandes Teodoro

Marta Valente

Miguel Carvalho

Miguel Fontes Cabral

Miguel Wallenstein

Mónica Santos

Nelia Maria Nunes da Costa Gomes

Nelson Manuel Furtado Correia

Nuno Pascoal

Pedro Pacheco

Pedro Soares Vieira

Raquel Gomes

Raquel Michielsen Ramos

Rita Bernardino

Rita Sousa Melo

Rodrigo Rivera

Rúben Cabral

Rui Alberto da Silva Vaz Teixeira

Rui Moniz

Rui Santos

Sara do Canto

Sebastião Barreiras

Sílvia Barbosa Melo

Sofia Teixeira

Teófilo Soares de Braga

Teresa Cotta

Tiago Pereira

Vera Borges

Verónica Patricia Silva Melo

Vitor Hugo Soares Carvalho

Victor Manuel Brás Neves Teodoro

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

O Homem no lugar do animal







Ribeira Grande: Cidade anti-tourada e anti-espectáculos com animais


Objectivo:

Entregar 1000 assinaturas ao próximo Presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande e Assembleia Municipal.

Por uma cidade mais digna e em prol do respeito pelo animal e ser humano.


Ajude a chegar às 1000!






Comam menos Carne!!

Meus amigos, não adianta virar a cara para o lado.
Cada um de nós deverá decidir em que mundo quer viver.
Eu, seguramente, não quero viver num em que isto acontece:




Post tirado d' O Irregular

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Pequenos Gestos - Recargas de Champo, Gel de Banho, Sabão Liquido



Pequenos Gestos - Recargas de Champo, Gel de Banho, Sabão Liquido - Yves rocher.



Com os tamanhos familiares e as recargas da linha Hamamélis da Yves Rocher, poupa-se dinheiro, plástico e tempo nas idas ás compras.

É uma marca que não testa em animais, são produtos de qualidade, e muito ecológicos pois têm tamanhos familiares de 500ml, e recargas que utilizam menos 77% de plástico que as embalagens originais. Há Gel de banho, leite para o corpo(sem recagra), champo, sabão liquido para as mãos e desodorizante(sem recarga).


Para mais informação contactar raquelmichielsen@gmail.com

ISTO NÃO É CULTURA

É este o triste espectáculo que a todo o custo querem popularizar nos Açores, usando para isso dinheiro que é de todos os contribuintes.

Não se percebe o que fazem dezenas de pessoas paradas em frente a um écran de televisão a ver o sofrimento dos outros (animais e seres humanos).

Não se percebe (ou percebe-se?) o que leva alguns autarcas açorianos a promover este degradante "espectáculo"

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Por favor peça à Câmara Municipal de Loures para não voltar a autorizar actividades tauromáquicas neste concelho da Grande Lisboa

No passado mês de Julho, em Loures, por ocasião das Festas do Concelho de Loures, decorreram pelo menos quatro largadas de touros neste concelho da Grande Lisboa, tal como está explicitamente discriminado no site da Câmara Municipal de Loures, em http://www.cm-loures.pt/Agenda_julho09_Festas.asp#1.

As largadas de touros são eventos tauromáquicos que, necessariamente, constituem uma experiência stressante e angustiante para os animais que nelas são usados, sendo frequente estes ficarem com fracturas e outros ferimentos durante estas. Acresce que, mesmo quando estas não terminam numa tourada (cenário que é habitual), os touros que são usados nestas largadas já foram antes usados em touradas ou serão usados em touradas depois destas largadas, sendo que o aluguer destes animais constitui mais uma fonte de rendimento para os criadores de touros para touradas, que, através desta forma de exploração e aterrorização destes animais, conseguem sustentar o seu negócio sangrento.

Uma cidade moderna e civilizada deve sempre e cada vez mais destacar-se de forma positiva pela maneira ética como protege os animais do concelho – e nunca por autorizar espectáculos e actividades lúdicas cruéis e deseducativas como são as largadas de touros.

Por favor, envie a mensagem sugerida abaixo – ou escreva a sua própria mensagem, se preferir – ao Presidente da Câmara Municipal de Loures, pedindo-lhe que não volte a autorizar qualquer evento tauromáquico no concelho de Loures. Por favor envie a sua mensagem para: geral@cm-loures.pt; Com Conhecimento (Cc) a: campanhas@animal.org.pt.

Mensagem Sugerida

Exm.º Senhor Presidente da Câmara Municipal de Loures

Excelência,

No passado mês de Julho, em Loures, por ocasião das Festas do Concelho de Loures, decorreram pelo menos quatro largadas de touros neste concelho da Grande Lisboa, tal como está explicitamente discriminado no site da Câmara Municipal de Loures, em
http://www.cm-loures.pt/Agenda_julho09_Festas.asp#1.

