
Bruno Nogueira sobre a criação da Secção de Tauromaquia, oiça clicando no link
colectivo de defesa dos direitos dos animais | s.miguel - açores




Exma. Sra. Presidente da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo
Estas são duas das novas regras das touradas tradicionais no arquipélago, que foram aprovadas pela Assembleia Legislativa no âmbito da primeira alteração ao diploma que estabelece o regime jurídico de actividades sujeitas a licenciamento das câmaras municipais na Região Autónoma dos Açores.
O Governo justifica a redução em 30 minutos da duração máxima das touradas à corda no arquipélago com a necessidade de “atender às preocupações do bem-estar animal”.
Com o objectivo de evitar a acumulação de diversos espectáculos taurinos ao fim-de-semana, passa também a ser possível, a partir de agora, realizar touradas não tradicionais em qualquer dia.
Todavia, em cada freguesia e freguesias contíguas, dentro do mesmo concelho, só poderá ser autorizada a realização de uma manifestação taurina no mesmo dia.
A aprovação destas alterações visa ainda, de acordo com o Executivo, uma melhor clarificação e rigor das definições constantes do capítulo referente às touradas à corda que “melhor se compaginem com os usos da tradição, uma vez enraizadas na cultura popular da comunidade açoriana”.
Neste contexto, foi introduzida a definição de ganadeiro, eliminando-se o requisito de inscrição na Associação de Criadores de Tourada à Corda, e passou a ser exigida a inscrição de todo o gado bravo no Livro Genealógico ou Registo Zootécnico da Raça Brava.
De acordo com o mapa anexo ao diploma, existem actualmente classificadas como tal no arquipélago 158 touradas tradicionais, distribuídas pelas ilhas Terceira (115), Graciosa (25) e S. Jorge (18).
fonte: Faial Online









A exibição de animais nos circos tem os dias contados com a publicação de uma lei que proíbe a compra de novos macacos, elefantes, leões ou tigres e que impede a reprodução dos animais já detidos pelos circos.
A portaria 1226/2009, publicada hoje e que entra em vigor na terça-feira, divulga uma lista de espécies consideradas perigosas, pelo seu porte ou por serem venenosas, que só podem ser detidas por parques zoológicos, empresas de produção animal autorizadas e centros de recuperação de espécies apreendidas.
Os circos não fazem parte da lista de excepções, assim como as lojas de animais, que também ficam proibidas de vender cobras de grande porte ou venenosas, algumas aranhas ou lagartos.
Entre as espécies cuja detenção passa a ser proibida pela nova lei - excepto para os zoológicos e as entidades autorizadas - incluem-se todas as espécies de primatas, de ursos, de felinos (excepto o gato), otárias, focas, hipopótamos, pinguins ou crocodilos.
A proibição abrange ainda, na classe das aves, todas as avestruzes, e, na dos répteis, as tartarugas marinhas e as de couro, assim como serpentes, centopeias e escorpiões.
No preâmbulo do diploma, o Ministério do Ambiente justifica a nova lei com motivos relacionados com a conservação dessas espécies, com o bem-estar e saúde dos exemplares e também com a garantia de segurança, do bem-estar e da comodidade dos cidadãos "em função da perigosidade, efectiva ou potencial, inerente aos espécimes de algumas espécies utilizadas como animais de companhia".
A portaria ressalva a situação dos espécimes já detidos aquando da entrada em vigor da lei, na terça-feira, bem como dos híbridos dele resultantes, que devem ser registados no Instituto da Conservação da natureza e Biodiversidade (ICNB) no prazo de 90 dias.
Os detentores de espécimes das espécies listadas no diploma têm de ser maiores de idade e fazer o registo no ICNB.
O diploma determina ainda que não é "permitida a aquisição de novos exemplares nem a reprodução daqueles que possuam no momento do registo".

