segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Razões para Ser Vegetariano/a



Porque sabes que não é justo...

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domingo, 12 de dezembro de 2010

E ainda acreditas no Pai Natal?




clicar aqui para mais informações






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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Earthlings (ou o Especiecismo)


Ontem, dia 7 de Dezembro, no âmbito do Ciclo de Documentários ParaDocma, organizado pelo Núcleo de Estudantes da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, NEPCE/UC, foi exibido o documentário - por muitos evitado, e contra mim falo, - EARTHLINGS.

Não vos vou falar detalhadamente do filme mas sim das consequências a curtíssimo prazo que teve e das mudanças a médio-longo prazo que poderá provocar a cada espectador daquela sala.

No documentário está mais do que explicita a total dependência da humanidade em relação aos animais, tocando em temas como a alimentação, vestuário, ciência, desporto, entretenimento, criação de animais domésticos, tradições etc.
A Humanidade por ter sido dotada de raciocínio, acha-se superior. O raciocínio dá-lhe o direito de explorar a sua e outras espécies (?). No entanto, para a esmagadora maioria dos animais-humanos, o raciocínio não parece ser suficiente viver para uma vida de respeito, compaixão e comunhão com o planeta e todos os seus habitantes - seres vivos e seres sencientes (palavra esta tão distante do nosso vocabulário que nem o corrector ortográfico assume).

Não os/as culpo nem os/as critico. Fomos ensinados assim, faz parte da nossa cultura, faz parte da nossa sociedade viver às escuras no sentido em que nos limitados a automatizar os nossos actos e criar hábitos sem questiona-los.

Ontem, as imagens, não isoladas, duras, frias, chocantes e verdadeiras, retratarem bem aquilo que nós, animais-humanos, representamos para os animais-não humanos: Sofrimento, sempre sofrimento.
Para muitos, desde o dia em que nascem até ao dia em que são brutalmente mortos para de algum modo nos servirem.
A violência física e psicológica, a crueldade, a humilhação, a fome, o frio, a tristeza, o medo, as matanças a sangue frio, os crimes e mais crimes e sempre a exploração, fazem parte do dia-a-dia de milhões de animais e nosso porque somos nós que provocamos directa ou indirectamente.

No final da sessão para além do silêncio, o choque, olhares cabisbaixos, algumas lágrimas, sofrimento e remorsos estavam bem patentes na caras de quem lá estava. A tomada de consciência da condição do animal e até da nossa, animais-humanos, tocou a todos/as.
Depois da sessão, quem já sabia um bocadinho ficou a saber mais, quem sabia muito pouco ficou a saber muito, quem até então se tinha recusado a saber agora não tem como apagar o que sabe.
Tornamo-nos todos/as um bocadinho menos ignorantes e deixar de ser ignorante é deixar de ser feliz, é ganhar tormentos, dúvidas, agonias, desesperos mas é também ganhar (e juntar) forças para mudar. E a mudança começa em cada um de nós, com um filme, com menos uma refeição de animais por semana, com a escolha de um produto não testado em animais - boicote a biotérios, com chamadas de atenção para maus tratos, com o cuidado de alimentar um animal faminto na rua em vez de passar por ele com indiferença, com o não financiamento de industrias que vivam da exploração dos animais, humanos e não humanos, etc.
Mas acima de tudo com compaixão e respeito pelo mundo em que vivemos.

Hoje, já sabemos como chega a manteiga que pomos na torrada à nossa mesa, já sabemos que métodos são usados para por a nossa pasta de dentes no mercado, já sabemos de onde e como vem a pele e couro que vestimos, já sabemos como são "preparados" os touros para uma tourada, como são "encenados" os animais de circo, que destino têm os animais de rua, de onde vêm as penas do endredão onde nos deitamos, a lã da camisola que vestimos, os ovos de aviário...
Nós hoje sabemos que somos/fomos cúmplices de todas as atrocidades cometidas contra outra espécie desde o dia em que nascemos, até agora involuntariamente.
Mas nós hoje já não temos desculpa.
Então e agora, vamos continuar a ser cúmplices?


Cassilda Pascoal


Ver filme: aqui



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terça-feira, 26 de outubro de 2010

Touradas, não são património da humanidade


A Câmara Municipal de Angra do Heroísmo candidatou a Festa Brava da Terceira como Património Imaterial da Humanidade.

Se não está de acordo, proteste enviando o texto abaixo, ou melhor um original, para os seguintes endereços:

bpi@unesco.org
cnu@unesco.pt

manuela.galhardo@unesco.pt

drac.info@azores.gov.pt

bcc: acoresmelhores@gmail.com



Exma. Senhora Irina Bokova, Directora Geral da UNESCO
Exmo. Senhor Sr. Fernando Andresen Guimarães, Presidente da Comissão Nacional da UNESCO
Exma. Sra. Manuela Galhardo, Secretária Executiva da Comissão Nacional da UNESCO
Exmo. Sr. Jorge Augusto Paulus Bruno, Director Regional da Cultura

Entre 21 e 23 de Outubro de 2010, na ilha Terceira (Açores), decorreu um denominado Congresso Mundial de Ganadeiros de Toiros de Lide. No evento, foram feitos vários apelos para a legalização, nos Açores, de touradas picadas, bem como foi anunciada, pela Presidente da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, a candidatura à UNESCO da Festa Brava da Terceira como Património Imaterial da Humanidade.