As largadas de touros são eventos tauromáquicos que, necessariamente, constituem uma experiência stressante e angustiante para os animais que nelas são usados, sendo frequente estes ficarem com fracturas e outros ferimentos durante estas. Acresce que, mesmo quando estas não terminam numa tourada (cenário que é habitual), os touros que são usados nestas largadas já foram antes usados em touradas ou serão usados em touradas depois destas largadas, sendo que o aluguer destes animais constitui mais uma fonte de rendimento para os criadores de touros para touradas, que, através desta forma de exploração e aterrorização destes animais, conseguem sustentar o seu negócio sangrento.

Uma cidade moderna e civilizada deve sempre e cada vez mais destacar-se de forma positiva pela maneira ética como protege os animais do concelho – e nunca por autorizar espectáculos e actividades lúdicas cruéis e deseducativas como são as largadas de touros. É nesse sentido que já algumas cidades portuguesas tomaram posição de dissociação e até de reprovação da tauromaquia, como foi o caso de Viana do Castelo, e foi também o caso de várias empresas, nacionais e internacionais, e até de autoridades públicas, que censuraram, em algumas instâncias, a natureza e violenta e deseducativa da tauromaquia.

Neste sentido, peço à Câmara Municipal de Loures, na pessoa de V. Ex.ª, que não volte a autorizar qualquer actividade tauromáquica nesse concelho – na certeza de que só mediante autorização municipal estas poderão decorrer em Loures, pelo que está dentro dos poderes do Município de Loures não autorizar a realização destas actividades moralmente inaceitáveis.

Agradecendo antecipadamente a atenção de V. Ex.ª e ficando na expectativa de uma resposta a esta mensagem, que espero que seja positiva,

Com os meus melhores cumprimentos,

[Indique o SEU NOME AQUI]
[Indique a SUA CIDADE AQUI]
[Indique o SEU ENDEREÇO DE E-MAIL AQUI]

A Ford está a anunciar novo modelo de carrinha em site tauromáquico – Por favor, envie o seu protesto

A multinacional de automóveis Ford está a anunciar a sua nova carrinha “Ford Ranger” no Tauromania.pt, um site de divulgação e promoção da tauromaquia (http://www.tauromania.pt/).

É inaceitável que qualquer empresa escolha ou aceite ter uma qualquer relação comercial e / ou promocional com a tortura de animais, nomeadamente fazendo publicidade aos seus produtos num site pró-tauromáquico. Tal é especialmente inaceitável quando se trata de uma grande empresa, cujo impacto de qualquer medida publicitária é, obviamente, enorme, pelo que o facto de se associar à tauromaquia ao colocar publicidade num site pró-tauromáquico tem também, necessariamente, o mesmo peso e impacto – só que, neste caso, altamente negativo.

Desde há mais de um ano que, no seguimento de alertas e protestos desenvolvidos pela ANIMAL, diversas empresas nacionais e internacionais que tiveram em algum momento alguma relação comercial ou promocional com a tauromaquia deixaram de a ter, como foi o caso da MELKA, da UNICER, da Ben & Jerry´s, e, entre outros, também da KODAK, cujo director executivo no Reino Unido, Julian Baust, afirmou, a propósito de protestos alusivos à associação da marca à tauromaquia em Portugal, que a “KODAK não aceita de modo algum a crueldade contra animais”.

Por favor, peça à Ford para tomar a mesma decisão – envie a mensagem sugerida abaixo – ou escreva a sua própria mensagem, se preferir – ao Presidente da Câmara Municipal de Loures, pedindo-lhe que não volte a autorizar qualquer evento tauromáquico no concelho de Loures. Por favor envie a sua mensagem para: infopt@ford.com; clientes@ford.com; Com Conhecimento (Cc) a: campanhas@animal.org.pt.

Mensagem Sugerida

À Administração e Direcção de Marketing da Ford Portugal:

Ex.mos Senhores,

A Ford está a anunciar a sua nova carrinha “Ford Ranger” no site Tauromania.pt, um site de divulgação e promoção da tauromaquia (
http://www.tauromania.pt/).

É inaceitável que qualquer empresa escolha ou aceite ter uma qualquer relação comercial e / ou promocional com a tortura de animais, nomeadamente fazendo publicidade aos seus produtos num site pró-tauromáquico. Tal é especialmente inaceitável quando se trata de uma grande empresa, cujo impacto de qualquer medida publicitária é, obviamente, enorme, pelo que o facto de se associar à tauromaquia ao colocar publicidade num site pró-tauromáquico tem também, necessariamente, o mesmo peso e impacto – só que, neste caso, altamente negativo.