Realizou-se ontem, 4 de Outubro, dia Mundial do Animal, a primeira Cãominhada em São Miguel.
A iniciativa partiu do colectivo de defesa dos direitos dos animais “Arquipélago dos Animais” com a colaboração da Câmara e Canil Municipal de Ponta Delgada.
A adesão à iniciativa superou as expectativas da organização, contando com cerca de 60 participantes de todas as idades.
Promover a adopção, proporcionar momentos de liberdade e interacção aos animais que se encontram confinados a um espaço pequeno durante dias, semanas e meses, sensibilizar para a protecção e o respeito pelos animais como seres sencientes são algumas das finalidades das Cãominhadas.
No final todos os envolvidos, organização e participantes, mostraram-se satisfeitos com o sucesso do evento, que com toda a certeza irá repetir-se muito em breve e estender-se a outros concelhos.
O Canil Municipal de Ponta Delgada vai comemorar o Dia Internacional do Animal, que se celebra a 4 de Outubro, com uma iniciativa diferente, que recebeu o nome de “Cãominhada”. A iniciativa conjunta da Câmara de Ponta Delgada e de um grupo de cidadãos anónimos, tem como principal objectivo proporcionar momentos de liberdade aos cães que se encontram no Canil Municipal, mas também chamar a atenção para os direitos dos animais
Sendo assim, a “Cãominhada” consiste num passeio com os cães do Canil de Ponta Delgada, concedendo a estes animais alguns momentos de liberdade e interacção com as pessoas que estejam interessadas em colaborar nesta iniciativa, que pretende, também, promover a adopção de animais abandonados.Além disso, pretende-se consciencializar as pessoas para o respeito pelos animais e chamar a atenção para os cuidados e para a protecção dos mesmos.
Assim, todos as pessoas que estiverem interessadas em participar nesta “Caominhada” poderão inscrever-se na página online da Câmara Municipal de Ponta Delgada, através do link http://cm-pontadelgada.azoresdigital.pt/Default.aspx?Module=Artigo&ID=793. A saída dos animais do Canil Municipal está marcada para as 09h30 do dia 4 de Outubro e a “Caominhada” será até ao parque de estacionamento do Estádio de São Miguel.
Bom dia,
estou escrevendo esta carta pra lamentar um acidente que aconteceu na tourada em Biscoitos no dia 29 agosto.
Fui aì com oitos amigos, todos italianos pra ver a tourada e ficamos numa tasca pra comer algo esperando o inicio da segunda tourada mas ninguem advisou-nos do perigo de ficar naquele lugar.
O resultado foi duas raparigas feridas. Francesca tem as marcas do touros nas pernas e na bariga e Tiziana esta com uma cicatriz no queixo e com um dente quebrado. Temos que agradecer Deus que nao aconteceu nada de pior !
Tenho que agradecer tambem o moço que deu o primeiro soccorro, os bombeiros que levara-las ao hospital de Angra, o pessoal tudo do hospedal, que foi muito profissional e cuidou muito das raparigas e com muito carinho assim como o agente que estava presente no hospital.
Nao podemos dizer o mesmo do agente que atendeva ao posto de policia em Angra, que tratou nos com muita ma educaçao (pra usar um eufemismo).
Nao estou escrevendo pra lastimar ou queixar-me do que aconteceu...passou e acho que foi um milagre, mas quero aconselhar os senhores para dar mais atençao nos turistas durante as touradas.
Tem que dar no punto de informaçao turistica alem do horario delas tambem informaçoes sobre elas, como funcionas, qual sao as lugares mais perigosas e em cima de tudo que pode ser mortais.
Nos sò sabiamos que acontecevam nas ruas e por isso ficamos perto da tasca, achando isso um lugar tranquilo e que logo alguem teria fechado a grade...quem podiam imaginar que era ai que eles "convidavam" o touro...
Alem disso acho que precisa uma ambulancia sempre presente...esperamos muito pra ela embora todos dissem que tinham jà chamada.
Encontramos muitos turistas na nossa viagem nas ilhas e acho que eles sao muitos uteis pela economia dos Açores..por isso cuidar deles è fundamental...nao è ?
A Agência Europeia dos Produtos Químicos (ECHA) convida as partes interessadas a apresentarem informações sobre os efeitos tóxicos na reprodução da substância “produto da oligomerização hidrogenada de tetradec-1-eno e alceno incluindo dímeros e trímeros” (hydrogenated oligomerisation product including dimers and trimers, of tetradec-1-ene and alkene), até 24 de Setembro de 2009.
Esta consulta pública surge na sequência da apresentação de um dossiê de registo para essa substância, com propostas de ensaios de toxicidade na reprodução, sendo que dois deles envolvem animais vertebrados.
O objectivo é dar às partes interessadas a oportunidade de submeterem informações para que os ensaios em animais sejam somente realizados nos casos em que não existam informações suficientes para avaliar os perigos da substância na saúde e no ambiente.
Esta substância com uma composição complexa que é fabricada e importada na UE em quantidades consideráveis é utilizada como componente de lubrificantes tanto por profissionais como pelo público em geral.
O envio de informação deve ser feito em formato electrónico através do site da ECHA.
fonte: APA
Passeadores de cães aumentam, tornam-se categoria e dividem a população na ArgentinaNúmero de animais mortos no mundo pela indústria da carne, leite e ovos, desde que você abriu esta página. Esse contador não inclui animais marinhos, porque esses números são imensuráveis.