Considerando que as touradas para além de não criarem riqueza e de desconceituarem os Açores aos olhos da maioria dos povos do mundo;

Considerando que as touradas em nada contribuem para educar os cidadãos e cidadãs para o respeito aos animais, para além de causarem sofrimento aos mesmos e porem em risco a vida das pessoas;

Eu abaixo-assinado, apelo à UNESCO para que recuse a inscrição da Festa Brava da Terceira como Património Imaterial da Humanidade, o que a acontecer seria um apoio a todos os que naquela ilha pretendem incrementar os maus tratos, através da legalização da sorte de varas e dos touros de morte, e constituiria um autêntico retrocesso civilizacional.

Outubro de 2010

Nome

Local

BI ou Cartão do Cidadão

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Em tempo de crise um milhão de Euros para promover a Tauromaquia.


Dinheiros Públicos patrocinam Touradas!

Em tempo de crise um milhão de Euros para promover a Tauromaquia.

O MATP - Movimento Anti-Touradas de Portugal, denuncia agora e em tempo oportuno aquilo que sempre criticamos: O uso dos nossos impostos para patrocinar um espectáculo degradante em que o homem maltrata cruelmente os animais.

A comunicação social, vem denunciando ao longo das ultimas semanas o dinheiro mal gasto por diversos organismos públicos, sem no entanto referir que só no ano de 2009 pelo menos cerca de 1.000 000 (um milhão) de Euros foram gastos, dos cofres do érario publico, em espectáculos tauromáquicos, por meio de contratos de ajuste directo.

Num Portugal em que a crise está para ficar, onde há fome e o desemprego aumenta diáriamente, continuam alguns a gastar dinheiros públicos sem quaisquer escrúpulos, para o gáudio de um público sedento de ver sangue, tortura e morte de animais.

A Câmara Municipal de Elvas gastou mais de 75.000 Euros, dos quais 65.600 Euros para a aquisição de uma Praça de Touros desmontável para Vila Fernando, também o Município de Portel gastou 74.600 Euros para a compra de uma Praça de Touros amovível, no Alandroal o município gastou 40.000 Euros no aluguer de touros e contratação de Cavaleiros tauromáquicos, dos 92.000 Euros gastos na Azambuja mais de 76.000 foram gastos na aquisição de bilhetes para duas corridas de touros.

Mas os piores exemplos são os de Angra do Heroísmo, que através da Culturangra EEM gastou mais de 275.000 Euros em touradas, a maioria deste dinheiro nas Sanjoaninas de 2009 e da Câmara Municipal de Santarém que só na aquisição de bilhetes para oferta para Touradas e Espectáculos Tauromáquicos dispendeu 168,000 Euros!

Estas ou outras autarquias também gastaram milhares de euros em cada um dos seguintes casos: Na aquisição de ar condicionado para um núcleo tauromáquico, na compra de livros de toureiros, em contratação de touradas, nos cartazes para anunciar as corridas de touros.

A lista poderia continuar num sem fim de casos de outros eventos que directa ou indirectamente serviram para promover o maltrato animal.

É caso para dizer Basta! Não chega que a maioria da população portuguesa condene as touradas? Até mesmo aqueles que são indiferentes não o podem ser quando um País em crise tem indivíduos que fazem mau uso do dinheiro que lhes é atribuido pelo Estado e todos somos penalizados.

Não queremos que o nosso dinheiro seja manchado de sangue inocente. Assim, vem o MATP - Movimento Anti-Touradas de Portugal, solicitar ao Governo que seja posto um fim a este tipo de situações, solicitando a imediata revisão do Código dos Contratos Públicos (CCP) por forma a impedir a subvenção da Tauromaquia, seja por ajuste direto, como nos casos referidos acima, ou por concurso público.

Porto, 17 de Outubro de 2010
MATP – Movimento Anti- Touradas de Portugal

MATP - Movimento Anti-Touradas de Portugal: Dinheiros Públicos patrocinam Touradas!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

5 de Outubro- homenagem a Alice Moderno


Uma vez que o dia 4 de Outubro é um dia útil, o Grupo pelo Bem Estar Animal dos Amigos dos Açores organizará no dia 5 de Outubro (feriado) pelas 10 horas uma visita ao Hospital Veterinário Alice Moderno, em Ponta Delgada, sito no campus do serviço de desenvolvimento agrário de São Gonçalo, para a qual se convidam todos os interessados a comparecer pelas 9h30 na entrada deste campus, junto ao Laboratório
Rregional de Engenharia Civil e entrada Norte da Universidade dos Açores.