Desde há mais de um ano que, no seguimento de alertas e protestos desenvolvidos pela ANIMAL, diversas empresas nacionais e internacionais que tiveram em algum momento alguma relação comercial ou promocional com a tauromaquia deixaram de a ter, como foi o caso da MELKA, da UNICER, da Ben & Jerry´s, e, entre outras, também da KODAK, cujo director executivo no Reino Unido, Julian Baust, afirmou, a propósito de protestos alusivos à associação da marca à tauromaquia em Portugal, que a “KODAK não aceita de modo algum a crueldade contra animais”.

No mesmo sentido, já algumas cidades portuguesas tomaram, através dos seus municípios, posição oficial de dissociação e até de reprovação da tauromaquia, como foi o caso de Viana do Castelo, e foi também o caso até de autoridades públicas, que censuraram, em algumas instâncias, a natureza violenta e deseducativa da tauromaquia.

É neste contexto que peço à Ford para assumir exactamente o mesmo posicionamento, não só retirando as referidas inserções publicitárias no site Tauromania.pt, como também tomando uma posição inequívoca de distanciamento total da tauromaquia e de qualquer relação comercial e / ou publicitária com esta terrível actividade de tortura de animais. Quanto mais depressa e claramente o fizer, menos manchada poderá ficar a marca Ford – que, com a presente associação publicitária à tauromaquia, afasta milhares e milhares de consumidores que prezam os direitos dos animais e desprezam a barbárie da tauromaquia.

Agradecendo antecipadamente a atenção de V. Ex.ª e ficando na expectativa de uma resposta a esta mensagem, que espero que seja positiva,

Com os meus melhores cumprimentos,

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Por uma campanha nacional urgente de esterilizações de cães e gatos

Aos Amigos(as) dos Animais


Encontra-se disponível no endereço http://www.peticao.com.pt/esterilizacao-caes-gatos uma carta a dirigir aos partidos candidatos às próximas eleições legislativas e autárquicas sobre a extrema necessidade e urgência de lançar uma campanha nacional de esterilizações de cães e gatos que ponha fim à sobrepopulação, ao abandono e aos abates realizados nos canis.
Esta carta, se for subscrita por muitas centenas de activistas e por associações, trará o tema para as campanhas eleitorais e mostrará aos partidos a nossa determinação em usar o voto para obtermos reais alterações de comportamento e de políticas das entidades públicas.

O email de contacto é campanha.esterilizacao@gmail.com

A petição será entregue aos Partidos no dia 15 de Setembro pelo que se pede o maior empenhamento na divulgação da mesma, de forma a recolher-se o maior número possível de assinaturas.

Pede à Pizza Hut que deixe de apoiar maus tratos a Elefantes do circo



A Pizza Hut está a servir um prato fundo de crueldade ao oferecer aos seus clientes descontos para o Ringling Bros. and Barnum & Bailey Circus em várias localidades da Califórnia, mesmo sabendo que os trabalhadores do Ringling espancam os animais com ganchos pontiagudos nas cabeça, orelhas e tronco.


Clique no link abaixo para saber como pode ajudar.

http://www2.peta.org/site/Advocacy?cmd=display&page=UserAction&id=2387&c=923fs&s_src=p2fb

Primeira Damas Fur-Free


É oficial: o guarda roupa de Michelle Obama não tem peles. De acordo com o blog sobre moda The Cut e o The Washington Times, Carla Bruni, primeira dama Francesa, escreveu à PETA, anunciando a sua posição de não usar peles.
A assessora de imprensa de Michelle Obama confirmou de seguida que a primeira dama Americana também não usa peles.

Apesar de ser bom saber que as primeiras damas não usam peles, na carta de Carla Bruni, dirigida à PETA, dizia que não era vegetariana e usava couro de animais criados para alimentação.
Bem, também não devíamos criar animais para alimentação.

Visto que as duas primeiras damas são “buddies”, convencendo Michelle Obama a se tornar Vegan e a não usar couro, talvez possa convencer a amiga Bruni? Se calhar precisamos de Dennis Kucinich (congressista americano Vegan) para lhe dar a volta?

fonte: http://animalrights.about.com/


quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Heath Ledger: Direitos dos Animais

Uma das paixões de Heath Ledger era os Animais.
O Video Clip realizado pelo actor sobre a (anti)caça às Baleias, foi lançado esta semana na internet.




Modest Mouse - King Rat


Fonte: The Guardian

Ao que ninguém liga


CIRCO
Que tipo de ser humano transforma um animal majestoso em um boneco? O homem, o dono de circo e, consequentemente, o homem, o espectador. Temos o dever moral de boicotar os circos que exibem animais nos seus shows. Um espectáculo circense cujas estrelas são seres humanos, fortes, hábeis, com equilíbrio fora do comum, como o Circo de Soleil, por exemplo, este sim é um grande espectáculo.











PELES

Existem relatos de viagens à China onde é possível encontrar diversos armazéns, repletos de peles de cães e gatos,

peles de gatos malhados e de pastores alemães, somos sufocados pela grandeza do sofrimento presente até no ar que respiramos; sabemos que todos estes animais tiveram uma morte agonizante, estrangulados, afogados ou sangrando até a morte.

Muitos tiveram a sua pele retirada enquanto ainda vivos. Numa viagem recente à China defensores dos direitos dos animais depararam com uma descoberta aterradora: enormes quantidades de pele de cachorro a serem tingidas de preto ou castanho, tornando-as virtualmente indistinguíveis de outros tipos de peles, como a de raposa ou vison, funcionários embalam centenas de peles tingidas e prontas para comercialização em caixas destinadas à exportação.


TESTES EM ANIMAIS

Todos os anos, milhares de novos cosméticos, produtos de limpeza e de higiene pessoal são lançados no mercado. Potencialmente, muitos deles foram testados em animais em vários estágios do seu desenvolvimento. Antes de aparecerem nas estantes do supermercado, esses produtos passam por um longo e complexo processo de experiência que deixam milhões de animais mutilados, queimados, envenenados e expostos à acção de gases em testes ultrapassados e desnecessários.
Os fabricantes alegam que os testes garantem a segurança dos produtos utilizados em circunstâncias normais ou em caso de algum acidente, como a ingestão dos mesmos. O verdadeiro interesse, no entanto, é limitar a responsabilidade da companhia perante um possível caso de acção judicial movida por um consumidor.
Produtos comprovadamente tóxicos que foram testados em animais são regularmente introduzidos no mercado. Não importa a quantidade de testes aplicados em animais; isso não altera o fato de que muitos desses produtos são danosos se ingeridos ou se utilizados inadequadamente. Além disso, muitos desses produtos não fornecem informações sobre os tratamentos efectivos em casos de danos de saúde. Eles se limitam a indicar a toxidade e é só.
Em 1998, a Inglaterra decretou a proibição de testes em animais no processo de fabricação de cosméticos. É um importante passo no caminho da libertação daqueles que nada fizeram para merecer tamanha crueldade.


Teste de Draize
É utilizado para medir a acção nociva dos ingredientes químicos encontrados em produtos de limpeza e em cosméticos. São observadas as reacções causadas à pele e aos olhos de animais.
O teste Draize para a irritação da pele consiste em imobilizar o animal enquanto substâncias são aplicadas em peles raspadas e feridas (fita adesiva é pressionada firmemente na pele do animal e arrancada violentamente; repete-se esse processo até que surjam camadas de carne viva).
Os coelhos são os animais mais utilizados nos testes Draize porque são baratos e fáceis de manusear. Seus olhos grandes facilitam a observação dos resultados.

No entanto, os olhos de coelho são um modelo pobre para os olhos humanos:

• A espessura, estrutura de tecido e bioquímica das córneas do coelho e do humano são diferentes;
• Coelhos têm dutos lacrimais mínimos (quase não produzem lágrimas);
• Resultados de testes são sujeitos às interpretações ambíguas; o que aparenta ser um dano grave para um técnico pode parecer brando para um outro.

Lethal Dose 50 Percent
Abreviatura do termo em inglês Lethal Dose 50 Percent (dose letal de 50%). É o teste para detectar qual quantidade da substância que matará a metade do grupo de animais, num tempo pré-determinado, se ingerida ou inalada forçadamente ou, então, exposta de alguma maneira. Criado em 1920, o teste serve para medir a toxicidade de certos ingredientes.
Cada teste LD-50 é conduzido por alguns dias e utiliza 200 ou mais animais. Durante o período de teste, os animais normalmente sofrem de dores angustiantes, convulsões, diarreia, supuração e sangramento nos olhos e na boca. No fim do teste, os animais que sobrevivem são sacrificados.
Esse teste prova ser ineficaz porque os resultados variam muito dependendo da espécie de animal utilizado.

Existem várias alternativas para o experimento animal:
• Simulações por computador
• Utilização de culturas de células (in vitro) para estudos de toxicidade e irritação
• Utilização de olhos humanos dos bancos de olhos ou das membranas de ovos de galinha
• Utilização de tecido humano: o laboratório Pharmagene, na Inglaterra, vem desenvolvendo a técnica de stock de tecidos humanos retirados durante a biopsia ou algum tipo de tratamento de pacientes hospitalizados
• Voluntários humanos

fonte: http://direitosdosanimais.no.sapo.pt/







Animais para Alimentação


CRIAÇÃO INTENSIVA:
as galinhas passam a vida inteira sem se poder locomover, pisando em fios de arame, sem descanso para os pés, com a luz acesa 24 horas por dia. Gado e porco ficam confinados sem possibilidades de andar e ver a luz do sol.