Neste local pretende-se constatar os objectivos e missão deste Hospital Veterinário, bem como prestar uma pequena homenagem à mulher interventiva, poetisa e defensora dos animais que foi Alice Moderno.

sábado, 2 de outubro de 2010

Manifesto em Defesa dos Animais

4 de OUTUBRO de 2010

MANIFESTO EM DEFESA DOS ANIMAIS

Desde 1930, em vários países do mundo, o dia 4 de Outubro é dedicado aos animais. Neste dia, são homenageados os nossos amigos animais que, infelizmente, continuam, ainda hoje, a ser desrespeitados por muitos humanos e nalguns casos por entidades públicas que deveriam dar o exemplo à restante sociedade.

Hoje, 4 de Outubro de 2010, o grupo de pessoas individuais e colectivas manifesta a sua preocupação relativamente as seguintes problemas e situações de maus tratos aos animais ao seguinte:

1- Abate de animais domésticos. Todos os anos ultrapassa largamente um milhar o número de animais de companhia (cães e gatos) que são abandonados, acabando na sua maioria por serem abatidos nos canis municipais ou atropelados nas estradas. O esforço que é feito pelas associações de protecção dos animais, que se debatem com faltas de meios e de apoios públicos, acaba por ser inglório pois através dele só uma pequena parte dos animais abandonados consegue um novo lar.

Não estando de acordo com a política seguida actualmente para combater o abandono que tem por principal pilar os abates, pois até hoje não tem resolvido nada, consideramos necessário que a nível regional seja lançada uma campanha de esterilização com vista a adequar o número de animais de companhia ao número efectivo de donos capazes de cuidar deles de forma responsável;

2- Promoção pública da tortura animal. Ao longo dos séculos da história dos Açores, a tauromaquia tem sofrido uma evolução no sentido da diminuição dos maus tratos aos touros, não constituindo qualquer tradição na maioria das nossas ilhas. Em 2009, contrariando a evolução que se assiste a nível internacional, onde aquela actividade é cada vez mais repudiada, e ao arrepio dos ensinamentos da própria história insular, um grupo de deputados pretendeu legalizar a sorte de varas. Gorada a sua intenção, a minoria de industriais que aposta no incremento da tortura animal, tenta ganhar adeptos sobretudo em São Miguel, tendo conseguido promover algumas touradas à corda com a colaboração sobretudo de autarquias e de comissões de festas de cariz religioso.

Considerando que as touradas, qualquer que seja o seu tipo, em nada contribuem para educar os cidadãos e as cidadãs para o respeito aos animais, para além de causarem maus tratos aos mesmos e porem em risco a vida das pessoas, não podemos admitir a na sua realização sejam usados dinheiros públicos;

3- Mortalidade provocada na fauna selvagem. O cagarro é uma ave oceânica que vem a terra apenas durante a época de reprodução. Este período decorre entre Março e Outubro, altura em que as crias já suficientemente desenvolvidas partem com os seus progenitores em direcção ao mar, dispersando-se pelo Oceano Atlântico e regressando apenas no próximo ano. Realizando-se a sua partida de noite, muitas crias são atraídas pelas luzes das nossas vilas e cidades, acabando por cair em terra e ser frequentemente atropeladas se não forem ajudadas.

Considerando a importância que o salvamento do maior número de cagarros tem para a conservação da natureza e o respeito pelos animais, apelamos à participação de todos nas campanhas que ainda este mês serão postas em marcha pelas mais diversas entidades, nomeadamente pelas organizações não governamentais de ambiente.

4- Cativeiro de animais não domésticos. A criação de parques zoológicos nos séculos passados respondia ao propósito de mostrar ao público uma colecção de animais exóticos que de outra maneira nunca seriam vistos nem conhecidos. Na actualidade isto deixou de fazer qualquer sentido. Agora as leis exigem obrigatoriamente aos parques a realização de programas de conservação, educação ambiental e bem-estar animal. Como consequência disto, nos Açores têm vindo a ser fechados núcleos zoológicos que incumpriam estas exigências. No entanto, ainda continua a existir um núcleo zoológico na Vila da Povoação (São Miguel).

Apesar do referido parque encontrar-se já embargado pelas autoridades e apesar de ser de titularidade pública, o recinto continua ainda hoje aberto ao público. Pelo manifesto desrespeito às leis e aos animais, consideramos que o parque deve ser imediatamente fechado e os animais conduzidos a umas instalações apropriadas que garantam o seu bem-estar.

5- Modelos intensivos de produção animal. A exploração agrícola de animais constitui historicamente um importante sector económico nas nossas ilhas. Se bem que os relatos de maus tratos a estes animais têm vindo a diminuir nas últimas décadas, evidenciando uma notável evolução da sociedade, subsistem ainda bastantes situações penosas. Para além disso, a introdução de técnicas de produção intensiva tem vindo a piorar as condições de vida de muitos deles, limitando a sua vida ao reduzido espaço duma gaiola.

Tendo em conta a imagem de proximidade à natureza que tanto caracteriza os Açores no exterior, consideramos que se deve reforçar o modelo tradicional de criação de animais, modelo que garante sempre a mais alta qualidade. Devem também ser criadas e publicitadas novas formas de certificação nas explorações que valorizem devidamente ante o consumidor os seus níveis de qualidade ambiental, alimentar e de respeito pelo bem-estar animal.

6- Falta de respeito com a vida animal. Numa sociedade em que tudo se compra e se vende, os animais são tratados muitas vezes como simples mercadorias e rebaixados à categoria de simples objectos. Só uns poucos animais domésticos conseguem as vezes escapar a esta visão. Na realidade, como já foi demonstrado pela ciência há longos anos, os animais são os irmãos com os quais o homem comparte a natureza. O desrespeito para com os animais é também o desrespeito para com os homens, como partes integrantes da mesma natureza.

Consideramos que o tratamento legal dado aos animais deve fugir da visão redutora que os converte em simples objectos. A nossa sociedade deve evoluir para padrões éticos nos quais os animais sejam respeitados em conformidade com a Declaração Universal dos Direitos dos Animais.

Açores, 4 de Outubro de 2010

Subscritores colectivos:

Grupo pelo Bem-Estar Animal, Amigos dos Açores – Associação Ecológica

CADEP-CN (Clube dos Amigos e Defensores do Património – Cultural e Natural de Santa Maria)

APA – Associação Açoriana de Protecção dos Animais

Amigos da Caldeira de Santo Cristo, Ilha de São Jorge

Gê-Questa – Associação de Defesa do Ambiente

CAES- Colectivo Açoriano de Ecologia Social

Subscritores individuais (por ordem alfabética):