As porcas matrizes são confinadas em pequenas baias, para que não se mexam e permitam que os porquinhos mamem sem parar pois, desta forma, se desenvolvem mais rápido. Tão logo sejam desmamados, a fêmea terá seu cio induzido, emprenhará e voltará à rotina cruel...


PATÊ DE FÍGADO DE GANSO:
São usados, por ano, cerca de 10 milhões de gansos e patos para a produção do patê de foie gras. As aves são mantidas, por toda a sua curta vida, em confinamento permanente dentro de gaiolas mínimas, o que as impede de fazer qualquer movimento. Alimentadas de 3 a 5 vezes ao dia – quando são seguradas pelo pescoço --, têm seus bicos abertos, onde é introduzido um cano metálico de 20 a 30 cm de comprimento, que chega até o estômago do animal.
Uma alavanca então é accionada e bombeia, de uma vez, através desse cano, uma mistura de milho, gordura e sal. Cada ave é forçada a ingerir até 3,5 kg dessa ração por dia, o que equivale a um ser humano ser forçado a comer 12,5 kg de macarrão por dia. Após a alimentação, um anel elástico é apertado no pescoço da ave para impedir que regurgite. Após 4 semanas de alimentação forçada, o animal é morto e seu fígado, retirado para produzir o patê.


VITELA:
A trajectória de sofrimento do bezerro começa já no 1º dia de vida, quando é apartado da mãe e trancado em um compartimento que não oferece espaço para que se movimente. Muitos não permitem até que o animal se deite. E isso por cerca de seis meses. A intenção é impedir o desenvolvimento da musculatura e garantir a carne tenra. A alimentação é feita apenas com leite. "Privar o bezerro do consumo de fibras e minerais presentes nas pastagens gera uma deficiência de ferro que pode levar à anemia", explica o veterinário José Luciano Andriguetto, professor do Departamento de Zootecnia da Universidade Estadual do Paraná. Para evitar que os animais adoeçam, os produtores geralmente fornecem grande quantidade de antibióticos. Com 4 a 6 meses de vida, os bezerros são retirados do compartimento. Experimentam a liberdade em alguns passos trôpegos e vão direitos para o abate.

O caso dos porcos, transportados em veículos superlotados chegam aos locais de abate ou de criação e são enjaulados, privados de movimentos.

fonte: http://direitosdosanimais.no.sapo.pt/


terça-feira, 4 de agosto de 2009

Pequenos Gestos - Nozes de Saponária


Nozes de Saponária

Podem ser utilizadas para substituir o detergente da máquina de lavar roupa, da máquina de lavar louça, o detergente manual para a louça, o limpa-vidros, o lava-tudo, o detergente auto, o champô para animais, o repelente para os insectos das plantas.

Ainda dispensa o amaciador e o abrilhantador, pois a roupa fica macia e a louça brilhante. Mesmo nas roupas mais delicadas as nozes são eficazes, preservando as cores. As nozes de saponária são ainda ecológicas, uma vez que não poluem a água nem o ambiente e que evitam desperdício de inúmeras embalagens. Este detergente alternativo é ainda 100% biodegradável, pois quando as nozes estiverem secas e escuras (sinal de que toda a saponina já foi retirada) pode usá-las como adubo para as plantas ou juntá-las ao composto.

Pequenos Gestos - Champo Ecológico


Champo Ecológico I Love my Planet.


Champo de brilho certificado Ecolabel, certificado ecológico Europeu:


Uma fórmula facilmente biodegradavel; uma embalagem reciclavel, um modo de produção que repeita ambiente e com controlo do principio ao fim; um produto tão eficaz como outro, NÃO TEM COMPOSTOS DE ANIMAIS E NEM TESTAM EM ANIMAIS.O preço é acessivel e ainda plantam uma árvore por cada champo comprado!

É da marca Yves Rocher. Encomendado por catálogo.(Contactar raquelmichielsen@gmail.com para mais informação)

Sintra voltou atrás?