Adelino Luís da Câmara Alves

Afonso Pereira Bernardino

Alberto Carlos Marques Duarte

Alberto Francisco Albertino Monteiro

Alexandra Patrícia Soares Manes

Amália Rosa

Ana Cadete

Ana Catarina Cantante dos Santos

Ana Catarina Soares Carreiro

Ana Cláudia Martins de Melo

Ana Sofia Ferreira

Ana Teresa Fernandes Simões Ribeiro

André Filipe Cabral Leite

Andre Correia

Andrea Fernandes Simões Ribeiro

Andreia Soares de Jesus Leite

António Eduardo Soares de Sousa

António Humberto Serpa

António M. F. Cabral

Arlinda Maria Garcia da Fonte

Armando B. Mendes

Baltasar Ornelas Pinheiro

Bárbara Jacob Oliveira

Bárbara P. Bernardino

Carla Cabral

Carla Viveiros

Carlos Bruno Castanha Gomes

Carlos Couto

Catarina Furtado

Cecília Santos Alves

Cecília de Sousa Melo- Terceira

Cidalina do Carmo Lopes Gomes

Clara Raquel Reis Patuleia

Cláudia Albasini

Cláudia Emanuela Vieira Tavares

Cláudia Moniz Tapia

Clara Cymbron

Conceição Melo

Constança Pereira Quaresma

Cristina D’Eça Leal Soares Vieira

Cristina Sofia da Costa Oliveira Machado – Professora – Pico da Pedra

David Santos

Deborah da Cunha Estima

Décio Almada Pereira

Diamantina Barbosa

Diogo Pereira Bernardino

Dolores Oliveira

Duarte Sousa

Edgar Coutinho

Eliene Narducci

Elsa Lobo Ferreira

Elvira Dias de Almeida

Elvira Lameiras

Emanuel de Jesus Ferreira Carreiro

Emília Maria Mendonça Soares

Esmeralda Raposo

Eva Almeida Lima

Evaristo Melo

Filipa D’Eça Leal Soares Vieira Ferreira de Pina

Francisco Luís do Rego Soares Raposo

Gabriela Mota Vieira

George Robert Hayes

Gilberto Melo Pacheco

Gonçalo de Portugal

Helena Alexandra Frazão Tavares

Helena Cabral

Helena Maria Carreiro

Helena Melo Medeiros, S. Miguel

Isabel Marques Ribeiro

Isabel Velho

Inês Barbosa

Joana Augusto Gil Morais Sarmento, Angra do Heroísmo

Joana de Jesus Lopes

Joana D’Eça Leal Soares Vieira da Costa Pereira

João Carlos da Silva Abrunhosa de Carvalho, Ponta Delgada

João Luís Coutinho

João Luis de Sousa Rebelo

João Manuel Hipólito Manes

João Silveira Sousa

Joaquim Alberto Pereira Bernardino

Joaquim Maria Reis Patuleia Pessoa de Moraes

Jorge Manuel Melo Amaral

José António Resendes

José de Andrade Melo – Professor -Santa Maria

José Manuel N. Azevedo

José Melo

José Moniz Pimentel

Jessica Ann Ferreira

Katerina L´dokova

Laura Paiva

Leonor Pereira Bernardino

Lúcia Maria Oliveira Ventura

Lúcia Travassos

Luís Alberto da Silva Bernardo

Luis Barbosa

Luís Filipe dos Santos Resendes

Luís Manuel Amorim Cordeiro

Luís Manuel Garcia

Luís Miguel Mendonça

Margarida Hilário

Maria Alexandra Janes Morais Cardoso Baptista

Maria Alice de Medeiros Barbosa

Maria do Carmo Barreto

Maria Conceição Salgadinho

Maria Gabriela Serra Medeiros Oliveira – Bióloga – Ponta Delgada

Maria Goretti Medeiros Sebastião

Maria Helena D’Eça Leal

Maria João Fernandes Lopes

Maria José Milheiro

Maria Luisa Rocha Moniz Borges de Sousa

Maria Manuela Carreiro Machado

Maria Natália Melo

Maria Zita Santos Raposo Correia

Maria Vieira Soares

Marina Sécio

Mário Jorge Furtado Arruda

Mario de Sousa Borges

Marta Elisa dos Santos Dutra

Miguel Franco Wallenstein Teixeira

Mónica Sofia Rodrigues da Cunha Azevedo

Nélia Maria Torres Melo

Nelson Correia

Olga Margarida Gomes Miranda Cordeiro

Patrícia Fraga Serra

Paula Cristina Vieira Tavares

Paula Curi Garnet Andrade Melo – Jurista – Santa Maria

Paulo A. V. Borges

Paulo Jorge Simas Correia

Paulo Mota Machado Bermonte

Pedro Leite Pacheco

Pedro Miguel Baptista Pacheco

Raquel Ramos

Rita Patuleia P. Bernardino

Rui Andrade Lopes

Sandra Câmara

Sara Margarida Correia Cabral

Selma Maria Rezendes Cordeiro

Sérgio Diogo Caetano

Silvia Borges

Sílvia Melo

Sizaltina Rego

Sónia Borges

Sonia Lisboa

Susana Pereira

Teófilo José Soares de Braga

Tiago Patuleia

Vanda Veloso

Vera Sousa

Vitor Correia

Vitor Hugo

Zulmira Almeida

(Última actualização – 2 de Outubro 12:00)

Infoteca "Alice Moderno"


Este site tem por objectivo apoiar todos os amigos dos animais na sua luta por uma sociedade onde todos sejam respeitados, através da disponibilização de documentação diversa. É também uma homenagem à pioneira da defesa dos animais, nos Açores, Alice Moderno.

De entre as suas "estantes", destacamos as seguintes: Legislação (nacional e regional e autárquico), estudos (Ciências Naturais e Sociais), História, Materiais de Sensibilização, Maus Tratos., Politica(os) e touradas, etc.

A infoteca pode ser consultado aqui: https://sites.google.com/site/infotecaalicemoderno/


Boa consulta

sábado, 21 de agosto de 2010

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

quinta-feira, 29 de julho de 2010

sexta-feira, 9 de julho de 2010

BOAS FÉRIAS PARA SI E PARA OS SEUS ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO



Aproximam-se as férias de Verão e com elas, todos os anos, o aumento do abandono dos animais de estimação. Isto acontece porque ao adquirir um animal de estimação não se pensou devidamente que tal é um compromisso que se assume para o resto da vida do animal.
Para evitar o abandono de animais, que é uma forma desumana e cruel de os tratar, o GBEA- Grupo pelo Bem-estar Animal dos Amigos dos Açores apela para que, ao mesmo tempo que faça umas férias felizes, não as transforme em pesadelo para os seus animais de estimação.
Assim, se não puder levar o seu animal consigo, opte por uma (haverá outras) das seguintes soluções para o seu tratamento:
- Peça a ajuda aos seus familiares ou amigos;
- Solicite os serviços de particulares ou de empresas que prestam apoio ao domicílio;
- Recorra aos serviços de hotéis para animais ou a clínicas veterinárias que ficam com os animais durante as ausências dos seus donos.

Açores, 9 de Julho de 2010

terça-feira, 8 de junho de 2010

Parlamentares propõem fim de touradas na França


As deputadas da Assembleia Nacional francesa Geneviève Gaillard e Muriel Marland-Militello apresentarão à Assembleia Nacional (Câmara Baixa) um projeto de lei para proibir as touradas na França.

Esta proposição pretende abolir "as únicas exceções" que não estão criminalizadas no país em relação à crueldade com os animais, ou seja, as touradas e as brigas de galos, indicaram as parlamentares em comunicado.

Gaillard, do Partido Socialista, e Marland-Militello, da União por um Movimento Popular (UMP, o partido do presidente Nicolas Sarkozy), respectivamente presidente e vice-presidente do grupo de estudo parlamentar sobre a proteção dos animais, apresentarão amanhã o projeto à imprensa, em Paris.

A proposta de lei foi elaborada de maneira coletiva pelo grupo de estudo e se soma à iniciativa legislativa que as duas deputadas apresentaram nesta mesma linha em 2004.