Por favor, leiam, mandem aos vossos amigos e enviem esta carta para:geral@cm-sintra.pt; gmvm@cm-sintra.pt

Exm.º Senhor Presidente da Câmara Municipal de Sintra
Exm.º Senhor Vereador do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Sintra
Exm.ª Senhora Médica Veterinária Municipal da Câmara Municipal de Sintra

Excelências,

Em Abril do ano corrente, a Assembleia Municipal de Sintra aprovou o chamado “Regulamento Municipal de Animais do Concelho de Sintra”, que, entre outras medidas que incorpora, prevê que (e tal como está ainda anunciado no site deste município, em http://www.cm-sintra.pt/NoticiaDisplay.aspx?ID=5442):

“[…] a Câmara de Sintra assume que o apoio institucional ou a cedência de recursos, por parte da autarquia, para a realização de espectáculos com animais fica condicionado pela não existência de actos que inflijam sofrimento físico ou psíquico, lesionem ou provoquem a morte do animal. A realização de espectáculos com fins comerciais, desportivos, beneméritos ou outros em que estejam envolvidos animais, respeita o disposto na Lei e nos Regulamentos Municipais, i.e., fica sujeita ao parecer prévio e vinculativo do Médico Veterinário Municipal”.

Considerando que Sintra não tem praça de touros fixa e que a instalação de qualquer praça de touros desmontável no concelho carece, obrigatoriamente, de autorização camarária, nomeadamente nos termos do anunciado neste Regulamento Municipal de Animais de Sintra, sob a vigência do qual nenhum espectáculo tauromáquico poderia, ante um parecer da Médica Veterinária Municipal, ser considerado aceitável, a implicação mais óbvia do dito Regulamento Municipal era e é de que nenhum espectáculo tauromáquico voltaria a ser autorizado em Sintra.

Ora, encontra-se anunciada uma tourada para o dia 26 de Agosto, na localidade de Nafarros, em Sintra, tal como está a ser divulgado por sites tauromáquicos, de entre os quais se destaca o seguinte: http://www.tourobravo.com/Noticias/Noticia.aspx?Key=579.

Desde Abril passado, altura em que o dito Regulamento foi aprovado, que acredito que Sintra é, para todos os efeitos, uma vila livre de espectáculos tauromáquicos. Desde Abril passado que, como consequência da tomada de decisão de V. Ex.as a que na presente mensagem faço referência, eu e muitos outros portugueses acreditamos que Sintra não voltaria atrás, sendo palco de actividades aviltantes de tortura de animais como são as touradas. E isso é algo em que quero continuar a acreditar.

Neste sentido, venho pedir a V. Ex.as, explícita e especificamente, que, nos termos do anunciado quando foi aprovado o “Regulamento Municipal de Animais de Sintra”, a Câmara Municipal de Sintra não autorize a tourada anunciada para a localidade sintrense de Nafarros, programada para 26 de Agosto, ou qualquer outra actividade tauromáquica no concelho de Sintra, nessa data e local ou em qualquer outra data ou local.

Agradecendo antecipadamente a atenção de V. Ex.ª e ficando na expectativa de uma resposta a esta mensagem, que espero que seja positiva,

Com os meus melhores cumprimentos,

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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Descubra as Diferenças

Pequenos Gestos - Pasta Couto



A Pasta Couto é um produto português fabricado desde 1932.Para além de ser mais barata dos que a outras marcas usadas com mais frequência, de não ter na sua composição sodium laureth sulfate, a Pasta Couto não é testada em Animais.Poupar dinheiro, comprar produtos portugueses, retirar do dia a dia um produtoque é prejudicial á saúde, e ainda promover marcas que não contribuem para a tortura e sofrimento de animais é fazer 4 boas acções de uma só vez.Estes pequenos gestos fazem diferença, antes de comprar qualquer dentífrico, pense nisto! (A Pasta Couto pode ser encontrada no Centro Vegetariano).

Canil Municipal da Ribeira Grande


Três membros deste colectivo visitaram hoje de manhã o Canil Municipal da Ribeira Grande.

Num primeiro contacto telefónico há cerca de duas semanas, preocupou-nos o facto da pessoa que nos atendeu pouco ou nada saber sobre os animais, como eram tratados, quando, por quem.
Nem mesmo soube responder se eram alimentados ao fim de semana.

Com a ideia de que os animais estaria literalmente abandonados à sua sorte, fomos hoje visitar-los.

Fomos atendidas pelo Sr. Emanuel, o que logo nos sossegou.
O Sr. Emanuel era antigo varredor de rua sempre seguido pelos cães vadios da cidade. O Sr. Emanuel pedia carnes no talho para alimentar os animais que lhe seguiam. E cuidava, como podia, dos que estavam doentes. A sua bondade sempre transpareceu nos seus pequenos gestos.

Constatamos que o canil estava limpo, dentro dos possíveis, e todos os animais tinha água e ração.
Garantiu-nos ainda que os animais são alimentados por ele todos os dias.
O melhor foi não poder deixar de reparar no carinho que tem por aqueles animais.