O projeto reivindica a supressão do parágrafo 7 do artigo 521-1 do Código Penal francês, que autoriza as touradas e as brigas de galos em lugares determinados, "uma exceção total ao resto de nossa legislação sobre a proteção animal", denunciaram.

Para as deputadas, "os combates sangrentos de outra era provocam inúmeros problemas", entre eles "o sofrimento animal", assim como os valores que se transmitem à sociedade.

Ambas lembraram no comunicado que três quartos dos franceses se opõem às touradas e, por isso, "é urgente ouvir esta maioria popular silenciosa".

Após Espanha e América Latina, a França é um dos países com maior tradição de touradas, especialmente no sul do país, em cidades como Nimes, Arles, Carcassonne e no País Basco francês.

fonte: terra.com.br

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Não permitamos que dinheiros da EU sejam usados para pagar a feira taurina das Sanjoaninas de 2010


Envie mails de protesto, com o texto abaixo ou outro que achar mais adequado para o seguinte endereço:
dacian.ciolos@ec.europa.eu

com conhecimento a:
roger.waite@ec.europa.eu,angra@cm-ah.pt, presidencia@azores.gov.pt

e cópia para:
acoresmelhores@gmail.com




Exmo Senhor
Comissário da Agricultura e Desenvolvimento Rural

(c/c ao Presidente do Governo Regional dos Açores e à Presidente da Câmara Municipal de Angra do Heróismo)

Como é do conhecimento público, a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo (ou a empresa Municipal Culturangra) possui uma dívida que ascende a mais de 1,5 milhões de euros, a maior parte desta quantia destinada ao pagamento das touradas de praça que se têm realizado nos últimos anos aquando das Sanjoaninas.
Recentemente a comunicação social dos Açores informou que a próxima feira taurina, a ocorrer em Junho, irá custar cerca de 380 mil euros, sendo os prejuízos, com a mesma, avaliados em cerca 149 mil euros.

Através de notícia do Diário Insular, do passado dia 20 de Maio, foi divulgada a intenção da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo de recorrer a fundos europeus para suportar os prejuízos.

Vimos, junto de V. Exª denunciar esta situação e solicitar a intervenção de V. Exª. No sentido de impedir que as touradas inseridas na referida feira taurina ou outras sejam financiadas com fundos europeus, nomeadamente do programa LIDER, em nome de um pretenso desenvolvimento rural.

Com os melhores cumprimentos

(Nome)
(Localidade para os residentes em Portugal ou País)

quarta-feira, 26 de maio de 2010

A precisar de ajuda - Nordeste - São Miguel


A dona deste cãozinho faleceu. Ficou sozinho em casa e anda triste.
Os familiares da dona que vão lá alimenta-lo tencionam manda-lo para abate caso não encontrem novo dono.

Por favor, ajude!


Contacto: Daniela Melo - cinderela.melo@gmail.com

domingo, 9 de maio de 2010

Alfredo Sampaio, ilustre terceirenses critica touradas à corda


"Alfredo da Silva Sampaio (Angra do Heroísmo, 19 de Setembro de 1872 — Angra do Heroísmo, ?) foi um médico açoriano que se notabilizou como naturalista e fundador do primeiro posto de obeservação meteorológica na ilha Terceira. Publicou uma vasta obra sobre a história, a geografia e a história natural da Terceira.

Bacharel em medicina e cirurgia formado pela Universidade de Coimbra em 1888, foi guarda-mor da estação de saúde de Angra do Heroísmo, médico municipal e do Hospital de Santo Espírito da mesma cidade. Foi professor provisório do Liceu Nacional também de Angra do Heroísmo e eminente historiador que muito contribuiu para o conhecimento da História dos Açores" Fonte (http://pt.wikipedia.org/wiki/Alfredo_da_Silva_Sampaio)


(clique na imagem para aumentar)

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Garraiada promovida pela Associação Académica da Universidade dos Açores


(Envie um mail para: aaua@uac.pt , dscar@uac.pt, presidencia@azores.gov.pt e uma cópia para acoresmelhores@gmail.com)

Exmo. Senhor Presidente da Associação Académica da Universidade dos Açores

(Com Conhecimento ao Presidente do Governo dos Açores e ao Reitor da Universidade dos Açores)


Foi com alguma surpresa que tomamos conhecimento que a Associação Académica da Universidade dos Açores, com o apoio de dinheiros públicos (Câmara Municipal de Ponta Delgada e Governo Regional dos Açores vai promover uma “garraiada com três vacas bravas e um novilho provenientes da Terceira”

Atendendo a tal actividade nada tem a ver com a cultura do povo micaelense, constituir um desrespeito pela Declaração Universal dos Direitos do Animal que reconhece a necessidade de se respeitar o bem-estar e natureza dos animais não humanos e constituir um mau uso dos dinheiros públicos numa altura em que são conhecidas as dificuldades orçamentais da Universidade dos Açores e tanto os Açores como o resto do território nacional, está a atravessar uma crise económica e social que se traduz no número crescente de desempregados e na dificuldade por que passam as pequenas e médias empresas, vimos manifestar o nosso repúdio pela integração da garraiada na Semana Académica que só pode ser entendida como parte da investida, em São Miguel, por parte de alguns aficionados terceirenses que pretendem popularizar as touradas com o fim único de introduzir nos Açores as touradas picadas e os touros de morte.