Saímos de lá com a sensação de que o resto depende da sociedade: Adoptar os cães e gatos que lá estão.

Asseguramo-vos que todos os animais que lá estão, muitos ainda cachorros são bonitos simpáticos e, aparentemente, saudáveis.

O Sr. Emanuel mostrou-se ainda aberto à possibilidade de irmos buscar cães para levar a passear.

Agradecemos à CMRG por ter "entregue" os Canil aos cuidados deste grande Senhor, afinal de contas a grandeza de um Homem vê-se na forma como trata os seus Animais.

Profissionais da treta!

O que aconteceu com estas jovens de facto não me surpreende porque já há muito tempo que deixei de acreditar na Clinica Veterinária de Santana. Ainda hoje me arrependo de ter deixado o Alex ( o meu gato) nas mãos daquela gente, pois foi muito mal tratado e alimentado! É inadmissível que casos destes aconteçam, quando pessoas que se dizem profissionais, recusam-se a tratar de animais abandonados, então quem tratará deles, quando muitos encontram-se em situações de risco, de completo abandono.
Espero que o cão esteja melhor, que elas tenham encontrado alguém com maior vocação e sensibilidade para tratar do cão.

Vera Borges

sábado, 1 de agosto de 2009

Bombeiros da Vieira de Leiria em defesa dos Animais

De acordo com notícia publicada no jornal da Marinha Grande de 23 de Julho, a «Comissão Pró-Ambulância dos Bombeiros Voluntários de Vieira de Leiria resolveu deixar de apoiar a tourada agendada inicialmente para dia 26 de Julho e que foi adiada para 2 de Agosto». Esta tourada também já tinha sido agendada para dia 19 de Julho e adiada.

«Segundo o JMG conseguiu apurar, na base desta tomada de decisão terá estado o facto…» «…aliado ao facto de haver um movimento anti-touradas que chamava a atenção para o sofrimento a que os animais são submetidos nas touradas.»

Por enquanto a tourada «mantém-se agendada para dia 2 de Agosto com organização a cargo de empresas do sector» e este movimento anti-touradas tudo continuará a fazer para que ela não seja autorizada e não se venha a realizar.

Os Bombeiros Voluntários da Vieira de Leiria tiveram uma atitude muito correcta ao serem humanitários e tomarem, com grande sentido de ética, esta decisão de se dissociarem da corrida de touros em causa. Merecem toda a consideração e apoio da população. Parabéns!

(in Marinhenses Independentes Anti-Touradas)

Clinica Veterinária de Santana recusa-se a tratar animais de rua


Ontem, sexta-feira dia 31, duas Jovens encontraram na rua um cão abandonado e com as patas traseiras partidas.
De imediato ligaram para o único número de urgências que tinham, a Clínica de Santana na Ribeira Grande, onde os seus animais costumavam ser tratados.
Ao explicaram a situação, a veterinária recusou-se a tratar o animal mesmo mediante o pagamento do que fosse necessário!
As Jovens voltaram a insistir que pagariam todo o tratamento mas mesmo assim a Veterinária recusou-se a receber o Cão só por ser abandonado.

Esta Clínica é (sempre foi) um bom exemplo da incompetência de quem exerce profissões para a qual não tem a mínima vocação.
Pessoas com estas atitudes deverão ser proibidas de exercer medicina veterinária ou qualquer outra actividade que implique convivência com seres vivos.

Passe a palavra, não ponham os vossos animais nas mãos de quem deixa um animal morrer assim na rua.

O que é o Vegansexualismo?


O Centro Vegetariano é de facto uma caixinha de surpresas.

Ao vasculhar o site encontrei este artigo fantástico:



Vegansexualismo. Ética…Sexual?
Depois dos heterossexuais, dos homossexuais, dos bissexuais e dos metrossexuais, conhece agora os … vegansexuais. Este novo conceito de orientação sexual foi recentemente formulado pelo Centro de Estudos Humanos e Animais, da Universidade de Canterbury, na Nova Zelândia, no âmbito de um estudo denominado “Perspectivas e Experiências de Vegetarianos e de outros Consumidores Éticos”, estudo esse incluído num projecto mais vasto sobre a interacção entre seres humanos e animais.

Este estudo foi realizado a nível nacional (Nova Zelândia) e baseou-se num inquérito a 157 vegetarianos sobre os seus hábitos de vida e opções de consumo.
Como é sabido, designa-se por vegano alguém que, movido por argumentos de natureza ética, de saúde, de respeito pelo meio ambiente e/ou religiosos, opta por não ingerir quaisquer alimentos de origem animal (incluindo lacticínios, ovos e mel).

No entanto, o veganismo não se restringe à alimentação. É todo um modo de vida, com princípios estritos, que implica tomadas de posição bem definidas em muitos aspectos do quotidiano, como por exemplo: renunciar ao vestuário, calçado e acessórios em couro, lã ou seda (recorrendo a outros materiais como sintéticos, algodão, linho, cânhamo ou outras fibras), exercer o consumo responsável através do boicote a empresas que poluem o ambiente, que testam em animais, etc.


O que é então um vegansexual?

Sendo a actividade sexual parte da nossa natureza, é de esperar que, também esse campo da nossa vida seja objecto de reflexão e de opções por parte dos veganos. Um vegansexual é assim alguém que escolhe não se envolver íntima e sexualmente com parceiros que ingerem carne, sob o argumento de que os corpos destes últimos são autênticos “cemitérios de animais”, literalmente construídos e sustentados por restos de cadáveres, animais abatidos em condições que implicaram grande sofrimento para os mesmos.

Um vegansexual não aceita envolver-se com alguém que contribuiu para os maus tratos e matança de seres vivos, nem com alguém cujos fluidos corporais transportam resíduos de uma alimentação carnívora (suor, saliva, esperma…). Já para não falar do odor corporal, habitualmente mais intenso e pungente naqueles que ingerem carne do que nos vegetarianos.
Não deixa de ser verdade também que todos nos sentimos, regra geral, atraídos por pessoas com interesses e hábitos semelhantes aos nossos, pois isso tende a facilitar a convivência no dia-a-dia.

Para um vegano, pode ser difícil aceitar partilhar refeições com um parceiro que se alimenta de carne, devido, por exemplo, à contaminação dos utensílios de cozinha e ao cheiro dos cozinhados com carne. Por muito forte que seja a atracção sexual, esta raramente sustenta por si só os desafios do convívio prolongado...
Segundo o estudo neo-zelandês, as opções de vida dos veganos levam-nos a tomadas de consciência sobre o seu próprio corpo, o dos outros, e a uma visão diferente da vida.

Essa tomada de consciência leva-os a considerar moralmente repugnante e eticamente inaceitável ter relações íntimas com carnívoros ou sequer beijar alguém por cujos lábios tenham passado pedaços de alimentos de origem animal.
Ainda segundo o estudo, são principalmente as mulheres que manifestam particular repulsa pelo envolvimento íntimo com parceiros que ingerem carne.

Algumas, apesar de não se descreverem inteiramente como vegansexuais (já que consideram alguns carnívoros sexualmente atraentes), têm o vegetarianismo como critério preferencial na escolha dos seus parceiros.
Se um tal selectivismo reduz fortemente a possibilidade de encontros amorosos para os veganos (veja-se o caso de Portugal, onde a comunidade vegana é ainda reduzida), o sexo é também em si uma forma de apelo e activismo eficaz, já que, devidamente orientada e sem imposições e radicalismos, pode contribuir para mudar a forma de pensar de muitos potenciais parceiros sexuais e de vida, incutindo-lhes hábitos de vida mais saudáveis (para si próprios e para o planeta) e eticamente aceitáveis.

(in Centro Vegetariano)

Tourada nas Capelas

(foto tirada daqui)

São Miguel recebe mais uma vez um dos espectáculos mais tristes do mundo. Depois da Lagoa segue-se as Capelas.

Não querendo tornar o assunto politico, apesar de também o ser, começa a ser difícil não reparar em quem se empenha tanto em importar esta tradição.
Imagine-se, Ponta Delgada em mais de 20 freguesias apenas 2 são do Partido Socialista sendo as Capelas, claro está, uma delas.

Bem se sabe que a Sorte de Varas voltará à Assembleia Regional, em breve. E voltará todas as vezes que forem necessárias até ser legislada.
Da ultima vez houve um descontentamento generalizado da população perante a possibilidade de legislar a barbaridade, resultando no "sumiço" de "um deputado do Sim" do PS na hora da votação.
O esquema não poderá ser usado todas a vezes e se mais uma vez houver liberdade de voto os deputados deixam, tal como deixaram, de representar quem os elegeu para se representarem a si próprios e interesses pessoas e de conhecidos.

Dizem os políticos que "é em São Miguel que se ganha as eleições".
Enquanto São Miguel não gostar de touradas não haverá Sorte de Varas.
Os autarcas socialistas micaelenses arregaçaram as mangas e decidiram tratar do assunto.

E mais uma vez para interesses económicos de uma minoria e diversão de outra minora, os animais são sujeitos a uma vida miserável, vitimas do egoísmo e pequenez do Homem.