Aproveitamos para declarar o nosso compromisso de tudo fazer para denunciar, a nível nacional e internacional, o mau uso dado aos dinheiros públicos para a manutenção de uma indústria decadente que vive do sofrimento dos animais.

Com os melhores cumprimentos

(Nome)

(Localidade para os residentes em Portugal ou País)

sábado, 10 de abril de 2010

Paralelo


A //PARALELO// é uma publicação interdisciplinar, que pretende dar ênfase à filosofia, activismo e políticas de assuntos relacionados com a libertação animal. Esta publicação pretende ser uma plataforma de encontro e confronto da diversidade no conhecimento e experiência que existe nos vários protagonistas que participam neste movimento bem como uma ferramenta para a reflexão, comunicação, e divulgação.
Já está online o primeiro número da publicação //PARALELO//.

Para ler a revista: http://paralelo.tumblr.com/

sábado, 3 de abril de 2010

Pegada Positiva dá passo para ajudar animais


Nicolau de Sousa Lima (NSL) Combustíveis e a AssociaçãoAçoriana de Protecção de Animais (APA) uniram esforços numa campanha de angariação de fundos.

Designada “Pegada Positiva”, a iniciativa leva a que por cada abastecimento efectuado num posto da BP, da segunda circular, reverta uma quantia para a APA. “Por cada litro de gasolina que os utilizadores forem abastecer, um cêntimo irá para a APA”, explica Vanda Melo, presidente da associação. Para contabilizar os abastecimentos, serão distribuídos 4000 cartões para registar o combustível. O valor de cada abastecimento é registado no cartão, e quando este estiver totalmente preenchido, será depositado numa ‘caixa’ no posto de combustível. No final de cada mês são contabilizados os cartões, sendo o volume em litros depositado depois convertido num valor para ajuda à APA.

“A nossa ideia é distribuir os cartões por sócios e não sócios” explica Vanda Melo. “Iremos divulgar junto de lojas dos animais e clínicas veterinárias e, eventualmente, junto das grandes superfícies comerciais, em locais onde se vendem os produtos para animais”, disse ainda. Marco Lopes, gerente da NSL Combustíveis estimou que se cerca de 2000 pessoas preencherem o cartão, é possível angariar um donativo de cerca de 1200 euros por mês para a APA. “

O cartão é direccionado para pessoas que tenham alguma sensibilidade relacionada com os animais, para, efectivamente, utilizarem o cartão e nunca se esquecerem de pedir o carimbo”, indicou Marco Lopes, salientando que o cartão Pegada Positiva em nada interfere com outras promoções da BP. Vanda Melo acrescentou que a “ideia não é distribuir por distribuir. Queremos levar os cartões a quem contribua para o nosso objectivo”. Sobre a actual situação da APA, a presidente indicou que se encontra numa fase de reorganização após uma época de inactividade, devido ao falecimento do fundador.

Um dos projectos em vista passa pela abertura do canil municipal ao Sábado de manhã, para facilitar a visita dos interessados em adoptar animais. Outra ideia é a de expor animais do canil em zonas movimentadas, facilitando a sua adopção. Por fim, para VandaMelo, falta “um estudo local sobre animais abandonados”.

Pelo bem-estar animal na Lousã

(recebido por mail)

Caros Amigos:

Um grupo de cidadãos da Lousã está a fazer uma petição pelo bem-estar animal na Lousã.

Para assinar a petição siga esta ligação

O grupo requer o seguinte, para a Lousã:

1. A suspensão imediata das capturas de cães, salvo casos excepcionais (animais perigosos ou cuja doença seja um perigo para a saúde pública) até à entrada em funcionamento de um Centro de Recolha Animal homologado e à melhoria dos procedimentos de captura.

2. O futuro Centro de Recolha Animal deve esterilizar todos os animais que são dados para adopção.

3. A Câmara Municipal deve proporcionar aos munícipes com recursos financeiros limitados a esterilização dos animais que possuem, ao abrigo de protocolos entre a Câmara, as Associações de Animais e Clínicas Veterinárias, com vista a estancar e reduzir progressivamente o seu número a curto e médio prazo.

4. A Câmara Municipal deve referenciar os munícipes que entregam ninhadas de gatos ou cães para abate, com vista a conseguir a esterilização das fêmeas que procriam, assim como os que privam os seus animais do mínimo de bem-estar,com identificação completa.
Se concorda com o que é requerido, assine e divulgue a petição.
Contacto do Grupo de Cidadãos: 913163277.

Estes e outros pedidos foram feitos pela Louzanimales à Câmara Municipal, em reuniões tidas com o Sr. Vereador do Ambiente, Luís Antunes.

A Louzanimales aguarda com expectativa a construção do Centro de Recolha Animal homologado, bem como a melhoria dos serviços relativos aos animais de rua e tem tentado conjugar esforços com a Câmara Municipal da Lousã.

Com os melhores cumprimentos,
Vera Diniz

Touradas à corda com novas regras


A duração máxima de cada tourada passa a ser, já a partir de amanhã, de três horas.

A duração máxima das touradas à corda nos Açores é reduzida, a partir de amanhã, em 30 minutos para “atender às preocupações do bem-estar animal”.
Nos termos de um Decreto Legislativo Regional, hoje publicado em Jornal Oficial, as touradas à corda no Arquipélago devem ter uma duração máxima de três horas, enquanto a lide de cada touro deverá ter um mínimo de 15 minutos e um máximo de 30 minutos.
Estas novas regras enquadram-se na primeira alteração ao diploma que estabelece o regime jurídico de actividades sujeitas a licenciamento das câmaras municipais na Região Autónoma dos Açores, aprovada em Fevereiro último pela Assembleia Legislativa
A partir de agora, passa também a ser possível realizar touradas não tradicionais em qualquer dia da semana, tendo em vista evitar a acumulação de diversos espectáculos taurinos ao fim-de-semana.

in Jornal Diario

Juntas de Freguesia sem fiscalização devida: Cães perigosos atacaram mais de 150 pessoas em 2009


As Juntas de Freguesia em São Miguel não estão a efectuar o controlo total para a detecção de animais potencialmente perigosos, nomeadamente através do pedido, aos donos destes, de todos os elementos necessários, por lei, para a respectiva identificação dos animais.
A denúncia é feita através da Associação Amigos dos Açores, depois desta ter lançado a debate o tema “Animais de companhia e sociedade”, numa sessão pública que decorreu na noite da passada segunda-feira, em Ponta Delgada sob a organização do grupo Bem-estar Animal.
Segundo Célia Pimentel, uma das coordenadoras do grupo, “quando alguém se dirige às juntas de freguesia para registar a posse de um animal, nomeadamente doméstico, há requisitos que são necessários apresentar e são muitas as que não estão a exigi-los. Pede-se o básico e, por vezes, nem este básico chega”. Como tal, a responsável propõe uma maior sensibilização para estas exigências, especialmente porque os números falam por si: só no ano passado, foram mais de centena e meia as pessoas que deram entrada no Hospital de Ponta Delgada com ferimentos causados por ataques de cães.

“A legislação que diz respeito à detenção de cães potencialmente perigosos refere que os seus donos devem preencher uma série de requisitos legais que não estão a ser cumpridos, pois, quando se é dono de um animal, é necessário que exista uma consciência e não que este seja apenas mais uma coisa que se tem lá em casa”, acrescentou Célia Pimentel à nossa reportagem.
A acrescentar a estes dados, a responsável associativa refere ainda que, neste âmbito, existem “fortes suspeitas” de que decorram, à margem da lei, lutas de cães, “que são completamente encobertas por quem as faz e organiza, sendo que as únicas marcas são as que ficam nos animais, nomeadamente nas suas caudas ou orelhas, por exemplo”. Facto é que “as autoridades procuram actuar no sentido de as detectar, mas tudo é feito às escondidas”. Por isso Célia Pimentel apela à denúncia “para que os infractores sejam apanhados em flagrante”.

No site dos Amigos dos Açores existe este espaço para registo das respectivas denúncias, sempre que alguém verifique alguma ocorrência ilegal, para além de o contacto poder ser feito directamente para algum dos elementos da respectiva associação.

A discussão que decorreu segunda-feira partiu do pressuposto que a maioria das pessoas não sabe regras e cuidados a ter com os animais domésticos. “Este tema faz todo o sentido. A maior parte das pessoas que tem animais em casa não sabe regras como o número máximo de animais que é possível ter, que para manter os animais na rua são precisas determinadas condições, entre outras questões”, referiu ainda a mesma. A sessão pública veio, assim, permitir um espaço de debate e esclarecimento aos detentores de animais domésticos.
Em cima da mesa estiveram também ainda questões como a venda e os cuidados a ter com os animais de companhia, bem como a nova legislação relativa aos cães perigosos.

“A nova legislação responsabiliza as pessoas, nomeadamente no que diz respeito aos açaimes e às trelas... falamos sobretudo das regras para salvaguardar o bem-estar dos animais”, continua a responsável.
Estão previstos para este ano mais três encontros que se debruçarão sobre temáticas relacionadas com os animais em cativeiro, animais de produção e animais selvagens.
O grupo pelo Bem-estar Animais nasceu no ano transacto com a missão de dar apoio aos animais maltratados e em perigo de extinção.

Autor: Ana Coelho
Correio dos Açores, 31 de Março de 2010